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26 de set de 2011

DOMINÓ DAS CORES



O DOMINÓ DAS CORES facilita a nomeação das cores, a discriminação visual e a correspondência um a um. As peças ampliadas permitem melhor manuseio aos alunos com dificuldades visuais e de preensão.
Também pode ser confeccionado revestido com diferentes texturas e formas geométricas para desenvolver também a discriminação tátil através do toque e do emparelhamentos de texturas e formas geométricas iguais.
Outra dica seria trabalhar figuras, frutas, entre outras....
Esta atividade estabelece o hábito de realizar atividades em grupo e elaborar estratégia para ser o primeiro a se livrar de todas as pedras. É um jogo divertido e pode ser trabalhado com diferentes idades.


Como fazer:
Este material é feito em madeira ou papelão de caixa, medindo 4 cm de comprimento, 9 cm de largura e 1 cm de espessura. Cada peça possui duas cores. As cores podem ser feitas com colagem de EVA colorida como mostra a figura acima.

 OBS: No trabalho com crianças de baixa visão talvez seja necessário utilizar alguns recursos não ópticos para favorecer um melhor conforto visual e assim auxiliar a criança no esforço e na atenção importantes para execução desta atividade. Para crianças com déficits visuais que exijam menos luminosidade, sugiro o uso de um fundus preto ou escuro (com excessçao do azul ou azul marinho), pode ser um marrom. Para crianças que necessitem de maior luminosidade o uso de um fundus claro como o branco ou o bege.
Existem casos que além da utilização do fundus seja necessário o uso de luminárias, viseiras (inibidores superiores e/ou laterais), luz do ambiente apagada (apenas o uso de luminária), caixa de luz, entre outros.
O necessário seria utilizar recursos que facilitem a acomodação visual e o raciocínio, mas, nada de exageros.
Observar também outros diagnósticos e condições da criança, pois, estes também influenciam na escolha do recurso e da intensidade do uso destes, como as cardiopatias, epilepsias, entre outras.


Espero que tenham gostado de mais essa dica!
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT