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28 de jun de 2010

ATENDIMENTO AO ALUNO COM BAIXA VISÃO

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Atendendo a pedidos trouxe algumas sugestões para pais, professores e outras pessoas que convivem com a criança de baixa visão na idade escolar:
· Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).
· Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão)
· Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.
· Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.
· Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.
· Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.
· Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.
· Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.
· Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.
· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.
· Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.
· Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.
· Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.
· Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.
· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.
· Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.
OBS: Não se deve assumir total responsabilidade pela criança com baixa visão fazendo tudo por ela e evitando que ela se canse e se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.

RECURSOS NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO
Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). (K.José et al). Os meios para que se consiga esta melhora são:
· Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV)
· Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.

CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO
· Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);
· Uso de maiúsculas;
· Usar o tipo (letra) Arial;
· Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);
· Usar entrelinhas e espaços;
· Cor do papel e tinta (contraste).

FORMAS DE AMPLIAÇÃO
· Fotocopiadora;
· Computador;
· Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.

OUTROS MATERIAIS
· Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;
· Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;
· Suporte para livros;
· Guia para leitura;
· Luminária com braços ajustáveis;

MAIS SUGESTÕES

Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).





Para alguns alunos é necessário um espaço maior entre as linhas; como não encontramos este tipo de caderno no mercado pode-se encadernar um maço de sulfite, colocar uma capa e traçar as linhas, folha por folha (com lápis 6B) de acordo com a necessidade do aluno como neste caso, 5 cm. As mães costumam colaborar quando orientadas neste sentido.




Caso o aluno apresente além da baixa visão, uma dificuldade motora, pode-se utilizar de letras móveis em papel para que o aluno cole as letras, formando palavras, ao invés de escrever.



Para evitar o cansaço de estar constantemente com o rosto sobre o caderno, pode-se utilizar um suporte para leitura encontrado em casas que trabalham com artigos para deficientes visuais. Pode ainda ser confeccionado ou ser utilizados livros, como suporte, embaixo do carderno para que este possa ficar mais elevado.


O professor também pode se utilizar dos encartes que contém figuras grandes para trabalhar com o aluno com baixa visão para reconhecimento dos produtos e palavras conhecidas bem como com rótulos de embalagens que são utilizados em seu dia-a-dia. A medida que ele vai aprendendo a ver começará a identificar figuras cada vez menores.


O aluno pode recortar o produto que identificou visualmente e nomeá-lo. Posteriormente pode colocar as figuras em ordem alfabética criando um livrinho.


Pode-se ainda trabalhar com jogos pedagógicos.


Não se pode apresentar aleatóriamente o tamanho das letras para uma criança com baixa visão. O professor deverá identificar o tamanho de letra que a criança consegue enxergar para realizar as atividades.

FONTE: http://dvsepedagogia.blogspot.com/2010/06/atendimento-ao-aluno-com-baixa-visao.html
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DESENVOLVIMENTO DA VISÃO FUNCIONAL

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Ao nascimento, recém nascido:

Ser capaz de ver padrões de claro e escuro (contrastes), mas objetos específicos (detalhes) ficam embaçados, além de apresentar alguma fixação.

1o Mês

Capaz de focalizar a uma distância de 3.75 cm / 4 cm (1.5 polegadas) e também de iniciar o esboço do movimento conjunto dos dois olhos (coordenação binocular). Seguir objetos em movimento lento e objetos em movimentos horizontais em direção a linha média.

2o Mês

Apresenta desenvolvimento da reação protetora de piscar

Prefere faces (rostos) a padrões complexos

Segue objetos em movimento na vertical

3o Mês

Apresentar movimento fino (coordenação refinada) de olhos e sorrir em resposta a estímulo visual. Apresentar melhora de acuidade visual, de visão binocular e perceber diferenças significativas (gritantes) entre cores. Em geral, reconhecem os objetos apenas quando os manipulam e já antecipam a alimentação por estímulo visual.

4o Mês

Apresentar flexibilidade acomodativa (é capaz de alternar foco) e melhora da coordenação olho-mão. Demonstrar interesse em objetos pequenos e brilhantes e tentar se deslocar em direção a objetos no campo visual. Apresentar o reconhecimento de faces (rostos) familiares (conhecidas) e explorar visualmente novos ambientes. Realizar seguimento visual de objetos que cruzem a linha média com movimentos horizontais, verticais e circulares dos olhos. Realizar tentativas, sem sucesso, de alcançar objetos e levar à boca e olhar objetos que estejam em suas mãos.

5o Mês

Desenvolver coordenação olho-mão e conseguir pegar e agarrar objetos. Ser capaz de olhar intencionalmente para objetos mantidos próximos dos olhos e examinar objetos com os olhos, ao invés de usá-los apenas para brincar.

6o Mês

Alternar a atenção visual entre os vários objetos em um campo e resgatar (recuperar) brinquedos caídos que estejam ao alcance das mãos. Reconhecer faces (rostos) até 5.5 metros (6 jardas) e movimentar objetos nas mãos explorando visualmente, além de ter capacidade de manter a fixação e convergir igualmente os dois olhos.

9 - 10o Mês

Imitar expressões faciais e observar através de cantos e quinas (como escondido), mostrando o desenvolvimento da permanência de objetos. Capaz de derramar líquido para observá-lo e atenção visual novos objetos.Participar de brincadeiras.

1o Ano

Ter acuidade visual para distâncias e para perto próxima do normal (adulto). Apresentar melhora da visão binocular e acomodação.

2o Ano

Inspecionar objetos apenas com os olhos e procurar, buscar visualmente objetos ou pessoas perdidos. Capaz de imitar movimentos e ter melhora da visão de cores e da memória visual.

3o Ano

Capaz de parear formas simples, realizar encaixes simples ou quebra-cabeça, mas ainda necessita de algumas pistas táteis. Tentar pinçar, pegar objetos da página de um livro e desenhar um círculo rudimentar.


FONTE: http://estimulacaovisual.blogspot.com/2010/06/desenvolvimento-da-visao-funcional.html

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6 de jun de 2010

RECOMENDAÇÕES GERAIS AOS PAIS

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• Manipular alimentos com as mãos para perceber sua forma e consistência.

• Perguntem ao médico e aos outros profissionais como explicar de forma simples a deficiência visual de seu filho. É importante que vocês (pais) e a criança (quando possível) saibam explicar e argumentar sobre os problemas, quando uma pessoa perguntar, por exemplo: - o nome do problema visual, suas características, o quanto ele enxerga, do quê gosta....

• Não esqueçam que vocês são os principais educadores de seu filho (a), e que depende de vocês a oportunidade dele (la) se desenvolver,

• Quando notar presença de movimentos repetitivos como girar a cabeça, esfregar os olhos, balançar as mãos e/ou o corpo, ofereça a criança uma atividade funcional, distraia seu filho (a) com atividades que ele (a) goste;

• Desperte a curiosidade de seu filho (a), respeite seu ritmo e seus limites. Sempre procure descrever o que é oferecido à criança: detalhes, partes, função e leve suas mãos para que possa sentir e integrar as informações sobre o que ouviu, sentiu e manipulou.

FONTE: http://estimulacaovisual.blogspot.com/2010/06/recomendacoes-gerais-aos-pais_05.html
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3 de jun de 2010

Estimulando o desenvolvimento de uma criança com necessidades especiais


Não há duas crianças com necessidades especiais iguais, nem as que têm necessidades especiais semelhantes.Vamos explorar as necessidades especiais variadas e saber como estimular uma criança com necessidades especial e ajudá-la em no processo de seu desenvolvimento.

O papel dos pais

Dar amor e apoio - as criança com necessidades especiais precisam de amor e apoio de seus pais, assim como qualquer criança. Algumas vezes, os pais ficam tão absorvidos pela necessidade de estimular seu filho e compensar sua deficiência que acabam esquecendo que a tarefa mais importante é amá-lo e gostar dele como ser humano. Quando uma criança vê que seus pais gostam de estar com ela, ela aumenta o valor que dá a si própria. Esse sentimento crescente de valor é uma medida importante do sucesso dos pais em criar uma criança com necessidade especial.

Estimule a independência - se você tem uma criança com necessidades especiais, seus objetivos são estimular a independência e ajudar seu filho a desenvolver um sentimento de valor e realização pessoal. Com terapia e jogos, você ajuda o seu filho a lidar com seu problema e realizar seu potencial completo. A quantidade de independência de seu filho vai depender, bastante, não apenas de qual necessidade especial ele possui, mas como você o deixa realizar sozinho cada estágio.

Todas as crianças passam por momentos em que parecem parar de melhorar ou quando podem até regredir um pouco. Esse pode ser um momento especialmente difícil para os pais, pois têm que aprender a avaliar o progresso de seu filho.

Concentre-se em objetivos a curto prazo - quando seu filho atingir um platô (estagnar seu desenvolvimento), olhe para trás e se concentre no quanto ele já progrediu. Este também pode ser um bom momento para esquecer objetivos a longo prazo e se concentrar nos objetivos a curto prazo: alimentar-se com as mãos, vestir-se, repetir a primeira palavra ou frase inteligível ou finalmente ir ao banheiro sozinho. Quando os pais concentram suas energias em um único objetivo a curto prazo, uma criança com necessidade especial pode começar a progredir novamente. Ao parar de observar como a criança lida com esses desafios, como se adapta a novas e maiores necessidades, os pais podem se ajudar a desenvolver expectativas realistas para seus filhos.

As crianças progridem mais quando os pais agem escolhendo os métodos educacionais mais apropriados, definindo objetivos razoáveis e fornecendo um ambiente caloroso e protetor. Os pais deveriam enxergar a si próprios como parceiros dos profissionais na hora de planejar os cuidados de seus filhos com necessidades especiais.No entanto, não importa o quanto um pai ou uma mãe tente dar a seu filho, sempre há limites para o que eles podem conseguir sozinhos.

Fonte:http://saude.hsw.uol.com.br/necessidades-especiais-infantis3.htm

FONTE: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com/2010/06/estimulando-o-desenvolvimento-de-uma.html

1 de jun de 2010

EL TRATAMIENTO DEL OJO VAGO SE REDUCE

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Un equipo de investigadores ingleses parece haber revolucionado el tratamiento de la ambliopía con una nueva terapia que proclama reducir considerablemente el tiempo requerido para tratar a los pacientes.

Investigadores de la Universidad de Nottingham han dicho que los resultados preliminares muestran una recuperación de la visión en 10 horas que normalmente hubiera requerido de 120 horas de terapia de oclusión.

El nuevo tratamiento ha sido desarrollado en el Grupo de Neurociencia Visual, en la Escuela Universitaria de Psicología, y los pacientes se han sometido a difíciles tareas visuales en condiciones controladas por el ordenador.

Se espera que el nuevo tratamiento podría ser usado para desarrollar un juego para niños que podría tratar la ambliopía para, al menos, servir de complemento para la terapia con oclusión, la cual consiste en ocluir el ojo mas sano, lo que es, a menudo, incomodo para los niños, impopular para los padres y presenta efectos adversos en el desarrollo educacional.

Un proyecto de 60,000 libras, el “estudio de los efectos del aprendizaje perceptual en la ambliopía” ha sido subvencionado por el Colegio de Optometristas.

Además de comprobar los tratamientos potenciales de la condición, el estudio examina el nivel de plasticidad neuronal del cerebro adulto.

El trabajo se esta llevando a cabo por Andrew Astle, un estudiante de investigación en la Universidad.

“Los resultados hasta ahora muestran una mejora drástica en la terapia oclusiva, y prueba lo errónea que resulta la idea, mantenida durante mucho tiempo, de que los adultos no pueden ser tratados de este tipo de condición” dice el Sr. Astle. “Sin embargo, el estudio no esta completo y estamos todavía buscando personas para tomar parte en los tests”.

El trabajo empezara en la primavera del 2009 en la Universidad examinando la ambliopía en niños y la organización funcional y estructural de la corteza visual.

El profesor Paul McGraw y el Dr Ben Webb del Grupo de Neurociencia Visual observara los efectos y el tratamiento de la ambliopía en niños. Otras instituciones europeas, incluyendo la Universidad de Florencia, el Instituto Max Planck para la Neurociencia y el Colegio Universitario de Londres, examinara la condición desde niveles moleculares hasta su impacto en el comportamiento en modelos animales.


FONTE: http://opticaatlantis.blogspot.com/2010/06/el-tratamiento-del-ojo-vago-se-reduce.html

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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT