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29 de ago de 2011

Programa distribui máquinas de escrever em braille

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Iniciativa visa apoiar a inclusão de pessoas com deficiência visual ao mercado de trabalho.


Uma parceria entre o Ministério Público do Trabalho, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo e a Associação Laramara permitiu a distribuição de 133 máquinas de escrever em braille para pessoas com deficiência visual, como forma de apoiar a inclusão de pessoas com deficiência visual ao mercado de trabalho.

A iniciativa faz parte do Programa de Concessão de Acesso às Tecnologias Assistivas, idealizado pela Gerência Executiva INSS São Paulo. Os acordos realizados junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região/SP incluem doações de equipamentos tecnológicos que beneficiam e facilitam o acesso das pessoas com deficiência ao mercado de trabalho.

A beneficiária do programa Sanieli de Almeida, 18 anos, destaca o significado de possuir o equipamento: "todos nós temos direito a ler e escrever, por isso a máquina braille é tão importante para nós, cegos". Também Everaldo Aparecido de Oliveira, 38 anos, que perdeu a visão depois de adulto, expressou o seu contentamento. "Aprendi o método há três meses e agora, com a máquina braille tenho como ler e escrever".

Ainda hoje, no entanto, o acesso dos brasileiros com deficiência a equipamentos e tecnologias inclusivas ainda é um desafio, na avaliação de Cristiano Gomes, gestor de projetos e parcerias do Laramara. "Os recursos disponíveis hoje são diversos e são imprescindíveis para a real inclusão no mercado de trabalho, mas ainda estão distantes da população", disse.

De acordo com Gomes, o Brasil ainda cobra impostos de importação de alguns equipamentos, o que encarece os produtos, ao mesmo tempo em que o empresariado nacional não vê neste segmento oportunidade de lucro. Dessa forma, boa parte da população que necessita destes recursos acaba ficando sem opção. "Uma boa parte das pessoas com deficiência é de famílias pobres, e são justamente elas que têm menos acesso a recursos e acompanhamento médico. Assim, se esses equipamentos não tiverem um tratamento especial para serem acessíveis, fica difícil", aponta Gomes.

Fonte: http://invertia.terra.com.br/terra-da-diversidade
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT