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22 de nov de 2011

O Método Meir Schneider - Self-Healing


Meir Schneider define o método como um sistema holístico de recuperação da saúde que desenvolve a inteligência inata do corpo. Trata-se de um processo terapêutico no qual o terapeuta convoca a pessoa para trabalhar em prol da prevenção ou da recuperação, conclamando-o a envolver-se em um processo de conhecimento sobre as dinâmicas e potencialidades do próprio corpo. O método Meir Schneider - Self-Healing tem como premissa conscientizar o indivíduo de sua responsabilidade sobre a sua própria saúde. Nos atendimentos, procura-se ensinar o paciente a reconhecer seus padrões posturais e a conectá-lo com suas tensões e processos patológicos. Também se busca atuar nos padrões da mente já fixados, quebrando-os e permitindo que novos circuitos neurais se estabeleçam.”
As Técnicas

Algumas técnicas utilizadas nas sessões de Self-Healing são ensinadas ao paciente com objetivo de potencializar e maximizar as possibilidades de autocura do corpo. Com a prática constante destas técnicas é possível ativar as vias neurais, criar melhores condições para o funcionamento fisiológico e, com isto, possibilitar a recuperação de deficiências ou compensar perdas que já aconteceram. Há um amplo leque de recursos e, entre os mais utilizados podemos citar os seguintes:

RESPIRAÇÃO

Dentre as técnicas respiratórias é comum orientar o paciente para experimentar uma respiração profunda, realizada de forma lenta, suave e silenciosa. Esta forma de respirar é diferente daquela que se experimenta cotidianamente. Respirando assim pode-se estimular o sistema nervoso parassimpático e isto produz um efeito calmante e estabilizador sobre todo o corpo. As técnicas respiratórias são, na maioria das vezes, combinadas com os movimentos. A coordenação dos movimentos com a respiração facilita a percepção cinestésica e auxilia na realização de um movimento de melhor qualidade, não forçado ou mecânico.

MOVIMENTOS

O Método Meir Schneider - Self-Healing é uma terapia de movimento. Há um sistema inteiro de movimentos sutis, que são realizados com a atenção dirigida para membros, articulações, órgãos internos (como o coração, os pulmões e o intestino), ou seja, para todos os sistemas funcionais do corpo. É sempre possível ativar e melhorar movimentos negligenciados e os resultados têm se traduzido na melhora física e psíquica dos indivíduos. Utiliza-se também técnicas de movimento passivo. Estas favorecem a circulação local, aliviam tensões e podem ser um dos primeiros passos para se trabalhar com pacientes que estão muito debilitados. Com o movimento passivo relembramos ao cérebro o que é movimentar-se com leveza, equilíbrio e de forma fácil. Com estas técnicas também favorece-se a utilização só dos músculos indispensáveis à execução dos movimentos, evitando desgastes desnecessários, o que é bastante interessante quando se trata de prevenir ou corrigir contraturas, por exemplo. A indicação de práticas corporais na água é feita especialmente em casos onde o paciente está bastante enfraquecido, visto que é possível obter um fortalecimento dos músculos sem cansá-los muito.

MASSOTERAPIA

Há técnicas de massoterapia e de mobilização específicas utilizadas na aplicação do método. Por exemplo, há técnicas para regenerar e fortalecer os ossos e músculos, regenerar músculos distróficos, melhorar a transmissão neurológica e aumentar a mobilidade articular . Com a massoterapia procura-se relaxar o paciente e prepará-lo para o movimento. Estas técnicas têm criado nos indivíduos a sensação de que mais movimento é possível. As técnicas de massoterapia e de mobilização, quando utilizadas de forma combinada, ampliam-se mutuamente.


VISUALIZAÇÃO

Bastante utilizada no método principalmente para tornar os movimentos dos pacientes mais eficazes. A visualização (imagens mentais) é usada conjuntamente com a massoterapia, com a respiração e com o movimento. As visualizações são formas de obter a colaboração do cérebro na produção do resultado almejado.

No método utilizam-se, de uma forma combinada, massoterapia, movimentos (do passivo ao dinâmico), práticas de respiração, visualização, relaxamento e trabalho monitorado na água, quando possível.

Usando tais instrumentos o terapeuta de Self-Healing ajuda seus clientes a reverter o progresso de ampla variedade de condições degenerativas, como esclerose múltipla, distrofia muscular, pólio e pos-pólio, artrite, dores crônicas, problemas visuais como erros de refração (miopia, astigmatismo, etc.), glaucoma, degenerações de retina e muitas outras doenças dos olhos.

Self-Healing é a única modalidade de trabalho corporal que combina massoterapia, movimento e tratamentos para a melhoria da visão. Nenhum outro método faz esta combinação.

Fonte: http://www.self-healing.org.br

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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

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FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT