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28 de jun de 2012

NOVIDADE BOA...

E ai colegas? Enquanto meu livro não sai, estou providenciando um novo blog (S.O.S. Produzindo e reciclando recursos), sobre produção de recursos não-ópticos para estimulação visual. Espero que vcs gostem!!!
Até segunda-feira terei uma postagem pronta, ok? Participem!!!

Também aceito sugestões e quem quiser realizar postagens em um de meus blogs é só me enviar um email ta?

Super beijos pra vcs!!!

2 comentários:

  1. Olá, Jucimar, tudo bem? Conheci seu blog hoje e ele me deixou muito feliz. Assumi uma turminha de 1º ano onde há uma aluna com baixa visão, só que além da baixa visão ela também tem algum outro problema, pois não compreende muitos comandos simples. Com todas a sinceridade, estou perdida, não sei nem por onde começar. Comprei alguns materiais para trabalhar a questão da motricidade, mas lendo o seu blog, vi o quanto estou longe da necessidade dela, toda a família tem baixa visão, mas essa menininha tem o caso mais grave, pois teve desnutrição muito novinha, a necessidade familiar era grande e ela passou fome durante muito tempo. A mãe continua tendo filho, infelizmente e nem no médico leva a criança, quero muito atender as necessidades dela e vê-la evoluir no processo de ensino aprendizagem, por favor, não me deixe sem respostas, preciso de ajuda, abçs

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  2. Bom, Susana... inicialmente ela precisa de um acompanhamento médico-oftalmológico. Se não puder ir a um especialista, ao menos uma consulta onde o oftalmologista diga em que circunstância está a visão desta cça e quais as condições fisicas oculares... vc entende?
    depois, com base nesta avaliação vc poderá avaliar a parte funcional visual e daí poderá criar um programa de atendimento.
    Se precisar de ajuda, me envia suas dúvidas por email, ta? Terei satisfação em ajuda-la. abçs

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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

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FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT