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28 de set de 2011

Estimulação visual precoce - parte I

Sabe aquelas luzinhas de Natal que a gente deixa o ano inteiro guardadas para as festas de final de ano? Pois faça o favor de desempacotar. Sabe aquelas pulseirinhas de neon que a gente sempre vê em festas de casamento, formaturas e bailes? Pois arrecade algumas ou procure uma loja especializada. Sabe aquelas folhas de papel celofane que você só lembra de usar quando quer fazer um belo pacote de presente? Pois aqui vai outra dica de uso: mude as cores de sua lanterninha!

   Com essas pequenas mudanças em casa conseguimos montar um ambiente de estimulação pra Marina, desde o início de outubro de 2010, quando começou a usar óculos.

   O mais importante a saber é que qualquer bebê, independente de possuir deficiência visual, começa a reter a atenção primeiramente em pontos luminosos, depois objetos de colorido contraste, para em seguida  notar tudo à sua volta com maior acuidade visual.

   Por isso a primeira grande dica para as mamães é que se aproxime bastante de seus bebês para conversar com eles. Assim ele associará mais rápido a voz com a sua fisionomia, ainda que sua imagem não esteja perfeitamente clara para ele.

   Para as mamães que estão estimulando bebês com baixa visão, é muito importante brincar bastante com objetos luminosos e com constraste (por exemplo, preto/branco, marinho/amarelo). Abaixo um dos cantinhos de exercícios da Marina:
   
Dentro do berço montamos um móbile (arcos em preto/branco, amarelo/vermelho),
com brinquedos super coloridos.

Em volta dos arcos, notem as luzinhas de Natal. Elas piscam no ritmo das músicas natalinas.

No detalhe, Marina, desviando atenção para o ponto vermelho da máquina fotógrafica. Linda!

FONTE: http://blogolhodecoruja.blogspot.com/2011_01_01_archive.html

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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT