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8 de jun de 2011

O QUE ESPERAR DO SEU TESTE DE VISÃO

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Embora cada oftalmologista tenha seu próprio sistema de trabalho, a maioria dos testes de visão são parecidos. Primeiro, o médico fará uma revisão da sua saúde e da história médica de sua família. Depois, ele fará testes a fim de verificar:

Visão Ao dilatar suas pupilas, o médico pode verificar a ocorrência de miopia, hipermetropia, e astigmatismo. Enquanto você olha para um quadro de teste de acuidade visual, o médico medirá sua acuidade visual de forma precisa e, se necessário, determinará o uso de lentes corretivas.

Coordenação dos músculos do olho O médico moverá uma luz a fim de testar sua capacidade de enxergar com precisão e clareza de perto e de longe, bem como de usar os dois olhos juntos.

Visão periférica O médico moverá um objeto nos limites do seu campo de visão, para certificar-se de que você pode ver o objeto.

Reação da pupila à luz O médico direcionará uma luz brilhante no seu olho e observará a reação da pupila.

Teste de cores O médico pedirá que você descreva as figuras de uma série de ilustrações criadas a partir de inúmeros pontos ou círculos coloridos. Isso testa sua capacidade de diferenciar cores.

Saúde e funcionamento da pálpebra O médico examinará a parte interna e externa de sua pálpebra.

Interior e fundo do olho Após dilatar suas pupilas (utilizando um colírio e diminuindo as luzes do ambiente), o médico utilizará um instrumento especial chamado oftalmoscópio para, através da retina e do nervo óptico, ver o fundo do olho. É aí que os sinais de várias doenças oculares aparecem primeiro.

Medição da pressão do líquido do olho O médico lançará um sopro de ar em seu globo ocular utilizando um instrumento chamado tonômetro. Esse procedimento verifica a pressão ocular, que serve como um indicador precoce de glaucoma e outras doenças.

FONTE: http://www.bausch.com.br/br/vision/teens/eyeexams/expect.jsp
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT