ACOMPANHE ESSE BLOG DE PERTO!

Mostrando postagens com marcador recursos não-ópticos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador recursos não-ópticos. Mostrar todas as postagens

6 de jun. de 2012

A arte pode ser feita por todos?


Um tema que penso sempre no meu trabalho de terapeuta ocupacional é de quanto a  arte pode influenciar o modo como fazemos o nosso cotidiano, nas simples atitudes. Quantas vezes prestamos atenção em como podemos criar uma estética própria?  E de como os processos do homem, digo político, afetivo, biológico são interdependentes para formar uma história. Não é assim também que se produz cultura?
Por exemplo, quem recicla o lixo diariamente? O que faz com ele? Dá para reutilizar aquele objeto e dar uma nova função? Dá para fazer um retoque criativo e dar de presente para um amigo? E  virar um brinquedo? Aquela caixa que veio um presente não pode ser incrementada e servir para guardar "badulaques" ao invés de ter que comprar outra caixa? Além de dar uma função também pode ser uma oportunidade para exercitar a criatividade.

Nem vou comentar sobre os benefícios que traz ao planeta quanto a reutilização de materiais, que é sabido por todos. Por enquanto quero me referir aos benefícios do exercício de atitudes criativas e lúdicas, e por que não dizer políticas no nosso dia-a-dia. Vamos começar a olhar para materiais que iriam direto para o lixo e pensarmos se realmente não podem ser reutilizados.  
 
Brinquedo feito de embalagem de ovo de Páscoa com sementes


Brinquedo luminoso para criança com baixa visão. Reaproveitamento de vaso de planta pintado.
 Marcel Duchamp, um grande artista visionário do século passado, questionou os limites da arte levando objetos do cotidiano à categoria de obras de arte. Os “ready-made” serviam para contestar a forma de produção artística instalada na época, mas eles só foram possíveis por meio do olhar multidimensional do criador. Sem ter o objetivo de reciclar o lixo Duchamp reciclou as mentes das pessoas que entenderam o significado de suas obras e que a partir daí a história da arte tomou outro rumo.

Marcel Duchamp by Man Ray
Por que não podemos criar uma rotina de parar por instantes para brincar de reinventar coisas? Assim criamos oportunidades de reinventar mentes...reinventar modos de vida.
FONTE:  http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com.br/search/label/baixa%20vis%C3%A3o

16 de abr. de 2012

kit estimulação visual

Aqui são algumas amostras de cartelas em auto contraste, pode escolher avulsas ou em kit.
Vou adorar trabalhar para você.
*_*





FONTE: http://rositaestimulacao.blogspot.com.br/2012/02/kit-estimulacao-visual.html

Mini livro da estimulação visual


 Opa!!!!
Me pegaram de surpresa!! rsrs
Em mais um momento de construção de um mini livro,
este destinado a Natália uma fisioterapeuta pra lá de especial.
Com ela também faço outras criações, como o kit caviv, mostrarei para vocês aqui.
 Ops!


Mas já está quase no fim! rsrs 
Breve postarei ele prontinho. 
bjs 
*_*




FONTE: http://rositaestimulacao.blogspot.com.br/2012/02/mini-livro-da-estimulacao-visual.html

Pet´s visual

Copinhos confeccionados a partir de garrafinhas pet, você estimula a parte visual de seus pacientes ou os pais corretamente orientados também podem estimular em casa.
Esses copinhos podem ser confeccionados em casa.
Basta ter em mãos :
* Garrafinhas de água de 500 ml cortadas ao meio.
* Durex colorido nas mesmas cores do papel celofane.
* Papel celofane nas cores:
*azul, 
*vermelho, 
*amarelo, 
* verde e ou laranja.
Assim acomodar o papel celofane dentro dos copinhos já cortados e passar o durex na borda para não soltar e a mesmo processo com a boca da garrafinha.
Então está feito, agora basta ter em mãos uma lanterna e estimular sua criança.

PS. ( Senhores pais, aconselho pedir orientação a um profissional capacitado para orientar adequadamente a estimulação, pois dependendo da criança e da patologia a estimulação com luz inadequadamente pode causar convulsão ) Obrigada. *_*

FONTE: http://rositaestimulacao.blogspot.com.br/2012/01/copinhos-confeccionados-partir-de.html

Mais novidades na estimulação! *_*


Essas cartelas são de tamanho  mini de 15 de largura e 20 de altura, mais uma novidade, são cartelinhas mini, e outras novidade serão as cartelinhas de frutas, formas e animais em contraste ( fundo branco ) para avaliações. Adquira já as suas! *_*





Esse kit, minha gente, particularmente ficou uma fofura! *_* Batizei como régua visual, para estimulação visual. Experimentem!!! *_*





 Essa novidade ... são luvinhas confeccionadas em dupla face, em cores variadas, com carinha na frente e tecido contraste atrás... *_*


Esse kit minha gente, eu forneço para CAVIV, aqui em Fortaleza - Ce, onde moro, destinado a estimulação em casa, para pais e filhos, esse kit contém:

* Mini cartelas ( 15x20 cm ) contraste e coloridas ( 5 unid de cada )
* Par de luvas dupla face
* Pulseirinha com guizo
* Mamãe sacode metalizado
* Maracá
* Bolinha contraste
* Dupla de esponjinhas
* Um par de tapa olho
* Um par de mini chocalhos
* Uma régua visual ( com 08 cartelinhas)
* Um kit de pet´s visual colorido
* Uma lanterna recarregável
Num total de 12 itens + Malinha  (guarda material).

FONTE: http://rositabyrose.blogspot.com.br/2011/09/mais-novidades-na-estimulacao.html

Tecnologia Assistiva nas Escolas

Os its Brasil (Instituto de Tecnologia Social) e a Microsoft Educação questionam no projeto a inclusão social de pessoas com deficiência. O acesso à escola de alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento já é uma realidade em nosso país, e a sua participação e aprendizagem exigem que se desloque o foco da “deficiência” para eliminação das barreiras que se interpõem às pessoas nos processos educacionais. Com este trabalho eles esperam contribuir com as escolas públicas e privadas, no sentido de fortalecer a filosofia educacional da não discriminação e da efetiva participação, que possibilitem o desenvolvimento das capacidades de todos os alunos, bem como sua inclusão social. Apresentaremos, a seguir, recursos de acessibilidade para a autonomia e inclusão educacional e sócio-digital da pessoa com deficiência.


Kit Luva
Painel em tecido, com bolsos em plástico transparente, utilizado para armazenar objetos que serão empregados nas atividades de estimulação sensorial, contendo:
*5 potes para estimulação gustativa (Ex.: doces, salgados e azedo);
*5 vidros para estimulação olfativa (Ex.: pó de café, temperos etc.);
�� 5 objetos para estimulação auditiva (Ex.: chocalho, guizo, apito etc.);
�� 5 objetos para estimulação visual (Ex.: lanterna, brinquedos com cores contrastantes e brilho);
�� 5 objetos para estimulação tátil (Ex.: esponja, lixa, massa de modelar etc.);


Tapete sensorial
Tapete com diferentes texturas, cores e sensação térmica, para estimulação sensorial. Podendo ser confeccionado com: EVA, estopa, feltro, cortiça,
tapete carrapicho, madeira, tecido plush, couro, manta acrílica etc;









Chocalho adaptado
Confeccionado com duas mini garrafas pet contendo objetos, como: contas, guizos, grãos. As garrafas podem ser unidas com
fita adesiva. Detalhe: elástico com velcro nas pontas para fixar junto ao corpo do aluno, estimulando a audição por meio do movimento e do som;







Jogo adaptado
O professor pode adaptar a brincadeira de bola o cesto, para crianças com dificuldade de coordenação motora, utilizando cano de PVC cortado como canaleta, tendo uma das extremidades um cesto e a outra fixada ou apoiada manualmente;








Livro adaptado
Livro de história, adaptado com fichas de comunicação, contendo imagens que substituem o texto, com objetivo de facilitar a compreensão e a interação do aluno. Além de ser um recurso para o trabalho com pessoas deficientes, este livro também pode ser utilizado por alunos que ainda não estão alfabetizados ou que apresentam dificuldades específicas de leitura;









Prancha de comunicação
Confeccionada em prancheta ou papelão, com figuras do PCS ou imagens reais, para facilitar a comunicação e expressão dos alunos durante as atividades;









Adaptador
para pintura
Confeccionado com cone de fio de
máquina de overlock, revestido em EVA;








Manoplas
O talher pode ser engrossado com manopla de bicicleta com peso. E, para fixar o talher na manopla, preencher o interior com mistura de pó de ferro e cola branca;







Contentor de alimentos
Em PVC, com hastes para fixar na borda do prato. O talher poderá ser fixado com velcro na mão do aluno, caso o mesmo tenha dificuldade em mantê-lo;





Avental prático
Confeccionado com tecido atoalhado,
forrado com plástico ou tecido impermeável, para evitar o acúmulo de resíduos alimentares e salivas no vestuário do aluno;











Máscara para teclado
Confeccionada em EVA e cola de contato, deixando exposto somente as teclas que serão utilizadas;










Cadeira adaptada para transporte
Confeccionada com estrutura de madeira, forrada com espuma, revestida com tecido impermeável e cinto de segurança.
Se necessário utilizar outras adaptações para segurança e posicionamento adequado do aluno, durante o transporte;









É importante ressaltar que não existem receitas prontas para atender a cada necessidade educacional especial. A escola, além das orientações compartilhadas, deve buscar informações e orientações que ampliem as possibilidades, para que todos os alunos encontrem um ambiente adequado e acessível.

FONTE: http://projetordesonho.blogspot.com.br/2011/08/tecnologia-assistiva-nas-escolas_02.html

Caixa de estimulação sensorial

 Veja só que diversão as crianças entram nessa caixa gigante e desenvolvem muitas atividades,caixa de papelão que iria para o lixo , dentro da caixa tem um tapete sensorial feito de barbante e com círculos recortados de várias texturas de tecido de ponta a ponta, temos a meia calça colorida que esconde e encontra objetos, a porta de elástico para passar e nessas outras aberturas geométricas colocaremos fitas para tampar.Tem mais em cima tem uma tampa de papelão que você podera utilizar mais escuro brincando com lanterna, isso é estimulação visual.




Isso tudo iria para o lixo mas a necessidade e a criatividade fez a realidade de existir um brinquedo totalmente especial para nossos alunos . 
FONTE: http://babaluespecial.blogspot.com.br/2011/10/caixa-de-estimulacao-sensorial.html

8 de abr. de 2012

MUNDO DE CARTÓN

.

0


El cartón es un material que está formado por varias capas de papel por ese motivo es más grueso y resistente. Muchas cosas están hechas de este material, por ejemplo, las cajas, las pastas de los cuadernos y las tarjetas.
 En el mercado existen tarjetas de distinto tipo, aquellas que se usan para saludar o felicitar, tarjetas para jugar como los casinos o los que ahora se conocen como “cards” de los programas favoritos de los niños y también están las tarjetas educativas que son aquellas que Kiddy’s House nos presenta y están totalmente elaborados con cartón.
 Tarjetas de Estimulación Visual, dirigido para bebés de 0 a 6 meses con características apropiadas a su canal visual que les permitirá desarrollar habilidades como fijar la mirada y el seguimiento visual.
 Tarjetas de Expresiones, con ellas el niño identificará emociones a partir de las expresiones que ve y también podrá imitarlas, lo cual ayudará a ejercitar los músculos faciales y de esa manera favorecer el lenguaje.
 Tarjetas de Sonidos Onomatopéyicos, el niño conocerá a muchos animales y podrá imitar el sonido ya que se muestran en la parte posterior, esto no sólo incrementará su vocabulario sino que también estimulará el uso del lenguaje oral de una forma muy divertida.
 Bits de Lectura, un juego completo de tarjetas que tienen como finalidad incrementar el vocabulario del niño y trabajar la memoria visual que le permitirá reconocer palabras de forma global, lo cual ayudará cuando inicie el aprendizaje de la lecto escritura  en la escuela.
 Bits Mis Primeras Frases, con ellas el niño no sólo reforzará las palabras aprendidas sino que podrá armar frases cada vez más extensas haciendo uso de elementos apropiados como artículos, pronombres, conjunciones, adjetivos, sustantivos y  verbos.
 Bits de Matemáticas, estas tarjetas llenas de puntitos rojos iniciarán al niño en el conocimiento de las cantidades y con ellas la resolución de operaciones básicas de suma, resta, multiplicación y división. También podrá comparar cantidades (mayor que, menor que, igual o diferente que)
 Bits Numéricos, ahora el niño pasará de lo concreto (cantidades) a lo abstracto (cifras) con gran facilidad, se realizará la relación número-cantidad y se reforzarán la comparación de cifras así como las operaciones básicas pero ahora con las cifras.
 Todas estas tarjetas han sido elaboradas considerando las características de los niños en cada etapa, se ha tenido total cuidado con los detalles como las puntas y diseños, de tal manera que no representen ningún peligro, sino más bien que sean de gran atractivo para ellos.
 Son fáciles de usar y cuentan con un manual que ofrece actividades sugeridas para hacer utilizar las tarjetas de diferentes maneras y sea más interesante para el niño. Al ser resistentes, el niño también los puede manipular pero siempre bajo la supervisión del adulto.
 Los niños estarán felices de poder compartir sus juegos con padres y maestros. Que sean una excusa para pasar más tiempo con ellos y desarrollar sus habilidades mientras juegan.

FONTE:  http://cosasdelainfancia.com/articulos/mundo-de-carton.php

Tarjetas de Estimulación Visual

.


Al nacer, el bebé es capaz de percibir los objetos sin llegar a distinguirlos porque aún su sistema visual es inmaduro y también puede fijarse en un determinado objeto que llame su atención por un periodo corto de tiempo, lo que significa que a través de la vista el bebé desarrolla la capacidad de atención y concentración, que es la base para el aprendizaje.
Las Tarjetas de Estimulación Visual ofrecen al bebé experiencias visuales previas que lo motivan a explorar a través de la vista, logrando de esta manera:
  • Situar objetos en el espacio
  • Desarrollar una coordinación óculo-manual
  • Diferenciar luz de oscuridad
  • Enfocar la mirada en los objetos (fijación)
  • Seguimiento de objetos en movimiento
  • Percibir contrastes de colores
  • Discriminación progresiva de formas y figuras
  • Conocimiento básico de los objetos
  • Perfeccionar las capacidades visuales

Del nacimiento a los 6 meses de edad, la vista se va desarrollando de forma rápida y progresiva. Al estimular visualmente al bebé es necesario considerar en cuenta este desarrollo de tal manera que los objetivos a trabajarse sean alcanzables para el bebé:
0 a 3 meses
- Atiende al estimulo visual y reacciona ante la luz.
- Fija rudimentariamente la mirada en objetos de colores brillantes y móviles.
- Sigue un objeto con la vista en una trayectoria de 90.
- Fija la mirada en el rostro de mamá y papá.
- Distingue objetos en la gama del blanco y negro.

3 a 6 meses
- Descubre sus manos y sus pies.
- Sigue objetos en movimiento hacia la línea media de su cuerpo.
- Mantiene la mirada en dirección a su mano.
- Mantiene contacto visual con objetos de más de dos colores por segundos.
¿Cómo estimular?
Conseguir tarjetas de estimulación visual para poder realizar las sesiones.
Se recomienda realizar pequeñas sesiones en ambientes tranquilos con luz apropiada. Realizar todos los días sesiones cortas.
A continuación nos debemos ubicar frente a los ojos del niño, respetando unos 30 cm de distancia. Luego esperaremos a que centre la mirada para empezar a mover las tarjetas.
Seguidamente, empezar a mover lentamente la tarjeta para buscar en el bebé un seguimiento horizontal, hacia el lado izquierdo y derecho de su oreja. Después continuar realizando movimientos verticales, a la altura del centro y moverlos lentamente desde la frente del bebé, hasta su pecho. Seguir con movimientos diagonales y circulares.

Reconoce signos de alerta
Los ejercicios de estimulación visual te ayudarán a reconocer signos de alerta en tu bebé. De ser así, acude al pediatra si tu pequeño presenta algunas de estas características:
  • Cuando el bebé desde los 2 meses, no es capaz de enfocar un objeto (mantener la mirada).
  • Si el bebé es  mayor de 3 meses no sigue un objeto con la mirada.
  • Si cruza los ojitos constantemente (normalmente, los bebés cruzan los ojitos hasta los 6 meses).
  • Si tienes alguna duda con respecto a la visión de tu bebé   
FONTE:  http://cosasdelainfancia.com/articulos/tarjetas-de-estimulacion-visual.php

17 de mar. de 2012

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO AO ALUNO COM BAIXA VISÃO

.

O trabalho com alunos com baixa visão baseia-se no princípio de estimular a utilização plena do potencial de visão e dos sentidos remanecentes, bem como na superação de dificuldades e conflitos emocionais (MEC- Saiba mais... clique nos links à direita).

a pedidos trouxe algumas sugestões para pais, professores e outras pessoas que convivem com a criança de baixa visão na idade escolar:
- Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).
- Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão).
- Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.
- Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.
- Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.
- Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.
- Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.
- Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.
- Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.
- Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.
- Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.
- Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.
- Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.
- Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.

OBS: Deve-se evitar fazer tudo pela criança com baixa visão para que ela não se canse ou se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.

NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO
Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). (K.José et al). Os meios para que se consiga esta melhora são:
- Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV);
- Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.

CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO
- Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);
- Uso de maiúsculas;
- Usar o tipo (letra) Arial;
- Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);
- Usar entrelinhas e espaços;
- Cor do papel e tinta (contraste).

FORMAS DE AMPLIAÇÃO
- Fotocopiadora;
- Computador;
- Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.

MATERIAIS
- Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;
- Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;
- Suporte para livros;
- Guia para leitura;
- Luminária com braços ajustáveis.

MAIS SUGESTÕES
Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).


Para alguns alunos é necessário um espaço maior entre as linhas; como não encontramos este tipo de caderno no mercado pode-se utilizar caderno de desenho ou encadernar um maço de sulfite, colocando capas (frente/verso) e em seguida traçar as linhas mais espaçadas, como no exemplo abaixo 5 cm, folha por folha (com lápis 6B) de acordo com a necessidade do aluno. As mães costumam colaborar quando orientadas neste sentido.



Caso o aluno apresente além da baixa visão, uma dificuldade motora, pode-se utilizar de letras móveis e letras recortadas em papel para que o aluno cole-as no caderno, formando palavras, ao invés de escrever.



Para evitar o cansaço de estar constantemente com o rosto sobre o caderno, pode-se utilizar um suporte para leitura encontrado em casas que trabalham com artigos para deficientes visuais. Pode ainda ser confeccionado ou ser utilizados livros, como suporte, embaixo do carderno para que este possa ficar mais elevado.



O professor pode ainda confeccionar esta grade para facilitar a escrita do aluno com baixa visão. Pode ser utilizado uma lâmina de radiografia, como na foto, do tamanho da folha do caderno e com a mesma medida das linhas ou ainda em papel cartão com cores que contrastem com o fundo branco da folha do caderno. Para a leitura pode ser confeccionado no mesmo modelo, uma guia para leitura utilizando-se somente uma linha vazada e à medida que o aluno vai lendo a guia vai sendo deslocada para a linha de baixo, o que evita que ele se perca durante a leitura.


O professor também pode se utilizar dos encartes que contém figuras grandes para trabalhar com o aluno com baixa visão para reconhecimento dos produtos e palavras conhecidas bem como com rótulos de embalagens que são utilizados em seu dia-a-dia. A medida que ele vai aprendendo a ver começará a identificar figuras cada vez menores.



O aluno pode recortar o produto que identificou visualmente e nomeá-lo. Posteriormente pode colocar as figuras em ordem alfabética criando um livrinho.


Pode-se ainda trabalhar com jogos pedagógicos.


OBS: O professor deverá identificar o tamanho de letra que a criança consegue enxergar para realizar as atividades, caso contrário não se sentirá motivado a realizar as tarefas. O professor deve estar atento pois este pode ser um dos motivos pela falta de interesse e indisciplina do aluno.

FONTE: http://dvsepedagogia.blogspot.com.br/

12 de mar. de 2010

CAIXA DE LUZ

.
Este é mais um recurso bastante utilizado para o trabalho com crianças com baixa visão.
Tenho utilizado com algumas crianças e, acredite, o resultado tem sido maravilhoso!!!
E, o mais interessante, é que é um recurso que te proporciona uma utilização bastante eclética... Dá pra variar os tipos de atividades a serem realizadas (jogos, brincadeiras, contação de histórias, etc.), como também trabalhar diversas disciplinas, inclusive conteúdos extracurriculares. Os instrumentos adicionais podem ser confeccionados artesanalmente, ou até mesmo utilizar itens, como: miniaturas, copos, talheres, entre outros.
Logo, logo, teremos outras postagens com a utilização de métodos de utilização destes recursos em parceria com este maravilhoso recurso!
Espero que gostem!!!

DESCRIÇÃO DA CAIXA DE LUZ



Caixa de acrílico (pode também ser de madeira) de aproximadamente 50 cm de largura por 30 cm de comprimento e 15-20 cm de altura. No interior leva um tubo florescente em U de 40 W (como é o desenho); se não se dispões desse tubo pode-se pôr dois tubos retos. A caixa se tampa com uma prancha de acrílico não transparente (como é acrílico que tem as caixas donde os radiologistas vêem as radiografias), a qual se sustenta com duas extremidades. Em um dos lados leva uma ficha para controlar a intensidade da luz – subir e baixar – e para tomada de acender. Do lado oposto à alça uma extremidade móvel para permitir a entrada de ar e evitar o esquentamento da caixa mediante a inclusão de um dispositivo especial para contrabalancear a excessiva temperatura.
Na base, uma espécie de suporte móvel, com três posições, para permitir colocar a caixa a distintas alturas e posições para facilitar a tarefa visual que realiza a criança.



FONTE: http://www.sld.cu/galerias/pdf/sitios/rehabilitacion-temprana/caja_de_luz.pdf

13 de fev. de 2009

MATERIAIS DE ELABORAÇÃO PRÓPRIA

.

As seguintes imagens pretendem mostrar-lhes exemplos de materiais econômicos, bem como, adaptações de recursos, de baixo custo e que estejam ao alcance de todos para prática do sistema alternativo no trabalho com crianças de baixa visão.

IDÉIAS PARA ADAPTAR ATIVIDADES ESCOLARES NO TREINO DA MOTRICIDADE
Adaptações úteis com alunos portadores de baixa visão na prática e treino da motricidade, bem como, exercício para inicialização e maturação da habilidade visomotora.
Nas atividades pré-escolares é comum utilizar emborrachados, cordões, lã, etc., na confecção e adaptação de recursos e atividades. É importante observar que estas atividades e recursos devem ser o mais simplificados possível, enfatizando unica e principalmente o objetivo a ser alcançado. A atividade não deve ser cansativa, tampouco se deve apressar a criança. É de suma importância a participação do profissional de forma direta durante as primeiras apresentações destas atividades. É necessário que sejam dadas as informações por etapas oralmente (pausas durante as apresentações das características da atividade). Vejamos os exemplos a seguir:
1. FORMAS CIRCULARES

(flor adaptada com emborrachado - vazado em círculo no miolo da flor, corpo de lã e folha de cartolina laminada verde)

Professora: Esta é uma flor. Olhe que bonita! Aqui estão as pétalas, o miolo... (neste momento a professora fala a parte expercífica, dá sua característica e pede a criança para olhar ao mesmo tempo que segurando em sua mão passa por sobre esta parte).

Após a apresentação, pede a criança para contornar, na forma circular, o miolo da flor.

A medida que a criança vai dominando o movimento e o reconhecimento tátil e visual, a professora poderá adaptar novas atividades, diversificando quantidades (1, 2, 3...), tamanhos (do maior para o menor), relevos (alto, médio, baixo e nenhum relevo - apenas o contraste) e até as formas (flor, carro, pirulito...).





Nas atividades com barbantes, no exemplo a seguir, o professor poderá trabalhar outros conteúdos - neste caso o tema será higiene. E, para complementar seu raciocínio lógico, o profissional poderá fazer o sabonete de emborrachado na cor vermelha e as bonhas com contornos de barbante ou cordão.
Para temas matemáticos, a criança poderá identificar as maiores, ou menores; o professor poderá solicitar que elas pintem somente as pequenas, ou as iguais, ou até mesmo que faça colagens com papel laminado. As crianças adoram!
Além das formas geométricas, com estas atividades, o profissional poderá trabalhar dentro e fora, bem como, fazer relação das formas geométricas com o meio, como no exemplo abaixo, onde o quadrado se transforma numa janelinha que, de acordo com a musiquinha "a janelinha fecha quando está chovendo... a janelinha abre, o Sol está aparecendo...", faz relação com atividades da vida diária.











Após o trabalho com formas geométricas e figuras simplicadas, é possível trabalhar as letrinhas do alfabeto utilizando lixa para prática do contorno e reconhecimento visual (o tamanho da letra varia entre 250 e 100, possíveis a atender ao movimento mínimo da coordenação motora e dimensão máxima do campo visual da criança, se possível). A aprendizagem da escrita e reconhecimento visual do próprio nome poderá ser um dos objetivos a alcançar com esta atividade. À medida que houver domínio de contorno e reconhecimento das letras o profissional vai trabalhando as letras sequenciadas de formas separadas (em tamanhos maiores) e juntas (em tamanhos menores a medida que foram acrescentadas novas letras).




Por enquanto é só... espero realmente que gostem desse material. Posso garantir sua funcionalidade. Utilizo constantemente em meus atendimentos e alcançado 100% de funcionalidade.
Se tiverem dúvidas ou sugestões para engrandecimento desta atividade, postem comentários no link "comentários" localizado abaixo.
Um abraço a todos!!!

11 de dez. de 2008

RECURSOS PARA BAIXA VISÃO (IMAGENS JPEG PARA TV E PC)

Aqui existem algumas imagens que costumo trabalhar (algumas utilizando miniaturas), contando histórias, fatos da vida real, dando características a cada caractere, enfim, se utilizando de criatividade você poderá usufruir destas imagens visando alcançar diferentes objetivos, além de favorecer o desenvolvimento de muitas habilidades visuais e cogniticas.

Espero sinceramente que gostem! Bom trabalho!

(PARA AMPLIAR A IMAGEM, BASTA CLICAR E ASSIM PODERÁ SALVAR EM SEU PC)




































Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

.
.

NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT