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11 de jun. de 2012

Visão de Desenvolvimento

Bebe con juguete 
Você já teve dor de cabeça, olhos lacrimejantes? Você pode mover as letras durante a leitura ou com sono? Por que não relés apenas entender? Você vê a distância turva ou perto?

Talvez você, ou talvez você conhece uma criança que lutou para aprender na escola, falta de memória, compreensão pobre, com problemas de leitura e / ou escrita, se distrai facilmente, evita tarefas de perto investe números e / ou cartas , o conselho é difusa.
Isso pode ser um sintoma de um problema de visão, habilidades pobres, que não só você está impedido de ver com clareza e conforto, mas também limitar a compreensão e aprendizagem.
"Ver não é só para entender o que você vê"
Esta é a diferença entre a visão e visão, se o sentido da visão é um processo complexo, a visão é mais no último estão envolvidos processos de pensamento elevadas, que permitem que a percepção visual, ou seja, a análise , a compreensão e parceria do que estamos vendo. O que queremos dizer é que o cérebro produz o que os olhos vêem, é onde é a visão.
A visão é aprendida, assim como aprendemos a andar, falar, e também aprender a ver. Nós não nascemos sabendo ver, vamos construir a nossa visão do momento em que nascemos, o desenvolvimento de habilidades tais como a motilidade ocular, mão - coordenação olho, foco, binocularidade (coordenação de ambos os olhos), da mesma forma que entender e analisar o nosso espaço por exploração e movimento.
Quando um bebê está engatinhando desenvolve o cálculo de distâncias, tamanhos dos objetos através da manipulação. Assim, consolidando a visão vai, em conjunto com o desenvolvimento de nossos outros sentidos. O desenvolvimento do sistema visual, leva tempo e não até 7 anos de idade quando podemos dizer que as habilidades visuais são completo, integrado e pronto para ser usado eficazmente como na compreensão da leitura, a escrita mais atenção, mais, excel em esportes, etc. Desde que tenham tido uma estimulação adequada.
Dissemos anteriormente que a visão é aprendida e estimulação inadequada pode enviar-lhe fora a uma deficiência em habilidades, reduzindo suas chances de sucesso no trabalho, escola ou esportes. Para ser aprendido, também pode ser treinada e reforçada, levando a um nível ótimo habilidades visuais.
Você pode evitar problemas de visão, é necessário ter higiene visual adequado, às vezes isso pode ser suficiente, mas às vezes você precisa de uma avaliação funcional optométrica e perceptual para confirmar ou descartar um problema de visão que interfere com o seu desempenho.
O treinamento consiste em um estímulo visual para todo o sistema visual e outros sentidos envolvidos na operação da Visão através de exercícios específicos e planejados de acordo com as necessidades de cada pessoa para alcançar um melhor desempenho em suas atividades diárias.
Com os melhores cumprimentos,
"Dedicada a melhorar sua visão"
 
Psych. Fernando Villegas
Terapeuta Visual

9 de jun. de 2012

Ambliopia (revisado em fevereiro/2011)



AMBLIOPIA

Por que é preciso conhecer a ambliopia?

1) Porque ela é causa comum de baixa acuidade visual (visão deficiente, vista fraca) na criança.
2) Porque ela ocorre em olho potencialmente sem defeito anatômico.
3) Porque ela é enganadora (pode não dar sintomas)
4) Porque ela pode ser prevenida ou tratada precocemente, com sucesso.

O recém-nascido enxerga?

Sim, mas sua visão não está completamente desenvolvida.
A criança precisa “aprender a ver”.
O desenvolvimento da visão é muito rápido no 1º ano de vida; aos 5 anos a criança já enxerga, à distância, como um adulto, mas continua a desenvolver funções visuais refinadas até os 9 anos.
Para o progresso da visão, é necessário o desenvolvimento da retina (no olho) e do centro da visão (na córtex do cérebro).
O centro visual no cérebro precisa receber imagens nítidas e iguais dos olhos e, então, a pessoa enxerga o objeto fixado.
Se as retinas recebem imagens discordantes, o cérebro elabora-as mal e “escolhe” a melhor, “apagando” toda a percepção vinda do outro olho. Isso é o que se chama ambliopia.

O que é ambliopia?

É o “olho preguiçoso”, isto é, o olho que enxerga mal (por um problema de seu desenvolvimento) embora não tenha nenhum defeito ao exame com oftalmoscópio.

A ambliopia ocorre só num dos olhos ou nos dois?

Na grande maioria é unilateral (num olho só) mas às vezes pode ser bilateral (casos com astigmatismo e/ou hipermetropia de graus alto e de aparecimento precoce).
· Que condições podem causar ambliopia? As mais comuns são:

1. Estrabismo – desvio de um olho, especialmente quando esse desvio é para dentro. Neste caso a criança percebe duas imagens do mesmo objeto e como isso é incômodo, o cérebro apaga a imagem recebida do olho desviado. Assim esse olho deixa de ser usado e sua visão vai se perdendo. É a ambliopia por desuso.

2. Erro de refração (miopia, hipermetropia ou astigmatismo) acentuado num dos olhos. Pode ser um olho normal e outro com erro de refração ou pode ser que o erro de refração seja discreto num olho e intenso no outro.
A imagem enviada ao cérebro pelo olho com erro de refração maior é desfocada ou borrada e por isso o cérebro a suprime; desse modo, esse olho não se desenvolve. É a ambliopia por anisometropia (que significa diferença de refração entre os 2 olhos).

Como detectar precocemente a ambliopia?

1. Um bebê de 2 meses, normal, olha nos olhos que da mãe e segue seus movimentos, se estes forem lentos a uma distância de até 50 centímetros. Em caso contrário, consultar o oftalmologista.

2. Estrabismo – consultar imediatamente o oculista. Lembrar que no 1º semestre de vida é normal um estrabismo leve, bilateral, não fixo.

3. Consulta precoce (até os 2 ½ anos) com oculista é indicada nas crianças:

· que nasceram prematuras
· de pais ou familiares próximos que usam óculos com graus médios/fortes · de família de estrábicos
· com doenças genéticas ou neurológicas

4. Verificar os sinais de alerta para visão deficiente (e consultar, de imediato, o oculista):

· criança de 1 ano que não acha objetos escondidos, não olha para a figura correta quando ela é indicada pelo nome (se possível fazer o teste em ambos os olhos separados).
· olhos desviados ou cruzados; um olho menor do que o outro.
· olhos que dançam ou tremem.
· criança segura os objetos muito próximos para olhar.
· lacrimejamento excessivo, contínuo esfregar dos olhos, não tolera luz, olhos sempre irritados.
· franze os olhos para enxergar, fecha um dos olhos para olhar, inclina a cabeça para um lado para enxergar melhor.
· íris deformada (não inteiramente redonda) ou pupilas diferentes em forma, tamanho ou cor.
· queixas: não enxerga bem ou visão borrada, visão dupla.

5. A criança pode enxergar mal de um dos olhos mas compensar com outro, parecendo ser normal.

Por isso convém que toda criança faça sua primeira visita ao oculista aos 3 anos.

6. A partir dos 3 ½ - 4 anos, a visão da criança deve ser acompanhada, no consultório pediátrico, a cada 6 meses, com as tabelas (quadros) dos “E” .

7. Mesmo antes disso a acuidade visual pode ser testada com os “cartões de Teller” que têm listas zebradas.

Tratamento da ambliopia (oftalmologista)

1. Óculos para corrigir a refração e o estrabismo.

2. Tratamento oclusivo do olho bom (o olho normal é tapado) para forçar a criança a usar o olho mal desenvolvido.
É importante que o tratamento seja precoce, já que tratamentos tardios permitem apenas resultados incompletos.

Jayme Murahovschi (pediatra, SP)
Isaac Neustein (oftalmologista, SP)
Mauro Plut (oftalmologista pediátrico, SP)

Apoio: Departamento de Pediatria AMBULATORIAL da Sociedade Brasileira de Pediatria

Isabel Rey Madeira (RJ); Leda Amar de Aquino (RJ); Lúcia Ferro Bricks (SP); Marizilda Martins (PR); Renato M. Yamamoto (SP); Rosa Resegue (SP); Rudolf Wechsler (SP); Vera Lucia Maia (ES). 


FONTE: http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=24&id_detalhe=1367&tipo_detalhe=s

8 de jun. de 2012

Como ensinar a criança colorir dentro do limite?

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 Colorir dentro das limite pode ser bastante difícil para algumas crianças. A atividade de colorir dentro do limite exige coordenação motora fina , viso-motora e viso-espacial. Uma técnica que eu encontrei no Blog da Terapeuta Ocupacional Dra. Zachry pode ser útil para as crianças com dificuldade motora e visual.A dica é delinear as bordas da imagem com pistola de cola quente.

 Fonte: http://drzachryspedsottips.blogspot.com
 http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/

31 de mai. de 2012

Discapacidad Visual Neurológica conocida también como Discapacidad Visual Cortical, Maduración Visual Retardada, Ceguera Cortical

Por Sam Morgan, especialista en educación.
La discapacidad visual neurológica (NVI) es ahora el nombre preferido para un tipo de discapacidad visual que ha sido y es todavía llamada Discapacidad Visual Cortical o Ceguera Cortical. NVI ahora se divide en tres categorías: Discapacidad Visual Cortical, Maduración Visual Retardada y Ceguera Cortical. Estas divisiones están hechas de acuerdo a qué área cerebral está afectada.
Varios estudios indican que el porcentaje de niños con discapacidades visuales que tienen NVI está entre 3.6 y 21%, haciendo que ésta sea la causa más importante de discapacidad visual en los niños que son sordos y ciegos. La NVI ocurre cuando una parte del cerebro que es la responsable por la visión está lesionada. En otras palabras, el ojo por sí mismo es normal, pero el cerebro no procesa la información correctamente.
NVI tiene varias causas, que incluyen pero no están limitadas a falta de oxígeno antes, durante o después del nacimiento, enfermedades producidas por virus o bacterias como la meningitis y el citomegalovirus, o una lesión traumática. Estos niños pueden, aunque no siempre, tener otras discapacidades adicionales.
Otros tipos de discapacidades visuales como la atrofia óptica (defecto del nervio óptico que impide que el nervio conduzca las imágenes al cerebro) y hipoplasia del nervio óptico (una discapacidad visual causada por un defecto congénito del disco óptico) son más comunes en niños con NVI.
NVI afecta la visión en varias formas y causa la pérdida de la visión de una manera que puede ser desde benigna hasta severa, temporaria o permanente. No hay manera de predecir cómo va a ser la visión de un niño pequeño a medida que va madurando pero muchos niños con NVI experimentan mejoras en su visión.
Es común la visión fluctuante. Esto es aún más pronunciado en los que tienen desórdenes que involucran convulsiones o en los que fueron tratados con ciertos medicamentos como Dilantin, Tegretol o Fenobarbital. Un niño puede ser capaz de ver un objetoun día y no poder verlo al día siguiente. Estos niños pueden tener también una visión periférica que central y por eso mira a los objetos que están al costado del ojo.
Pueden haber perdido algo de su campo visual en una manera asimétrica (un ojo puede ver peor que el otro). Esta pérdida despareja no corresponde necesariamente a sus funciones manuales. Si el ojo izquierdo es mejor que el derecho, la mano izquierda no va a ser necesariamente mejor que la derecha.
Los niños con NVI tienen problemas con algunas tareas visuales específicas. Tienen dificultad con los objetos apoyados (ven al objeto en lugar del fondo) y con despliegues visuales complejos como figuras múltiples (una foto con cinco animales diferentes en lugar de dos).
La confusión espacial es común; por ejemplo no pueden ubicar su silla aunque la pueden ver. También pueden ser visualmente inatentos, no quieren mirar a los objetos y prefieren usar el tacto. Es común ver a un niño dar vuelta la cabeza en sentido opuesto mientras exploran un objeto con las manos. La vista de los NVI puede ser comparada con tratar de escychar a la voz de uno mismo en un lugar ruidoso o hablando una lengua extranjera.
Se ha demostrado que la estimulación de la visión ayuda a la mayoría de los niños con discapacidades visuales a mejorar la forma en que usan su visión; esto es especialmente cierto en los que tienen NVI.
Para que la estimulación visual sea efectiva se debe hacer en situaciones de todos los días de la vida real, no solamente en las sesiones de terapia de la visión. Por ejemplo, identificando colores en una actividad, siguiendo a un compañero de clase con la vista a medida que se va moviendo en el salón de clase e identificando la forma de los objetos de todos los días.

Estrategias instructivas sugeridas para niños con nvi

  1. Materiales, como fotografías, deben ser simples, con gran contraste (los colores de una foto u objeto deben ser diferentes como un juguete amarillo contra un fondo negro en lugar de anaranjado), y presentadas de una en una.
  2. La iluminación brillante ayuda al niño a ver y a atender a los materiales visuales con más consistencia. Hay que acomodar la luz natural tanto como la artificial para determinar cuál es la mejor.
  3. Dar al niño tiempo para responder a los materiales que se les presentan.
  4. La visión de color está generalmente intacta, y los colores se pueden usar efectivamente. El amarillo y el rojo son posiblemente más fáciles de ver y se pueden usar para el contorno de los números, letras, figuras, para usar un código de los colores, o para atraer la atención de algo que usted quiere que el niño mire.
  5. También es importante mantener el color de los materiales constantes para evitar confusiones. Esto también se aplica a las indicaciones visuales en general, que debn ser constantes en el tiempo y los lugares. Si el niño usa un tazón rojo en la casa y así es como él sabe que es la hora de comer, esto mismo debe hacerse en la escuela. Conviene saber si el niño tiene preferencia por algún color o tamaño.
  6. Use una manera multisensorial como asociar el objeto que ustedes quieren que vea con un sonido.
  7. El tacto debe ser considerado un sentido muy importante para el aprendizaje. Los niños con NVI parecen aprender efectivamente usando este sentido.
  8. La repetición y las rutinas pueden ayudar al niño a comprender su ambiente visual. Si se debn hacer cambios, se debn hacer lentamente para permitir el ajuste con el tiempo.
  9. Las fluctuaciones en lel rendimiento visual se pueden ir reduciendo en presencia de fatiga. Traten de trabajar por períodos cortos, o dividan una tarea larga en períodos cortos.
  10. Reducir el ruido de afuera y otros estímulos ambientales que pueden distraer a los niños.
  11. Los objetos son más fáciles de ver cuando están en movimiento. Esto es cierto especialmente cuando se encuentran en los campos periféricos.
  12. La posición es también importante. Cuanta más energía se gasta en sostenersem menos se puede usar para ver.
  13. El lenguaje ayuda al niño a comprender una situación visual agregándole sentido. Sea consistente en el lenguaje que usa.

Referencias

Groenveld, M, Jan, J.E. & Leader, P. (1990). Observations on the Habilitation of Children with Cortical Visual Impairment. Journal of Visual Impairment and Blindness, 84, 11-15.
Levack, N. (1991). Low Vision: A Resource Guide with Adaptations for Students with Visual Impairments. Austin: Texas School for the Blind.
Morse, M.T. (1990). Cortical Visual Impairment in Young Children with Multiple Disabilities, Journal of Visual Impairment and Blindness, 84, 200-203.
Takeshita, B. (1996, March). Neurological Visual Impairment. Paper presented at the annual conference of the California Transcribers and Educators od the Visually Handicapped.
Las hojas informativas de los Servicios de California para los Sordos y Ciegos deben ser usadas tanto por las familias y los profesionales que ayudan a los individuos con sensoriales dobles. La información se aplica a estudiantes de 0 a 22 años de edad. El propósito es dar una información general en un tópico especí fico. Una información más específica para una persona individual puede ser provista a través de la ayuda técnica especializada disponible en el CDBS. La hoja informativa es un punto de partida para luego completar más la información.
PUBLICADO : 
http://www.tsbvi.edu/

FONTE: http://www.vivirdesenfocados.org/?q=node/522

30 de mai. de 2012

ESTIMULAÇÃO VISUAL COM LUZES

Muitas vezes ouço a pergunta: “Tenho um conhecido com uma visão muito baixa, mesmo assim o método Self-Healing funciona?”. Sempre respondo que se ele tem alguma visão, seja ela somente vultos, sempre temos por onde tentar melhorar com os exercícios.

E um dos exercícios que utilizo em meu consultório e indico para pessoas com baixa visão é a estimulação com luzes piscantes. Essas luzes são aquelas que são muito utilizadas em festas e shows, e podem ser encontradas nas lojas de brinquedos e lojas populares.

Luzes que piscam ajudam a estimular áreas da retina onde a visão foi perdida. Para usá-las, sente-se primeiro em um aposento o mais escuro possível e empalme os olhos por cerca de 5 min ( ).

Cubra o olho mais forte com a mão, um pano ou tampão, ligue a luz piscante e segure-a cerca de 30 cm do olho descoberto. Consegue perceber quando está acesa e quando está apagada? Consegue distinguir suas cores? Se conseguir dizer que ela está piscando então temos muito para trabalhar.

Sem permitir sua cabeça se mover ou acompanhar os olhos, mova a luz para os lados, para cima e para baixo, e perceba até quando você consegue vê-la. Descubra uma área que a luz fique menos visível ou não visível. Segure a luz em frente a esta área, feche os olhos e visualize que você a vê claramente, abra os olhos e continue olhando para a luz. Repita algumas vezes essa visualização e perceba se a imagem da luz está ficando mais clara ou brilhante.

Tenha em mente que as células da retina podem se cansar muito facilmente. Se para você meio minuto é muito, então respeite seu limite, empalme os olhos para descansar, e depois continue o exercício. Se para você o exercício não causa cansaço, mesmo assim à cada 3 minutos para e faça um palming para relaxar os olhos.

Nosso sistema visual e nervoso é extremamente complexo, portanto sempre digo que podemos tentar antes de declarar que não há nada a fazer pelos olhos das pessoas com baixa visão.

Portanto, tente, dê uma oportunidade e um estímulo para seus bilhões de neurônios e células da retina.

FONTE: http://metodoselfhealing.blogspot.com.br/2012/04/estimulacao-visual-com-luzes.html

16 de abr. de 2012

O PAPEL DA ESTIMULAÇÃO

Em nenhum outro período de sua existência os seres humanos experimentam um desenvolvimento tão intenso como nos primeiros anos de vida. Basta ver o salto que ocorre de 0 a 1 ano, quando os bebês começam a dar seus passos iniciais. Por isso, é importante não perder nenhuma oportunidade para participar desse crescimento, criando situações propícias e promovendo a estimulação. Eles têm necessidades específicas e características próprias que devem ser consideradas. No entanto, estimular bebês não é como ensinar crianças maiores. Os bebês aprendem de um modo muito diverso, principalmente pelos mecanismos da repetição, da imitação e da exploração sensorial, por meio do brincar. Exatamente por isso, os bebês podem atender a longos períodos de concentração desde que estejam envolvidos em algo de seu interesse. Os bebês crescem fisicamente, praticando exercícios motores; perceptivamente, desenvolvendo o pensamento e o conhecimento na solução de problemas; verbalmente, adquirindo comunicação receptiva e expressiva; psicologicamente, descobrindo sua própria identidade; socialmente, aprendendo a conviver com "amigos". Daí a importância do trabalho realizado no berçário. Nessa fase, é especialmente oportuno que os pais acompanhem o trabalho realizado pela escola, para que compreendam a extensão das atividades propostas.

O rolo possibilita a tonificação da musculatura dos braços e da musculatura dorsal do bebê, a fim de prepará-lo para o sentar.



Bolas na banheira – Trabalha-se o desenvolvimento da coordenação visual e motora, pois, para apanhar a bolinha dentro da água, o bebê necessita adequar o movimento a cada instante, uma vez que as bolas mexem-se constantemente.


Rolar é a primeira forma de deslocamento global do bebê, movimento que requer a integração da musculatura dos dois lados do corpo.


A Bola de Bobath possibilita o fortalecimento da musculatura dorsal e abdominal. Quando o bebê está sobre a bola, busca estabilidade e precisa ajustar-se a cada instante. Estes “ajustamentos” possibilitam a busca pelo equilíbrio corporal.


Cobertor – O “arrastar” sobre o cobertor possibilita o ajustamento do corpo na posição sentada, pois, quando o cobertor é puxado, o bebê contrai a musculatura necessária para manter-se em equilíbrio.


Lanterna - Usando a lanterna, pode-se explorar a coordenação visual e espacial, em que o bebê terá que acompanhar com os olhos o espaço por onde o ponto luminoso irá passar. O bebê tenta “pegar” o ponto de luz, o que possibilita também o trabalho de coordenação visual e motora.

FONTE: http://aprenderecia.blogspot.com.br/2008/06/o-papel-da-estimulao.html

Tecnologia Assistiva nas Escolas

Os its Brasil (Instituto de Tecnologia Social) e a Microsoft Educação questionam no projeto a inclusão social de pessoas com deficiência. O acesso à escola de alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento já é uma realidade em nosso país, e a sua participação e aprendizagem exigem que se desloque o foco da “deficiência” para eliminação das barreiras que se interpõem às pessoas nos processos educacionais. Com este trabalho eles esperam contribuir com as escolas públicas e privadas, no sentido de fortalecer a filosofia educacional da não discriminação e da efetiva participação, que possibilitem o desenvolvimento das capacidades de todos os alunos, bem como sua inclusão social. Apresentaremos, a seguir, recursos de acessibilidade para a autonomia e inclusão educacional e sócio-digital da pessoa com deficiência.


Kit Luva
Painel em tecido, com bolsos em plástico transparente, utilizado para armazenar objetos que serão empregados nas atividades de estimulação sensorial, contendo:
*5 potes para estimulação gustativa (Ex.: doces, salgados e azedo);
*5 vidros para estimulação olfativa (Ex.: pó de café, temperos etc.);
�� 5 objetos para estimulação auditiva (Ex.: chocalho, guizo, apito etc.);
�� 5 objetos para estimulação visual (Ex.: lanterna, brinquedos com cores contrastantes e brilho);
�� 5 objetos para estimulação tátil (Ex.: esponja, lixa, massa de modelar etc.);


Tapete sensorial
Tapete com diferentes texturas, cores e sensação térmica, para estimulação sensorial. Podendo ser confeccionado com: EVA, estopa, feltro, cortiça,
tapete carrapicho, madeira, tecido plush, couro, manta acrílica etc;









Chocalho adaptado
Confeccionado com duas mini garrafas pet contendo objetos, como: contas, guizos, grãos. As garrafas podem ser unidas com
fita adesiva. Detalhe: elástico com velcro nas pontas para fixar junto ao corpo do aluno, estimulando a audição por meio do movimento e do som;







Jogo adaptado
O professor pode adaptar a brincadeira de bola o cesto, para crianças com dificuldade de coordenação motora, utilizando cano de PVC cortado como canaleta, tendo uma das extremidades um cesto e a outra fixada ou apoiada manualmente;








Livro adaptado
Livro de história, adaptado com fichas de comunicação, contendo imagens que substituem o texto, com objetivo de facilitar a compreensão e a interação do aluno. Além de ser um recurso para o trabalho com pessoas deficientes, este livro também pode ser utilizado por alunos que ainda não estão alfabetizados ou que apresentam dificuldades específicas de leitura;









Prancha de comunicação
Confeccionada em prancheta ou papelão, com figuras do PCS ou imagens reais, para facilitar a comunicação e expressão dos alunos durante as atividades;









Adaptador
para pintura
Confeccionado com cone de fio de
máquina de overlock, revestido em EVA;








Manoplas
O talher pode ser engrossado com manopla de bicicleta com peso. E, para fixar o talher na manopla, preencher o interior com mistura de pó de ferro e cola branca;







Contentor de alimentos
Em PVC, com hastes para fixar na borda do prato. O talher poderá ser fixado com velcro na mão do aluno, caso o mesmo tenha dificuldade em mantê-lo;





Avental prático
Confeccionado com tecido atoalhado,
forrado com plástico ou tecido impermeável, para evitar o acúmulo de resíduos alimentares e salivas no vestuário do aluno;











Máscara para teclado
Confeccionada em EVA e cola de contato, deixando exposto somente as teclas que serão utilizadas;










Cadeira adaptada para transporte
Confeccionada com estrutura de madeira, forrada com espuma, revestida com tecido impermeável e cinto de segurança.
Se necessário utilizar outras adaptações para segurança e posicionamento adequado do aluno, durante o transporte;









É importante ressaltar que não existem receitas prontas para atender a cada necessidade educacional especial. A escola, além das orientações compartilhadas, deve buscar informações e orientações que ampliem as possibilidades, para que todos os alunos encontrem um ambiente adequado e acessível.

FONTE: http://projetordesonho.blogspot.com.br/2011/08/tecnologia-assistiva-nas-escolas_02.html

Caixa de estimulação sensorial

 Veja só que diversão as crianças entram nessa caixa gigante e desenvolvem muitas atividades,caixa de papelão que iria para o lixo , dentro da caixa tem um tapete sensorial feito de barbante e com círculos recortados de várias texturas de tecido de ponta a ponta, temos a meia calça colorida que esconde e encontra objetos, a porta de elástico para passar e nessas outras aberturas geométricas colocaremos fitas para tampar.Tem mais em cima tem uma tampa de papelão que você podera utilizar mais escuro brincando com lanterna, isso é estimulação visual.




Isso tudo iria para o lixo mas a necessidade e a criatividade fez a realidade de existir um brinquedo totalmente especial para nossos alunos . 
FONTE: http://babaluespecial.blogspot.com.br/2011/10/caixa-de-estimulacao-sensorial.html

8 de abr. de 2012

INFLUENCIA DE LOS COLORES EN LOS NIÑOS

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Los colores son estímulos visuales que pueden generar diversas reacciones en nuestro organismo y en nuestro estado de ánimo. La psicología del color nos brinda algunos ejemplos sobre los efectos de los colores en los niños, la percepción de los colores varía según la edad.

LOS COLORES Y SUS EFECTOS PSICOLOGICOS
Rojo
Atrae mucho la atención visual, estimula la acción, la energía, cólera, agresividad, también el apetito. Por ello no se recomienda utilizarlo con niños hiperactivos o agresivos, mucho menos si se desea crear una sensación de calma, pero si incorporar ciertos matices en combinación con colores neutros en lugares donde se quiera estimular calidez, la alegría y el dinamismo.
 Anaranjado
Combina los efectos de los colores rojo y amarillo: Energía y alegría. Las tonalidades suaves expresan calidez, estimulan el apetito y la comunicación, mientras que las tonalidades más brillantes incitan la diversión y la alegría. Puede ser considerado para el cuarto de juego de los niños en combinación con colores neutros.
Azul
Tiene un efecto calmante, pues se trata de un color frío, produce paz y sueño, estabilidad. En los dormitorios puede producir sensaciones de tranquilidad y serenidad. Es un color sedante, disminuye las pulsaciones y el apetito, mejor aún si se usan tonos pastel.
Amarillo
Estimula la actividad mental. Se utiliza el color amarillo en niños con gran dispersión, poca concentración ya que despierta el intelecto, ideal para niños con dificultades de aprendizaje o fatiga mental. También es un color que inspira energía y optimismo, da luminosidad y alegría.
Violeta
Se trata de un color místico, especialmente importante en la meditación, la inspiración y la intuición. Estimula la parte superior del cerebro y el sistema nervioso, la creatividad, la inspiración, la estética, la habilidad artística y los ideales elevados.
Verde
Es el color del descanso y el equilibro, ofrece un ambiente relajante, por tanto es recomendable para el cuarto de niños pequeños siempre que no se elijan tonalidades verdes oscuras. También transmite seguridad y un efecto natural en el ambiente.
Celeste
Tiene un poder sedante, relajante, analgésico y regenerador.
Negro
El negro no se utiliza en habitaciones de niños, absorbe la luz, y está asociado a la tristeza, la depresión, el luto.
 Blanco
Es un color que representa la paz, pureza, calma y armonía. Es considerada una tonalidad fría que estimula la actividad intelectual y favorece la imaginación. Por tanto es recomendable para el cuarto de niños pequeños
Es importante aclarar que el origen de estas aparentes propiedades de los colores no está en los propios colores sino en la asociación mental que, de forma natural e inconsciente, hace el ser humano como consecuencia de un “aprendizaje cultural heredado”

FONTE:  http://cosasdelainfancia.com/articulos/influencia-de-los-colores-en-los-ninos.php

Estimulación Visual

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El desarrollo de los principios de aprendizaje se relaciona directamente con la capacidad de la persona para interiorizar y procesar la información que recibe a través de todas las modalidades sensoriales, siendo la comprensión de la asociación producto de la asimilación sinergética de la información. No obstante, de todas las modalidades sensoriales, es la visión, sentido integrador primario, es la que influye con mayor relevancia desde la más temprana edad en las asociaciones cognitivas que contribuyen a fijar los principios básicos de aprendizaje.
Por ello, la visión es considerada como un complejo proceso neurológico por el que somos capaces de identificar, interpretar y comprender lo que vemos. Además, está íntimamente ligada a otras funciones como el lenguaje, la audición, la coordinación motora y el equilibrio.  En tal sentido,  según describe el Dr. Brazelton: ...El acto aparentemente simple de mirar una cara o una pelota NO es posible sin la coordinación entre: El estado de alerta, la capacidad motriz de mover la cabeza (?.) y la conducta visual.  El uso de materiales y/o recursos que permitan una adecuada ¨Estimulación Visual¨  ayudaran al niño a desarrollar la conciencia visual, potenciando su inteligencia, atención, percepción y memoria.
El desarrollo Visual según la edad del Bebe:
  • Recién Nacido hasta los 3 meses: La agudeza visual del recién nacidoes limitada, poco precisa,  ya que el bebé posee una visión periférica, es decir, puede percibir lo que ocurre a su alrededor, pero le es muy difícil enfocarbien un objeto situado dentro de su campo visual. El bebe, solo podrá distinguir algunos contornos y siluetas; podrá fijar brevemente la mirada sobre todo en puntos luminosos, brillantes, objetos en movimiento y el rostro humano. Sin embargo, en esta etapa no existe coordinación ocular lo que genera que frecuentemente se observe una desviación de los ojos conocido como ¨ estrabismo¨.
  • De 3 a 6 meses: La capacidad visual en esta etapa se desarrolla rápidamente, le interesa los objetos que hay a su alrededor y los colores de preferencia el rojo. Acostado en su cuna podrá observar los móviles y querrá alcanzarlos  o  en los brazos de su madre podrá contemplar los juegos de acercamiento de su rostro.
  • De 6 a 12 meses: En esta etapa el bebe presenta competencias parecidas a las del adulto. Acomoda y coordina los ojos para mirar los estímulos que se le presentan y comienza a percibir que ciertas cosas se mantienen constantes. Como el tamaño, forma y color de un objeto. Por ello, comienza a identificar objetos y logra comprender que son permanentes, es decir, que existen aunque no los esté viendo. Comienza a seguir a las personas y a las cosas en movimiento hasta que desaparecen de su vista y espera que vuelvan a aparecer.
 ¿Cómo estimular la visión del bebé?
Los bebés inicialmente fijan los ojos en una cara o luz. Parecen estar programados para conocer los rostros humanos, les atraen: los ojos, la boca y el contorno de la cara. La manera de estimulara un bebé sería a través de los contrastes, es decir cuando dos colores entran en contacto y se intensifica las diferencias entre ambos. A lo largo del primer trimestre de vida, el estímulo más adecuado será el contraste blanco y negro. Durante el segundo trimestre irán reconociendo colores como el rojo, todos ellos colores intensos, y a partir de los 12 meses, pueden distinguir la intensidad de otros muchos colores como el azul, verde, amarillo y otros. En definitiva, es aconsejable recurrir a objetos o juguetes de formas bien definidas y con colores vivos, si es posible en contraste con algún otro color (mejor sólo con dos colores, ya que el contraste será mayor), así lograrás atraer la atencióndel bebe y estimular su capacidad de observación.
Es importante considerarel mantenimiento de unos ojos saludables y de una buena visión es fundamental para que los niños aprendan a ver. Los problemas oculares y visuales en los niños pueden causar retrasos en su desarrollo. Es importante detectar de manera inmediata cualquier tipo de problema para asegurarse de que los bebés cuenten con la posibilidad de desarrollar las capacidades visuales que necesitan para crecer y aprender.
Los padres cumplen un rol fundamental al momento de asegurarse de que los ojos y la visión de sus hijos se desarrollen adecuadamente. Entre las medidas que todo padre debe tomar se incluyen:
  • Estar alerta a indicios de problemas oculares y visuales.
  • Realizar exámenes visuales comenzando con el primer examen completo aproximadamente a los 6 meses de edad.
  •  Ayudar a que sus hijos desarrollen su visión a través de juegos de estimulación visual acordes con su edad.

María Guillén Paredes
Especialista en Desarrollo de Materiales Educativos
para la Primera Infancia - Kiddy's House

FONTE: http://cosasdelainfancia.com/articulos/estimulacion-visual.php

Tarjetas de Estimulación Visual

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Al nacer, el bebé es capaz de percibir los objetos sin llegar a distinguirlos porque aún su sistema visual es inmaduro y también puede fijarse en un determinado objeto que llame su atención por un periodo corto de tiempo, lo que significa que a través de la vista el bebé desarrolla la capacidad de atención y concentración, que es la base para el aprendizaje.
Las Tarjetas de Estimulación Visual ofrecen al bebé experiencias visuales previas que lo motivan a explorar a través de la vista, logrando de esta manera:
  • Situar objetos en el espacio
  • Desarrollar una coordinación óculo-manual
  • Diferenciar luz de oscuridad
  • Enfocar la mirada en los objetos (fijación)
  • Seguimiento de objetos en movimiento
  • Percibir contrastes de colores
  • Discriminación progresiva de formas y figuras
  • Conocimiento básico de los objetos
  • Perfeccionar las capacidades visuales

Del nacimiento a los 6 meses de edad, la vista se va desarrollando de forma rápida y progresiva. Al estimular visualmente al bebé es necesario considerar en cuenta este desarrollo de tal manera que los objetivos a trabajarse sean alcanzables para el bebé:
0 a 3 meses
- Atiende al estimulo visual y reacciona ante la luz.
- Fija rudimentariamente la mirada en objetos de colores brillantes y móviles.
- Sigue un objeto con la vista en una trayectoria de 90.
- Fija la mirada en el rostro de mamá y papá.
- Distingue objetos en la gama del blanco y negro.

3 a 6 meses
- Descubre sus manos y sus pies.
- Sigue objetos en movimiento hacia la línea media de su cuerpo.
- Mantiene la mirada en dirección a su mano.
- Mantiene contacto visual con objetos de más de dos colores por segundos.
¿Cómo estimular?
Conseguir tarjetas de estimulación visual para poder realizar las sesiones.
Se recomienda realizar pequeñas sesiones en ambientes tranquilos con luz apropiada. Realizar todos los días sesiones cortas.
A continuación nos debemos ubicar frente a los ojos del niño, respetando unos 30 cm de distancia. Luego esperaremos a que centre la mirada para empezar a mover las tarjetas.
Seguidamente, empezar a mover lentamente la tarjeta para buscar en el bebé un seguimiento horizontal, hacia el lado izquierdo y derecho de su oreja. Después continuar realizando movimientos verticales, a la altura del centro y moverlos lentamente desde la frente del bebé, hasta su pecho. Seguir con movimientos diagonales y circulares.

Reconoce signos de alerta
Los ejercicios de estimulación visual te ayudarán a reconocer signos de alerta en tu bebé. De ser así, acude al pediatra si tu pequeño presenta algunas de estas características:
  • Cuando el bebé desde los 2 meses, no es capaz de enfocar un objeto (mantener la mirada).
  • Si el bebé es  mayor de 3 meses no sigue un objeto con la mirada.
  • Si cruza los ojitos constantemente (normalmente, los bebés cruzan los ojitos hasta los 6 meses).
  • Si tienes alguna duda con respecto a la visión de tu bebé   
FONTE:  http://cosasdelainfancia.com/articulos/tarjetas-de-estimulacion-visual.php

La visión del bebé de 0 a 5 meses y cómo estimular

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 Según diversas investigaciones los bebés al nacer distinguen con claridad los colores contraste claro-oscuro pero la discriminación de otros colores es limitada por la inmadurez visual que posee. El sistema visual tiene diversas funciones, entre ellas, la percepción de colores, profundidad, visión binocular, agudeza y movimiento, éstas se desarrollan según el periodo de desarrollo del niño ya que cada función está relacionada con partes del cerebro encargadas de elaborar la información.


Muchas veces los padres bombardean el cuarto del bebé con juguetes y decorado de excesivo colorido pensando en que están estimulando adecuadamente al niño e ignorando que están utilizando muchos estímulos que no se adecuan a las necesidades del niño.
Poco a poco, va distinguiendo formas, colores y detalles de los objetos y su alrededor y familiarizándose con ellos.  El sistema visual va madurando progresivamente a medida que el niño crece, pero es necesario que reciba estímulos para su correcto funcionamiento.

¿Con qué estimular?
  • Se recomiendan juguetes con colores contrastes blanco-negro-rojo.
  • Se pueden emplear tarjetas elaboradas en cartulina blanca con dibujos geométricos en negro o conseguir tarjetas de estimulación visual para poder realizar las sesiones.Los diseños pueden ser bandas anchas de color negro, espirales, puntos gruesos, círculos concéntricos en fondo blanco.

¿Cómo estimular?


Se recomienda realizar pequeñas sesiones en ambientes tranquilos con luz apropiada. Realizar todos los días sesiones cortas.
A continuación nos debemos ubicar frente a los ojos del niño, respetando unos 30 cm de distancia. Luego esperaremos a que centre la mirada para empezar a mover las tarjetas.
Seguidamente, empezar a mover lentamente la tarjeta para buscar en el bebé un seguimiento horizontal, hacia el lado izquierdo y derecho de su oreja. Después continuar realizando movimientos verticales, a la altura del centro y moverlos lentamente desde la frente del bebé, hasta su pecho. Seguir con movimientos diagonales y circulares
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 Juguetes y materiales de estimulación visual para bebés de 0 a 3 meses:
  • Se recomiendan juguetes con colores contrastes blanco-negro-rojo.
  • Se pueden emplear tarjetas elaboradas en cartulina blanca con dibujos geométricos en negro.
  • Presentar los materiales al niño a una distancia de 25 a 30 cm., aproximadamente en los momentos que se encuentre más receptivo y dispuesto a recibir la información visual.
  • Posteriormente al segundo o tercer mes se puede proporcionar dibujos más organizados como caras esquemáticas utilizando los colores blanco, negro y rojo (un circulo con dos puntos para los ojos más un línea vertical en el centro de nariz y otra horizontal para la boca).
FONTE:  http://cosasdelainfancia.com/articulos/la-vision-del-bebe-de-0-a-5-meses-y-como-estimular.php
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

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FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT