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6 de jun. de 2012

A arte pode ser feita por todos?


Um tema que penso sempre no meu trabalho de terapeuta ocupacional é de quanto a  arte pode influenciar o modo como fazemos o nosso cotidiano, nas simples atitudes. Quantas vezes prestamos atenção em como podemos criar uma estética própria?  E de como os processos do homem, digo político, afetivo, biológico são interdependentes para formar uma história. Não é assim também que se produz cultura?
Por exemplo, quem recicla o lixo diariamente? O que faz com ele? Dá para reutilizar aquele objeto e dar uma nova função? Dá para fazer um retoque criativo e dar de presente para um amigo? E  virar um brinquedo? Aquela caixa que veio um presente não pode ser incrementada e servir para guardar "badulaques" ao invés de ter que comprar outra caixa? Além de dar uma função também pode ser uma oportunidade para exercitar a criatividade.

Nem vou comentar sobre os benefícios que traz ao planeta quanto a reutilização de materiais, que é sabido por todos. Por enquanto quero me referir aos benefícios do exercício de atitudes criativas e lúdicas, e por que não dizer políticas no nosso dia-a-dia. Vamos começar a olhar para materiais que iriam direto para o lixo e pensarmos se realmente não podem ser reutilizados.  
 
Brinquedo feito de embalagem de ovo de Páscoa com sementes


Brinquedo luminoso para criança com baixa visão. Reaproveitamento de vaso de planta pintado.
 Marcel Duchamp, um grande artista visionário do século passado, questionou os limites da arte levando objetos do cotidiano à categoria de obras de arte. Os “ready-made” serviam para contestar a forma de produção artística instalada na época, mas eles só foram possíveis por meio do olhar multidimensional do criador. Sem ter o objetivo de reciclar o lixo Duchamp reciclou as mentes das pessoas que entenderam o significado de suas obras e que a partir daí a história da arte tomou outro rumo.

Marcel Duchamp by Man Ray
Por que não podemos criar uma rotina de parar por instantes para brincar de reinventar coisas? Assim criamos oportunidades de reinventar mentes...reinventar modos de vida.
FONTE:  http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com.br/search/label/baixa%20vis%C3%A3o

16 de abr. de 2012

Pet´s visual

Copinhos confeccionados a partir de garrafinhas pet, você estimula a parte visual de seus pacientes ou os pais corretamente orientados também podem estimular em casa.
Esses copinhos podem ser confeccionados em casa.
Basta ter em mãos :
* Garrafinhas de água de 500 ml cortadas ao meio.
* Durex colorido nas mesmas cores do papel celofane.
* Papel celofane nas cores:
*azul, 
*vermelho, 
*amarelo, 
* verde e ou laranja.
Assim acomodar o papel celofane dentro dos copinhos já cortados e passar o durex na borda para não soltar e a mesmo processo com a boca da garrafinha.
Então está feito, agora basta ter em mãos uma lanterna e estimular sua criança.

PS. ( Senhores pais, aconselho pedir orientação a um profissional capacitado para orientar adequadamente a estimulação, pois dependendo da criança e da patologia a estimulação com luz inadequadamente pode causar convulsão ) Obrigada. *_*

FONTE: http://rositaestimulacao.blogspot.com.br/2012/01/copinhos-confeccionados-partir-de.html

1 de abr. de 2012

Fazendo Arte com as horas...

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Esse é mais um recurso que pode ser aproveitado nas atividades de estimulação visual, principalmente com crianças que precisa ser trabalhada a visão de distência (para longe), concomitante, as funções corticais e visuais-corticais, e acomodação a distância.
Espero que gostem!!!

 
Agora é hora de falar com a galerinha mais miúda.Você tem filhos pequenos?
Está ai nas férias em casa sem saber o que fazer para gastar a energia deles?
Então sente-se porque chegou a hora de fazer arte com seus pimpolhos!
O artesão Peter Paiva vai ensinar a fazer um relógio de brinquedo, usando papelão de caixa de pizza.
Eles vão passar horas entretidos! Confira!

Material:
- 1 caixa de papelão
- tintas coloridas
- tinta relevo
- pincéis
- cola
- tesoura sem ponta
- lápis
- E.V.A. coloridos
- pratos de alumínio redondos
- um balde pequeno
- máquina de relógio (encontrada em lojas de artesanato. Já vem com os ponteiros)


Passo a Passo:

Primeiro passo - Pegue a caixa de papelão e faça um círculo, usando o prato de alumínio. Pegue o prato menor e o baldinho e faça o mesmo.
Pegue a tinta azul e pinte o primeiro círculo. Limpe o pincel com água e um paninho.
Depois pegue as outras cores e pinte todos os outros círculos. Por último, pinte toda a caixa de preto.
Coloque a caixa para secar.

Segundo passo – Recorte números de 0 a 12 usando os papéis E.V.A. coloridos.
Depois passe a tinta relevo em volta dos círculos. Com a própria tinta relevo faça os números do relógio.
Com a ajuda do pincel, cole os números em cima de cada marcação que foi feita de forma que fique igual a um relógio de parede.

Terceiro Passo - Com o lápis faça uma marcação no meio do relógio. Abra a caixa de papelão e coloque a máquina de relógio na parte de dentro da tampa. Depois é só atarrachar o pino da máquina de relógio na parte da frente da tampa e colocar os ponteiros. Não se esqueça de colocar uma pilha na máquina de relógio para que o seu novo brinquedo funcione!

FONTE: http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL949147-10339,00-FAZENDO+ARTE.html
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25 de mar. de 2012

DOMINÓS - Estimulando ordens e trabalhando as funções viso-cognitivas

Este recurso poderá ser utilizado de diferentes formas em atividades que abordam-se conteúdos matemáticos, linguagem, estudos sociais e ciências.
Durante a confecção do recurso, o profissional poderá utilizar-se de adaptações quanto ao tamanho, seleção de cores e figuras. Mas, é importante ter cuidado com relação ao tamanho/detalhes das figuras, ou seja,  quanto menor o tijolo menos detalhes devem ter as figuras, bem como, uma quantidade inferior de cores contrastantes (uma ou duas cores no máximo).
Uma grande dica seria utilizar o recurso para trabalhar principalmente a visão longe/perto, além de realizar a atividade sem pressa, bem como, iniciar com poucas peças evitando assim um desgaste e um cansaço visual e cognitivo na criança.

Abaixo, encontra-se discriminado o passo-a-passo na produção do dominó. As adaptações podem ser de acordo com a sua criatividade.

Espero que gostem!!!

Dominó de papelão

Dominó de papelão

Material:

  • papelão
  • régua
  • papel
  • tinta guachê e pincel
  • estilete
  • tesoura
  • 2 garrafas pet
  • cola colorida

Modo de fazer:

Pegue um papelão de 18x20
pinte de sua cor preferida
corte o fundo das garrafas em tamanhos diferentes
pinte da sua cor preferida
marque os retângulos 5x2,5 cm
corte as 28 peças
com a cola colorida faça os números



FONTE: http://www.designmasters.com.br/tvo/index.php/domino-de-papelao

FANTOCHES - Eficaz nos atendimentos de estimulação visual

Este recurso poderá ser utilizado de diferentes formas em atividades de contação de histórias, conversação, diferenciação entre pares e grupos, cores, entre outros, além de alcançar diferentes objetivos (associação, iguais e diferentes, nomear cores, desenvolver a linguagem, etc).
Dicas:
Na contação de história, o profissional poderá utilizar-se de historinhas infantis (lúdicas) como também abordagens do cotidiano da criança.
Nas atividades em que abordam-se conteúdos matemáticos, linguagem, religião, estudos sociais e ciências, o profissional poderá utilizar-se de fantoches de miniaturas animais, humanos, família, objetos, enfim, iguais e diferentes, representativos, entre outros.
No desenvolvimento das habilidades e capacidades visuais e viso-cognitivas, o profissional poderá utilizar-se de fantoches com cores contrastantes, tecidos luminosos e/ou com brilhos, expressões faciais diferenciadas, entre outros.

É possível trabalhar numa diversidade de patologias, contudo, algumas adaptações tornam-se necessárias quando utilizado com crianças com uma capacidade e eficiência visual mais prejudicadas.

Abaixo, encontra-se discriminado o passo-a-passo na produção de fantoches de feltro. As adaptações podem ser de acordo com a sua criatividade.

Espero que gostem!!!

Como fazer fantoches de feltro

fantoches de feltro
Hoje vamos ver o passo-a-passo para fazer um fantoche de feltro, do tipo que você coloca em seu dedo. Este passo-a-passo é destinado às crianças, e com essas dicas, você pode fazer um monte de fantoches de feltro.
Não perca este passo-a-passo, para que você possa começar a fazer seu próprio fantoche de feltro.
Materiais:
Retalhos de feltro
Agulha e linha
Tesoura
Cola
Passo-a-passo:
Cortar dois pedaços de feltro com forma como a do molde, para que se encaixe no seu dedo ou do dedo da pessoa que vai usá-lo. Você pode usar o tecido de sua escolha., eu prefiro o feltro porque é mais simples de trabalhar.
fantoches de feltro
Agora precisa costurar as duas peças de feltro juntas. Pegue um pedaço de linha e agulha e juntar as peças, deixando o fundo aberto, e depois colocar o fantoche de dedo.
Uma vez pronta a costura, você pode virar a peça para que você tenha a costura no interior, e você obterá um trabalho mais caprichado.
Adicione detalhes ao seu trabalho, utilizando feltro para fazer os olhos, nariz, boca e você pode adicionar botões ou miçangas. Para o cabelo que você pode usar lã. Para colocar todas estas peças é melhor usar cola.

FONTE: http://www.oartesanato.com/481/como-fazer-fantoches-de-feltro

17 de mar. de 2012

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO AO ALUNO COM BAIXA VISÃO

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O trabalho com alunos com baixa visão baseia-se no princípio de estimular a utilização plena do potencial de visão e dos sentidos remanecentes, bem como na superação de dificuldades e conflitos emocionais (MEC- Saiba mais... clique nos links à direita).

a pedidos trouxe algumas sugestões para pais, professores e outras pessoas que convivem com a criança de baixa visão na idade escolar:
- Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).
- Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão).
- Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.
- Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.
- Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.
- Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.
- Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.
- Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.
- Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.
- Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.
- Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.
- Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.
- Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.
- Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.

OBS: Deve-se evitar fazer tudo pela criança com baixa visão para que ela não se canse ou se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.

NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO
Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). (K.José et al). Os meios para que se consiga esta melhora são:
- Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV);
- Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.

CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO
- Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);
- Uso de maiúsculas;
- Usar o tipo (letra) Arial;
- Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);
- Usar entrelinhas e espaços;
- Cor do papel e tinta (contraste).

FORMAS DE AMPLIAÇÃO
- Fotocopiadora;
- Computador;
- Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.

MATERIAIS
- Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;
- Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;
- Suporte para livros;
- Guia para leitura;
- Luminária com braços ajustáveis.

MAIS SUGESTÕES
Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).


Para alguns alunos é necessário um espaço maior entre as linhas; como não encontramos este tipo de caderno no mercado pode-se utilizar caderno de desenho ou encadernar um maço de sulfite, colocando capas (frente/verso) e em seguida traçar as linhas mais espaçadas, como no exemplo abaixo 5 cm, folha por folha (com lápis 6B) de acordo com a necessidade do aluno. As mães costumam colaborar quando orientadas neste sentido.



Caso o aluno apresente além da baixa visão, uma dificuldade motora, pode-se utilizar de letras móveis e letras recortadas em papel para que o aluno cole-as no caderno, formando palavras, ao invés de escrever.



Para evitar o cansaço de estar constantemente com o rosto sobre o caderno, pode-se utilizar um suporte para leitura encontrado em casas que trabalham com artigos para deficientes visuais. Pode ainda ser confeccionado ou ser utilizados livros, como suporte, embaixo do carderno para que este possa ficar mais elevado.



O professor pode ainda confeccionar esta grade para facilitar a escrita do aluno com baixa visão. Pode ser utilizado uma lâmina de radiografia, como na foto, do tamanho da folha do caderno e com a mesma medida das linhas ou ainda em papel cartão com cores que contrastem com o fundo branco da folha do caderno. Para a leitura pode ser confeccionado no mesmo modelo, uma guia para leitura utilizando-se somente uma linha vazada e à medida que o aluno vai lendo a guia vai sendo deslocada para a linha de baixo, o que evita que ele se perca durante a leitura.


O professor também pode se utilizar dos encartes que contém figuras grandes para trabalhar com o aluno com baixa visão para reconhecimento dos produtos e palavras conhecidas bem como com rótulos de embalagens que são utilizados em seu dia-a-dia. A medida que ele vai aprendendo a ver começará a identificar figuras cada vez menores.



O aluno pode recortar o produto que identificou visualmente e nomeá-lo. Posteriormente pode colocar as figuras em ordem alfabética criando um livrinho.


Pode-se ainda trabalhar com jogos pedagógicos.


OBS: O professor deverá identificar o tamanho de letra que a criança consegue enxergar para realizar as atividades, caso contrário não se sentirá motivado a realizar as tarefas. O professor deve estar atento pois este pode ser um dos motivos pela falta de interesse e indisciplina do aluno.

FONTE: http://dvsepedagogia.blogspot.com.br/

Recursos para a educação inclusiva

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Para quem não enxerga ou não consegue se movimentar, equipamentos, objetos e brinquedos inclusivos possibilitam um aprendizado mais fácil

Meire Cavalcante (novaescola@atleitor.com.br) type="text/javascript">
A criança chega à escola sem falar ou mexer braços e pernas. É possível ensiná-la a ler, por exemplo? Sim, e na sala regular. Para quem tem deficiência, existe a tecnologia assistiva, composta de recursos que auxiliam na comunicação, no aprendizado e nas tarefas diárias.
As chamadas altas tecnologias são, por exemplo, livros falados, softwares ou teclados e mouses diferenciados. "Existem recursos para comandar o computador por meio de movimentos da cabeça, o que ajuda quem tem lesão medular e não move as mãos", afirma a fisioterapeuta Rita Bersch, diretora do Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, em Porto Alegre, onde as crianças que aparecem nesta reportagem são atendidas. Já as baixas tecnologias são adaptações simples, feitas em materiais como tesoura, lápis ou colher.

Com o mesmo intuito de promover a inclusão, há brinquedos que divertem crianças com e sem deficiência. Os mostrados aqui foram feitos por alunos de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Catarina. Já os livros táteis são do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, de Florianópolis. O educador da classe regular pode procurar esses materiais na sala de atendimento educacional especializado (a sala de apoio). "Nela, o professor especializado oferece recursos e serviços que promovem o acesso do aluno ao conhecimento escolar. Por isso, o diálogo entre os dois profissionais é fundamental", afirma Rosângela Machado, coordenadora de Educação Especial do município de Florianópolis. Confira alguns materiais que podem favorecer a aprendizagem da sua turma.

         TECLADO VERSÁTIL
Matheus Levien Leal, 10 anos, está na 4a série e tem paralisia cerebral e baixa visão. Ele usa um teclado com várias lâminas, trocadas de acordo com a atividade. A de escrita, por exemplo, tem cores contrastantes e letras grandes. O equipamento é programado para ajustar o intervalo entre os toques, evitando erros causados por movimentos involuntários.
        DIGITAÇÃO SEM ERROS
O suporte, colocado sobre o teclado, chama-se colméia. Ele impede que o estudante com dificuldade motora pressione a tecla errada. 

       NUM PISCAR DE OLHOS
O acionador faz a função do clique do mouse e pode ser ativado ao bater ou fechar a mão, puxar um cordão, piscar, soprar, sugar... O aparato pode ser colocado em qualquer parte do corpo do aluno. Com ele, é possível acessar livros virtuais, brincar com jogos e até digitar, usando um teclado virtual.
           JOGOS COLORIDOS
João Vicente Fiorentini, 10 anos, tem deficiência física e está na2a série. Por causa da dificuldade de segurar o lápis, ele usa materiais adaptados e aprende a escrever com jogos feitos de tampinhas e cartões plastificados. O material permite a João ainda relacionar cores e quantidades.
Rosangela Pinheiro

FONTE: http://sf.puc.zip.net/tecnologiasassistivas/

17 de nov. de 2011

Até 2 anos: Cores e formas para estimular a visão e o tato


A brincadeira pode ser bem mais útil se você se atentar a alguns detalhes preciosos. Quer ver só?

Bebês adoram surpresas como caixas coloridas de onde saltam bichinhos, ou que tocam músicas alegres ao serem abertas. Se você quiser, pode pegar uma caixa de papelão que tem em casa mesmo e encapá-la com papel de presente de várias cores.

Depois, coloque dentro da caixa um brinquedo que ele goste ou que faça algum barulho. Se quiser, opte por um de plush que seja ligeiramente maior, ficando apertado na caixa. Na hora em que abrir, ele se expandirá, trazendo uma surpresa para o pequeno.

Lembre-se que a visão melhora a cada dia e, com dois ou três meses, o nenê já é capaz de enxergar cores.

Para estimular não só a visão mas também o tato, você pode colocar em suas mãozinhas uma bola de tecido macia e de cores. E deixe ele jogar, amassar e se divertir.

Estimule-o a passar a bola ou um brinquedo de uma mão para outra. Ele já é capaz de fazer isso por volta dos quatro meses. Preocupe-se em dar a ele os que caibam na sua mãozinha e não sejam muito pesados.

Preste atenção aos sons e expressões que seu bebê faz e imite, como se fosse um espelho. Isso irá ajudar na audição e na fala.

Fotos: Getty Images
FONTE: http://itodas.uol.com.br/casa/ate-2-anos-cores-e-formas-para-estimular-a-visao-e-o-tato-5667.html

8 de fev. de 2010

PORTA-LÁPIS CRIATIVO

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Objetivos:
- Trabalhar a coordenação visomotora;
- Trabalhar a acomodação visual e a interpretação;
- Trabalhar a criatividade;
- Trabalhar as diversas funções visuais/cognitivas;
- entre outras...

Passo a passo:




Nas primeiras atividades é sempre bom que a criança faça um desenho livre, pois, facilitará a acomodação visual e os processos cognitivos, já que a mesma terá consciência do que se trata o desenho e sua dimensão.

Peça-lhe para fazer um colorido bem bonito.



Pronto! Terminamos a primeira etapa. Algumas crianças já apresentam cansaço... por isso poderemos deixar a segunda etapa para um outro dia.



Nesta segunda etapa faremos o fundo do porta-lápis. É necessário que o profissional fale em voz alta cada passo realizado durante este processo, assim facilitará a melhor conscientização e dará maior segurança e orientação durante os processos mentais da criança.



Peça-lhe para fazer dois fundos, um para dentro e outro para ser colocado por fora.






Cole num papel cartolina e depois recorte.



Agora, vamos montar o corpo do porta-lápis...


... cole as duas extremidades lateriais do retângulo.



(Não esqueça de narrar cada passo a passo realizado pela criança, elogiando sempre a conclusão de cada etapa)



Colocaremos o fundo do porta-lápis agora... geralmente nesta etapa há um pouco de dificuldade... assim, as vezes é necessário a ajuda do profissional.





Passe cola na segunda peça...





... e coloque por dentro do porta-lápis.







Com um lápis, oriente a criança para precionar a peça no fundo do material, assim fixará melhor.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!!!...
GRANDE ABRAÇO!!!
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT