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11 de jun. de 2012

Visão de Desenvolvimento

Bebe con juguete 
Você já teve dor de cabeça, olhos lacrimejantes? Você pode mover as letras durante a leitura ou com sono? Por que não relés apenas entender? Você vê a distância turva ou perto?

Talvez você, ou talvez você conhece uma criança que lutou para aprender na escola, falta de memória, compreensão pobre, com problemas de leitura e / ou escrita, se distrai facilmente, evita tarefas de perto investe números e / ou cartas , o conselho é difusa.
Isso pode ser um sintoma de um problema de visão, habilidades pobres, que não só você está impedido de ver com clareza e conforto, mas também limitar a compreensão e aprendizagem.
"Ver não é só para entender o que você vê"
Esta é a diferença entre a visão e visão, se o sentido da visão é um processo complexo, a visão é mais no último estão envolvidos processos de pensamento elevadas, que permitem que a percepção visual, ou seja, a análise , a compreensão e parceria do que estamos vendo. O que queremos dizer é que o cérebro produz o que os olhos vêem, é onde é a visão.
A visão é aprendida, assim como aprendemos a andar, falar, e também aprender a ver. Nós não nascemos sabendo ver, vamos construir a nossa visão do momento em que nascemos, o desenvolvimento de habilidades tais como a motilidade ocular, mão - coordenação olho, foco, binocularidade (coordenação de ambos os olhos), da mesma forma que entender e analisar o nosso espaço por exploração e movimento.
Quando um bebê está engatinhando desenvolve o cálculo de distâncias, tamanhos dos objetos através da manipulação. Assim, consolidando a visão vai, em conjunto com o desenvolvimento de nossos outros sentidos. O desenvolvimento do sistema visual, leva tempo e não até 7 anos de idade quando podemos dizer que as habilidades visuais são completo, integrado e pronto para ser usado eficazmente como na compreensão da leitura, a escrita mais atenção, mais, excel em esportes, etc. Desde que tenham tido uma estimulação adequada.
Dissemos anteriormente que a visão é aprendida e estimulação inadequada pode enviar-lhe fora a uma deficiência em habilidades, reduzindo suas chances de sucesso no trabalho, escola ou esportes. Para ser aprendido, também pode ser treinada e reforçada, levando a um nível ótimo habilidades visuais.
Você pode evitar problemas de visão, é necessário ter higiene visual adequado, às vezes isso pode ser suficiente, mas às vezes você precisa de uma avaliação funcional optométrica e perceptual para confirmar ou descartar um problema de visão que interfere com o seu desempenho.
O treinamento consiste em um estímulo visual para todo o sistema visual e outros sentidos envolvidos na operação da Visão através de exercícios específicos e planejados de acordo com as necessidades de cada pessoa para alcançar um melhor desempenho em suas atividades diárias.
Com os melhores cumprimentos,
"Dedicada a melhorar sua visão"
 
Psych. Fernando Villegas
Terapeuta Visual

9 de jun. de 2012

Ambliopia (revisado em fevereiro/2011)



AMBLIOPIA

Por que é preciso conhecer a ambliopia?

1) Porque ela é causa comum de baixa acuidade visual (visão deficiente, vista fraca) na criança.
2) Porque ela ocorre em olho potencialmente sem defeito anatômico.
3) Porque ela é enganadora (pode não dar sintomas)
4) Porque ela pode ser prevenida ou tratada precocemente, com sucesso.

O recém-nascido enxerga?

Sim, mas sua visão não está completamente desenvolvida.
A criança precisa “aprender a ver”.
O desenvolvimento da visão é muito rápido no 1º ano de vida; aos 5 anos a criança já enxerga, à distância, como um adulto, mas continua a desenvolver funções visuais refinadas até os 9 anos.
Para o progresso da visão, é necessário o desenvolvimento da retina (no olho) e do centro da visão (na córtex do cérebro).
O centro visual no cérebro precisa receber imagens nítidas e iguais dos olhos e, então, a pessoa enxerga o objeto fixado.
Se as retinas recebem imagens discordantes, o cérebro elabora-as mal e “escolhe” a melhor, “apagando” toda a percepção vinda do outro olho. Isso é o que se chama ambliopia.

O que é ambliopia?

É o “olho preguiçoso”, isto é, o olho que enxerga mal (por um problema de seu desenvolvimento) embora não tenha nenhum defeito ao exame com oftalmoscópio.

A ambliopia ocorre só num dos olhos ou nos dois?

Na grande maioria é unilateral (num olho só) mas às vezes pode ser bilateral (casos com astigmatismo e/ou hipermetropia de graus alto e de aparecimento precoce).
· Que condições podem causar ambliopia? As mais comuns são:

1. Estrabismo – desvio de um olho, especialmente quando esse desvio é para dentro. Neste caso a criança percebe duas imagens do mesmo objeto e como isso é incômodo, o cérebro apaga a imagem recebida do olho desviado. Assim esse olho deixa de ser usado e sua visão vai se perdendo. É a ambliopia por desuso.

2. Erro de refração (miopia, hipermetropia ou astigmatismo) acentuado num dos olhos. Pode ser um olho normal e outro com erro de refração ou pode ser que o erro de refração seja discreto num olho e intenso no outro.
A imagem enviada ao cérebro pelo olho com erro de refração maior é desfocada ou borrada e por isso o cérebro a suprime; desse modo, esse olho não se desenvolve. É a ambliopia por anisometropia (que significa diferença de refração entre os 2 olhos).

Como detectar precocemente a ambliopia?

1. Um bebê de 2 meses, normal, olha nos olhos que da mãe e segue seus movimentos, se estes forem lentos a uma distância de até 50 centímetros. Em caso contrário, consultar o oftalmologista.

2. Estrabismo – consultar imediatamente o oculista. Lembrar que no 1º semestre de vida é normal um estrabismo leve, bilateral, não fixo.

3. Consulta precoce (até os 2 ½ anos) com oculista é indicada nas crianças:

· que nasceram prematuras
· de pais ou familiares próximos que usam óculos com graus médios/fortes · de família de estrábicos
· com doenças genéticas ou neurológicas

4. Verificar os sinais de alerta para visão deficiente (e consultar, de imediato, o oculista):

· criança de 1 ano que não acha objetos escondidos, não olha para a figura correta quando ela é indicada pelo nome (se possível fazer o teste em ambos os olhos separados).
· olhos desviados ou cruzados; um olho menor do que o outro.
· olhos que dançam ou tremem.
· criança segura os objetos muito próximos para olhar.
· lacrimejamento excessivo, contínuo esfregar dos olhos, não tolera luz, olhos sempre irritados.
· franze os olhos para enxergar, fecha um dos olhos para olhar, inclina a cabeça para um lado para enxergar melhor.
· íris deformada (não inteiramente redonda) ou pupilas diferentes em forma, tamanho ou cor.
· queixas: não enxerga bem ou visão borrada, visão dupla.

5. A criança pode enxergar mal de um dos olhos mas compensar com outro, parecendo ser normal.

Por isso convém que toda criança faça sua primeira visita ao oculista aos 3 anos.

6. A partir dos 3 ½ - 4 anos, a visão da criança deve ser acompanhada, no consultório pediátrico, a cada 6 meses, com as tabelas (quadros) dos “E” .

7. Mesmo antes disso a acuidade visual pode ser testada com os “cartões de Teller” que têm listas zebradas.

Tratamento da ambliopia (oftalmologista)

1. Óculos para corrigir a refração e o estrabismo.

2. Tratamento oclusivo do olho bom (o olho normal é tapado) para forçar a criança a usar o olho mal desenvolvido.
É importante que o tratamento seja precoce, já que tratamentos tardios permitem apenas resultados incompletos.

Jayme Murahovschi (pediatra, SP)
Isaac Neustein (oftalmologista, SP)
Mauro Plut (oftalmologista pediátrico, SP)

Apoio: Departamento de Pediatria AMBULATORIAL da Sociedade Brasileira de Pediatria

Isabel Rey Madeira (RJ); Leda Amar de Aquino (RJ); Lúcia Ferro Bricks (SP); Marizilda Martins (PR); Renato M. Yamamoto (SP); Rosa Resegue (SP); Rudolf Wechsler (SP); Vera Lucia Maia (ES). 


FONTE: http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=24&id_detalhe=1367&tipo_detalhe=s

8 de jun. de 2012

Como ensinar a criança colorir dentro do limite?

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 Colorir dentro das limite pode ser bastante difícil para algumas crianças. A atividade de colorir dentro do limite exige coordenação motora fina , viso-motora e viso-espacial. Uma técnica que eu encontrei no Blog da Terapeuta Ocupacional Dra. Zachry pode ser útil para as crianças com dificuldade motora e visual.A dica é delinear as bordas da imagem com pistola de cola quente.

 Fonte: http://drzachryspedsottips.blogspot.com
 http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/

6 de jun. de 2012

Sugestões para as famílias de crianças com baixa visão

Mara Olympia de Campos Siaulys

[ Mara Olympia de Campos Siaulys é pedagoga especializada em deficiência visual pela Universidade de São Paulo. Mãe de Lara, que inspirou seu trabalho com crianças deficientes visuais, levado-a à criação da Laramara, que preside atualmente. ]

APRENDENDO JUNTO COM PAPAI E MAMÃE
Apresentação
Nosso objectivo ao elaborar este manual com ideias e propostas a respeito da educação de crianças com baixa visão é facilitar a tarefa dos pais e contribuir para que elas adquiram melhores condições de integração social. Ele não deve ser entendido como um guia cujas indicações necessitem ser seguidas rigorosamente. A realidade de cada família mostrará qual o melhor caminho a ser trilhado, ao aproveitar as sugestões aqui citadas, que deram certo em nosso trabalho. A maior parte destas ideias, somada às da própria família, poderá ser utilizada em situações do dia-a-dia. Geralmente comete-se o erro de proteger demais a criança com baixa visão, cercando-a de cuidados exagerados; ela pode e deve participar da maioria das experiências comuns às crianças de sua idade. Nossa actuação durante muitos anos nesta área mostrou-nos que, com muito amor e boa orientação, essas crianças podem se desenvolver plenamente. Porém, somente a participação, o envolvimento e a crença da família nas possibilidades de seu filho proporcionarão condições para que ele se torne uma pessoa feliz e realizada.

Papai e Mamãe: seu filho tem um problema visual! Ao examiná-lo, o médico oftalmologista verificou que ele enxerga pouco, tem dificuldade para reconhecer cores, formas, objectos e figuras. De acordo com a necessidade de seu filho, ele indicou cirurgia; receitou remédios; prescreveu óculos e orientou o uso de auxílios especiais (como por exemplo, lupas e telescópios) para actividades escolares e do cotidiano. O diagnóstico e as recomendações do oftalmologista são fundamentais para o trabalho de todos os profissionais que acompanham o desenvolvimento de seu filho. Compareçam às consultas marcadas, não esqueçam o prazo para marcar os retornos, façam as avaliações indicadas. Perguntem ao médico e aos outros profissionais como, explicar de maneira simples a deficiência visual de seu filho. É preciso que vocês e ele saibam dizer, quando uma m pessoa perguntar, o nome do problema, suas características, o quanto ele enxerga. É importante também que vocês conversem com os pais de outras crianças com deficiência visual, para aprender a forma de solucionar problemas e trocar experiências. Se compreenderem perfeitamente a deficiência de seu filho, poderão planejar melhor sua educação. É normal que essa seja uma situação difícil para vocês, mas é preciso agir rápido e procurar a ajuda de profissionais especializados. Não esqueçam, contudo, que vocês são os principais educadores de seu filho, seus primeiros e melhores orientadores. Depende de vocês a oportunidade dele se desenvolver, ser uma pessoa realizada, integrada à sociedade e feliz. A comunicação e o amor no ambiente familiar são fundamentais para que ele se sinta seguro e cresça bem nos aspectos emocional, afetivo, mental e físico. Não neguem a deficiência da criança, pensando que o problema é pequeno e pode ser ignorado. A falta de atendimento adequado, o mais cedo possível, poderá levar a graves conseqüências. Não esqueçam que ver é uma actividade que deve ser aprendida, o uso eficiente da visão pode ser alcançado e é muito importante que a criança seja ajudada nesse aprendizado. A visão é muito importante para o desenvolvimento humano e é o principal sentido para se aprender tudo sobre o ambiente. Se a criança não puder usá-la integralmente, devemos tomar providências urgentes para que a pouca visão existente seja aproveitada ao máximo, e para que ela empregue os outros sentidos (audição, tacto, olfacto, paladar) e todo o corpo no aprendizado e no entendimento do mundo que a rodeia. Somente assim ela terá a oportunidade de progredir, de se tornar independente, de freqüentar a escola, trabalhar, produzir e se realizar. As considerações, propostas, ideias e sugestões que apresentamos a seguir, resultaram de experiências vividas, ao longo de nosso trabalho, com crianças que têm baixa visão. Vamos dirigi-las a você, mamãe, desejando que as tarefas diárias se tornem mais leves e as brincadeiras com seu filho ou filha, mais prazerosas; e a você, papai, vovó, vovô, tio, irmão, amigo, que convive e interage com a criança.

O respeito às limitações e ao ritmo da criança
A criança que vê bem, aprende muito por imitação. A criança que enxerga pouco, não podendo imitar, precisa desenvolver o uso da visão e dos outros sentidos para entender e fazer as coisas. É necessário que lhe ensinemos movimentos e posturas, não só os complicados, mas até os gestos e trejeitos mais corriqueiros. Seu aprendizado poderá ser muito lento e ela demorar para descobrir e compreender tudo, necessitando mais tempo para identificar e entender um objecto. Portanto, desperte sua curiosidade e deixe que ela o manipule e aja sobre ele o tempo que precisar, respeite seu ritmo, não procure forçar nada. Talvez ela veja o objecto de forma confusa, ou perceba só uma parte dele. Ajude-a a pesquisá-lo como um todo, suas partes, seus detalhes, os pontos principais e a identificar seu nome, uso e função. Proporcione actividades diversificadas para que possa vivenciar novas experiências e reforçar seu aprendizado. Elogie sempre seu progresso e utilize a crítica de modo construtivo. O controle do que está acontecendo muitas vezes lhe escapa, ela não entende o que se passa. Por esse motivo, pode ser hiperativa, rápida demais em sua movimentação e não prestar atenção a nada. Como não consegue ver claramente as coisas, não se detém nelas. Incentive-a a parar para ver, observar, analisar e entender. Se ela ficar cansada depois de olhar e prestar muita atenção a um brinquedo, mude de actividade, varie a brincadeira ou, simplesmente, deixe-a descansar. A criança também pode apresentar alterações de comportamento: às vezes, ela se mostra desatenta e tem tanta dificuldade para aprender que poderá passar por preguiçosa ou com deficiência mental. Pode ainda manifestar maneirismos, movimentos repetitivos, girar ou mover a cabeça, esfregar os olhos, balançar as mãos ou os dedos diante dos olhos etc. Devemos incentivá-la a substituir tais movimentos por actividades interessantes, como brincar com bola, manipular brinquedo com as duas mãos, correr, etc. A adaptação do ambiente Mesmo que a criança enxergue muito pouco, é importantíssimo que seja estimulada a olhar. Quanto mais ela usar a visão, mais aprenderá a ver. Ajude seu filho a descobrir a alegria de ver, ser curioso e conhecer o ambiente pelos olhos, mãos e corpo, desenvolvendo a inteligência e se transformando em um ser pleno. Enriqueça o ambiente com coisas bem coloridas. Use cores vivas (vermelho, azul, amarelo, laranja) e cores contrastantes (preto e branco, amarelo e preto). Os brinquedos coloridos, sonoros, com movimento despertam a atenção e a vontade de brincar. Deixe-o posicionar a cabeça, o olhar ou mesmo aproximar-se para examinar atentamente o objecto e usar o tacto para explorar as coisas não pode ver. Explique-lhe o funcionamento do brinquedo, indique o nome e converse com ele sobre o que está descobrindo. Controle a iluminação do ambiente, conforme a necessidade de seu filho; alguns precisam de maior luminosidade, outros preferem ambientes menos claros. Organize o espaço mantendo as coisas em seus devidos lugares, para que ele possa encontrar com facilidade seus objectos e brinquedos. Evite ao máximo mudar os móveis de lugar, mas se o fizer, avise-o com antecedência e mostre-lhe a mudança. Ajude-o a arrumar e a organizar seus pertences, ensine-o a dobrar roupas, a pendurá-las, colocá-las nas gavetas e a guardar os brinquedos no lugar certo. Elimine perigos não deixando nada jogado no caminho, para evitar que ele tropece. Cuidado com o fogão, ferro elétrico, tomadas e fios soltos. Remédio, produto de limpeza, veneno, inseticida, objectos com ponta ou borda cortante e a tesoura devem ficar fora do alcance da criança. Atenção para dobras nos tapetes, evite encerar pisos para que eles não se tornem escorregadios. Mantenha as portas totalmente fechadas ou totalmente abertas, evitando que ele bata a cabeça na quina.

O conhecimento da casa
A criança deve conhecer e estar bem familiarizada com sua casa. Oriente-a e mostre-lhe a localização de cada cômodo, portas, janelas, cortinas, móveis, armários e gavetas. Explique para que servem e deixe-a, se possível, manipular os aparelhos como: geladeira, televisão, aparelho de som, forno de microondas, fogão, máquinas de lavar roupa, de secar, e de lavar pratos. Identifique com ela os ruídos de cada parte da casa, som de campainha, torneiras, máquinas, etc. Explique-os. Se necessário, utilize pistas sonoras, olfativas e táteis para reconhecimento dos diferentes locais da casa. Por exemplo: o tic-tac forte de um relógio na sala, um sininho que ele acione ao passar para a cozinha, um perfume gostoso no banheiro, faixas coloridas e táteis na porta de seu quarto. É importante também que ela conheça as áreas externas de sua casa. A porta da frente pode ser identificada por um elemento sonoro ou um capacho, por exemplo. A saída para o jardim ou para a rua tem que ser muito conhecida. Cada detalhe da entrada da casa deve ser familiar: a existência de escada, o número de degraus; o jardim, as plantas; a porta, o portão, as chaves e trincos; a entrada de carro, o rebaixamento da guia. O fundo da casa, a área de serviço, o quintal, as plantas... tudo bem explorado e conhecido. No caso de morar em apartamento, é útil a familiarização com o número de andares e de apartamentos, com elevadores, escadas, garagem, parque e vizinhança. A experimentação, a vivência do dia-a-dia, complementadas por comentários constantes, vão permitir que o seu filho domine tal conhecimento, possa descrever sua moradia a qualquer momento e, principalmente, tenha segurança nas suas actividades da vida diária.

A independência para alimentar-se, fazer sua higiene e vestir-se
Comece muito cedo a ensinar seu filho a realizar suas actividades do dia-a-dia. Desde pequeno, ele deve participar das refeições familiares, mesmo que isto signifique algum transtorno para os outros membros da família. A hora da refeição é muito útil para ele aprender como se portar à mesa, participar das conversas, conhecer diferentes comidas, utensílios e para estimular os sentidos. A princípio deixe que ele pegue os alimentos com as mãos para que conheça sua forma e consistência; diga-lhe seus nomes, deixe que sinta seu aroma e sabor e comece a demonstrar suas preferências. Aos poucos, ele aprenderá a identificar os sabores: doce, salgado, azedo, amargo e picante. Oriente-o a utilizar colher ou garfo e ajude-o a usar faca e guardanapo. Deixe-o preparar seu próprio sanduíche, mostre-lhe como cortar o pão, passar manteiga, geléia ou requeijão; ensine-o a preparar seu suco de frutas, natural ou não, adoçar, mexer com colher, abrir a garrafa de refrigerante, colocar no copo ou usar canudinho. Sempre que possível, dê-lhe as frutas inteiras para que conheça sua forma, textura e aroma. Deixe-o descascar e morder maçã, pêra, banana, mexerica e outras frutas. Comente a origem dos alimentos - carnes, peixes, aves, vegetais - e como eles são preparados: cortados ou inteiros; crus, fritos, cozidos ou assados; com sal, pimenta, molho; quentes, frios ou gelados. Incentive-o a participar da preparação de doces, pudins, gelatina e bolo. Será uma experiência muito boa. Deixe que ele abra a geladeira e o armário e escolha seus alimentos, ajudando-o a lembrar de quando os comprou no supermercado. Mostre-lhe como abrir as embalagens e insista nos nomes e nos sabores: bolacha, iogurte, gelatina e bala de morango, de limão, de mel... Associe os horários das refeições com fatos que acontecem na vida da família e comente os alimentos mais consumidos em cada uma, conforme o costume de sua casa.
Seu filho deve ser incentivado a fazer sozinho a sua higiene. Ele precisa identificar e utilizar corretamente escova de dentes e de cabelo, sabonete, pente, cotonete, shampoo, talco, desodorante, esponjas e secador de cabelos. Ele deve conhecer a localização das peças do banheiro e saber manejar descarga, torneiras e chuveiro. Quando pequeno, na hora do banho, você pode ajudá-lo a reconhecer partes do seu corpo; nomeie-as à medida que o ajuda a passar sobre o corpo a esponja ou a toalha de banho. A brincadeira com potinhos, vasilhas, bonequinhos e com espuma é muito interessante. Sentir a temperatura da água, nomear as diferenças, distinguir entre o banho na bacia, na banheira, no chuveiro, tudo isso o ajuda a tornar-se mais seguro e independente. Organizar suas roupas nas gavetas, dobrá-las e pendurá-las nos cabides são tarefas que ele pode desenvolver com você. Não se esqueça levá-lo junto quando for comprá-las. Combinar as peças de acordo com a cor ou a textura, adequá-las às estações do ano e à temperatura, usá-las de acordo com a moda ou a situação, eis aí um aprendizado que requer tempo, paciência e dedicação da família e da criança. Identifique com ele o nome de cada item do vestuário, parte da frente e de trás, avesso e direito, calças compridas e curtas, peças externas e íntimas, uniformes; os diversos tipos de calçado e seu uso: tênis, sapato, bota, chinelo. Explique-lhe a necessidade de lavar a roupa usada, mostrando-lhe como lavar, secar, passar a ferro. Explique-lhe como abotoar usar, zíper, fechar com velcro, amarrar e dar laço. É importante que ele aprenda a usar lenço de papel ou de tecido para assoar o nariz.

O desenvolvimento dos sentidos
É fundamental que você incentive seu filho a usar a visão em todas as oportunidades. Na vivência diária, encoraje-o a explorar o ambiente, a localizar e a identificar objectos, formas e figuras; a reconhecer cores. O importante é desenvolver o gosto de ver, por isso não o force, proponha actividades prazerosas, brincadeiras e jogos. Estimule a criança a usar ao máximo sua visão, mas não se esqueça de que é essencial que ela eduque seus outros sentidos: audição, olfacto, paladar e tacto, pois isso vai ajudá-la no reconhecimento de coisas que existem no ambiente às quais ela não tem acesso por causa da baixa visão. O desenvolvimento dos sentidos não ocorre naturalmente, é preciso educá-los, aproveitando para isso as actividades de alimentação, higiene e vestuário. Também os brinquedos são bons recursos para incentivar o uso da visão, pois são interessantes, têm cores e formas variadas e representam um desafio para a criança. A audição é um grande auxiliar para a identificação de ambientes internos e externos pela pessoa com deficiência visual. Podemos chamar sua atenção para vozes, passos, campainhas, barulhos de máquinas, de abrir e fechar portas e janelas, de rodos e vassouras, de esguicho, balde, torneiras e descargas, em áreas internas; na rua, para o barulho de carros, caminhões, ônibus, trem, sirene, pássaros, vozes de pessoas ou animais, bolas, sinos, sons musicais, vento e chuva. Ruídos característicos de certos locais são interessantes para seu reconhecimento: supermercado, igreja, parques, aglomerações humanas, etc. É útil para a pessoa com deficiência visual saber identificar os diversos odores. Pelo olfacto, ela pode associar o local ou o objecto ao seu aroma característico, como por exemplo: farmácia, açougue, padaria e posto de gasolina; cozinha, banheiro e jardim; chocolate frutas, café e erva-doce; álcool e desinfetante. A oferta de alimentos com os diferentes sabores - doce, salgado, azedo, amargo e picante - pode ser usada na estimulação do paladar. O tacto é um sentido essencial para a percepção do espaço pela pessoa com deficiência visual. Todo seu corpo em movimento é utilizado nesse reconhecimento. Entretanto, as mãos e os dedos são as partes mais sensíveis, sendo o toque e o manuseio dos objectos fundamentais para o conhecimento de forma, tamanho, peso e textura. A criança com deficiência utilizará todos os sentidos para complementar a baixa visão. Daí a importância deste trabalho de forma integral, possibilitando a ela uma melhor compreensão do mundo.
A importância da brincadeira
A brincadeira é a vida da criança e a forma mais gostosa para ela conhecer o ambiente, movimentar-se, ser independente, desenvolver seu físico, sua mente, sua auto-estima e afetividade. Brincando, as crianças entram em contacto com diferentes cores, texturas, formas, tamanhos, sons e conhecem tudo o que existe no ambiente. Brincar na companhia de irmãos, primos, vizinhos, colegas de escola e amigos é ótimo para a socialização e ampliação do conhecimento. A família precisa facilitar e incentivar a brincadeira, dela participando muitas vezes, pois algumas crianças com baixa visão precisam desse apoio para que desenvolvam o gosto por ela. Brincando de casinha, de escola, de vender, de teatro e de bandinha, a criança vai compreendendo a vida e se preparando para o futuro. Brincar de roda, de esconde-esconde, de bicicleta, de carrinho, de bambolê, de perna-de-pau; de pular corda, chutar bola, pular amarelinha, dar cambalhotas, disputar corridas, tudo isso vai lhe dar oportunidade de movimento, fundamental para que adquira noção de espaço e tempo, desenvolva seus músculos, braços e pernas. Também servem para esse fim os brinquedos parque infantil: escorregador, gira-gira, balança, gangorra e trepa-trepa. Brincar na areia, na água, fazer bolha de sabão, fazer e soltar pipa são actividades de que toda criança gosta. Com brinquedos ou até com objectos comuns da casa, a criança desenvolve suas habilidades para usar as mãos; aprende formas, reconhece objectos, aprende dimensão e peso, entende o que é alto e baixo, pequeno e grande, maior e menor, comprido e curto, largo e estreito, pesado e leve, cheio e vazio. Empilhar, encaixar, rosquear, costurar, enfiar contas são actividades interessantes e divertidas. Montar quebra-cabeça, pintar, desenhar, brincar com massinha ou argila, separar e classificar objectos são ótimos exercícios para seu aprendizado. A brincadeira com pequenos animais domésticos como um cachorro ou um gatinho enriquece sua afetividade. Não podemos esquecer os livrinhos, revistas, discos, fitas e filmes infantis. Nas revistas que a criança folheia, ajude-a a identificar objectos, animais, pessoas; chame a atenção para cores, formas e nomes. Deixe-a recortar as figuras e colá-las em um caderno ou em folhas de papel e anime-a a fazer uma exposição. Com os livros infantis ilustrados aprenderá a usar melhor a visão, a prestar atenção a detalhes, a interpretar cenas, e também ampliará seu vocabulário. Deixe-os sempre ao alcance de seu filho, leia para ele, incentive-o a ler.

A participação social
O relacionamento com amigos e vizinhos, a participação na comunidade da escola, da igreja, do bairro, tão importantes para todos, oferecem muitas oportunidades para a criança aprender e educar-se para a vida social. Seu filho deve participar de passeios, visitas, festas, reuniões, compras e viagens. Assim, ele vai se familiarizando com o que existe nas ruas: o trânsito, semáforos, telefones públicos; pode andar em diferentes tipos de veículos (carro, ônibus, trem, metrô);usar escada rolante e conhecer diversos tipos de estabelecimentos comerciais: loja de roupas, de calçados, de discos, supermercado, açougue, padaria e floricultura. Incentive-o a conhecer muitas pessoas, conviver com parentes e amigos, participar realmente da vida familiar. Aproveite para orientá-lo sobre comportamento social: cumprimentar, despedir-se, agradecer, pedir licença, conversar ao telefone. Ao apresentá-lo às pessoas, deixe-o falar de si, seu nome, idade, gostos. Nas diversas situações familiares e nos grandes acontecimentos sociais, comente os sentimentos (amor, alegria, tristeza, aborrecimento, raiva) e os fatos (nascimento, saúde, festa, dor, morte). Associe expressões faciais e gestos correspondentes a sentimentos e peça que ele os imite: cara de bravo, de alegre, de triste, etc. Antecipe situações pelas quais ele deve passar, explicando, por exemplo, como é uma consulta ao médico, ao dentista e converse depois sobre como ele se sentiu em tais ocasiões. Todos os eventos familiares (casamento, nascimento, Natal, Páscoa, formatura, batizado) e sociais (carnaval, festa junina) podem ser comemorados, explorando a oportunidade para explicações, comentários e, principalmente, para a criatividade da própria criança: enfeitar a casa, embrulhar o presente, escrever o cartão, enviar telegrama, telefonar, escolher e preparar sua roupa, fazer doces e salgados. O aniversário da criança é a data mais importante para ela. Procure fazer uma comemoração, por mais simples que seja. O importante é o carinho da família, o canto de Parabéns a Você, o soprar a velinha, o presentinho, enfim, o fato de mostrar que é uma data especial. Se puder, faça uma festinha, convide familiares e amigos e deixe seu filho "curtir" a preparação de enfeites, lembrancinhas, doces, bolo e salgadinhos. A recepção das pessoas, seu nome, o grau de parentesco, o recebimento e a abertura dos presentes, os agradecimentos ampliam de forma agradável sua vivência social. Os comentários sobre a idade, a lembrança de outros aniversários da criança e dos amigos, a memorização da data, a comparação com a idade dos irmãos proporcionam a ela muitos conhecimentos e ajudam a criança a desenvolver a noção de tempo, passado, presente e futuro; antes e depois; os meses e as estações do ano.
A vida escolar
Mesmo com baixa visão, seu filho pode freqüentar creche, pré-escola e escola comum, desde que haja atenção especial para as suas necessidades e a escola receba orientação. Seu filho sentirá maior segurança se a escola toda for preparada para recebê-lo. Os colegas devem saber de sua deficiência visual, tirar suas dúvidas e ouvir explicações a respeito de suas dificuldades. Se o oftalmologista indicou óculos ou outros auxílios especiais (lupa, telescópios, por exemplo), é importante conscientizar toda a família, a professora e as demais pessoas que convivem com ele sobre a importância do uso de tais recursos para melhorar a sua visão, incentivando-o a usá-los. Algumas crianças necessitam de óculos com lentes escurecidas por não suportarem muita luz. O uso de boné quando saem ao sol é aconselhável. Outras crianças precisam de bastante iluminação no ambiente e, principalmente, foco de luz dirigido sobre o objecto ou o texto em que estão trabalhando. Para melhorar o desempenho escolar das crianças com baixa visão, recomenda-se o uso de lápis 6-B, que é bem escuro, nas actividades de escrita, e caneta hidrográfica para contornar os desenhos; estes devem ser bem simples, evitando-se muitos detalhes. As linhas do caderno devem ser reforçadas com caneta preta e a distância entre elas aumentada. No caderno comum, reforça-se uma linha sim e outra não. A letra deve ser bem simples e, algumas vezes, ampliada. Na sala de aula, a criança deve sentar na primeira carteira e ter liberdade de levantar-se para chegar perto da lousa ou mudar de lugar para copiar a lição. A participação da família na vida escolar da criança e o diálogo constante com os educadores são indispensáveis para facilitar a solução de dificuldades que possam surgir. É fundamental a compreensão e a disponibilidade da família para atender às possíveis solicitações da escola (ampliar textos, preparar material etc.), bem como algum apoio à criança na realização de tarefas escolares.

Papai e Mamãe: Esperamos que estas sugestões venham enriquecer a convivência com seu filho. Porém, vocês, melhor do que qualquer pessoa, saberão encontrar a forma própria de comunicação com sua criança. E creiam, ela será única, intensa e norteará esta relação por toda a vida. Acreditem no potencial de seu filho, transmitam-lhe sempre esta crença e, principalmente, respeitem-no como pessoa. A descontração, a alegria e otimismo são essenciais para a interação com crianças, jamais se esqueçam disto! Com determinação, força e muito amor, vocês alcançarão o objectivo maior de todos os pais: ver seu filho feliz.


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A publicação virtual deste livro foi autorizada, gentilmente, pela autora. Exemplares impressos contam com ilustração de Moacir Rodrigues e podem ser obtidos gratuitamente junto a Laramara - Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, à rua Conselheiro Brotero, 338, Barra Funda, 01154-000, São Paulo, SP. Informações pelo telefone (011) 826-3744, Fax: (011) 826-9108 ou por e-mail: laramarabrasil@mandic.com.br
Mara Olympia de Campos Siaulys
Colaboração: Célia Campos Pardo e Maria Alice Rosmaninho Perez
Revisão Técnica: Célia Campos Prado -  Design Gráfico: Z Design - Ilustração: Moacir Rodrigues- Impressão: Gráfica Laramara - Patrocínio: Schering-Plough 


FONTE:  http://deficienciavisual.com.sapo.pt/txt-sugestoespara.htm

31 de mai. de 2012

Discapacidad Visual Neurológica conocida también como Discapacidad Visual Cortical, Maduración Visual Retardada, Ceguera Cortical

Por Sam Morgan, especialista en educación.
La discapacidad visual neurológica (NVI) es ahora el nombre preferido para un tipo de discapacidad visual que ha sido y es todavía llamada Discapacidad Visual Cortical o Ceguera Cortical. NVI ahora se divide en tres categorías: Discapacidad Visual Cortical, Maduración Visual Retardada y Ceguera Cortical. Estas divisiones están hechas de acuerdo a qué área cerebral está afectada.
Varios estudios indican que el porcentaje de niños con discapacidades visuales que tienen NVI está entre 3.6 y 21%, haciendo que ésta sea la causa más importante de discapacidad visual en los niños que son sordos y ciegos. La NVI ocurre cuando una parte del cerebro que es la responsable por la visión está lesionada. En otras palabras, el ojo por sí mismo es normal, pero el cerebro no procesa la información correctamente.
NVI tiene varias causas, que incluyen pero no están limitadas a falta de oxígeno antes, durante o después del nacimiento, enfermedades producidas por virus o bacterias como la meningitis y el citomegalovirus, o una lesión traumática. Estos niños pueden, aunque no siempre, tener otras discapacidades adicionales.
Otros tipos de discapacidades visuales como la atrofia óptica (defecto del nervio óptico que impide que el nervio conduzca las imágenes al cerebro) y hipoplasia del nervio óptico (una discapacidad visual causada por un defecto congénito del disco óptico) son más comunes en niños con NVI.
NVI afecta la visión en varias formas y causa la pérdida de la visión de una manera que puede ser desde benigna hasta severa, temporaria o permanente. No hay manera de predecir cómo va a ser la visión de un niño pequeño a medida que va madurando pero muchos niños con NVI experimentan mejoras en su visión.
Es común la visión fluctuante. Esto es aún más pronunciado en los que tienen desórdenes que involucran convulsiones o en los que fueron tratados con ciertos medicamentos como Dilantin, Tegretol o Fenobarbital. Un niño puede ser capaz de ver un objetoun día y no poder verlo al día siguiente. Estos niños pueden tener también una visión periférica que central y por eso mira a los objetos que están al costado del ojo.
Pueden haber perdido algo de su campo visual en una manera asimétrica (un ojo puede ver peor que el otro). Esta pérdida despareja no corresponde necesariamente a sus funciones manuales. Si el ojo izquierdo es mejor que el derecho, la mano izquierda no va a ser necesariamente mejor que la derecha.
Los niños con NVI tienen problemas con algunas tareas visuales específicas. Tienen dificultad con los objetos apoyados (ven al objeto en lugar del fondo) y con despliegues visuales complejos como figuras múltiples (una foto con cinco animales diferentes en lugar de dos).
La confusión espacial es común; por ejemplo no pueden ubicar su silla aunque la pueden ver. También pueden ser visualmente inatentos, no quieren mirar a los objetos y prefieren usar el tacto. Es común ver a un niño dar vuelta la cabeza en sentido opuesto mientras exploran un objeto con las manos. La vista de los NVI puede ser comparada con tratar de escychar a la voz de uno mismo en un lugar ruidoso o hablando una lengua extranjera.
Se ha demostrado que la estimulación de la visión ayuda a la mayoría de los niños con discapacidades visuales a mejorar la forma en que usan su visión; esto es especialmente cierto en los que tienen NVI.
Para que la estimulación visual sea efectiva se debe hacer en situaciones de todos los días de la vida real, no solamente en las sesiones de terapia de la visión. Por ejemplo, identificando colores en una actividad, siguiendo a un compañero de clase con la vista a medida que se va moviendo en el salón de clase e identificando la forma de los objetos de todos los días.

Estrategias instructivas sugeridas para niños con nvi

  1. Materiales, como fotografías, deben ser simples, con gran contraste (los colores de una foto u objeto deben ser diferentes como un juguete amarillo contra un fondo negro en lugar de anaranjado), y presentadas de una en una.
  2. La iluminación brillante ayuda al niño a ver y a atender a los materiales visuales con más consistencia. Hay que acomodar la luz natural tanto como la artificial para determinar cuál es la mejor.
  3. Dar al niño tiempo para responder a los materiales que se les presentan.
  4. La visión de color está generalmente intacta, y los colores se pueden usar efectivamente. El amarillo y el rojo son posiblemente más fáciles de ver y se pueden usar para el contorno de los números, letras, figuras, para usar un código de los colores, o para atraer la atención de algo que usted quiere que el niño mire.
  5. También es importante mantener el color de los materiales constantes para evitar confusiones. Esto también se aplica a las indicaciones visuales en general, que debn ser constantes en el tiempo y los lugares. Si el niño usa un tazón rojo en la casa y así es como él sabe que es la hora de comer, esto mismo debe hacerse en la escuela. Conviene saber si el niño tiene preferencia por algún color o tamaño.
  6. Use una manera multisensorial como asociar el objeto que ustedes quieren que vea con un sonido.
  7. El tacto debe ser considerado un sentido muy importante para el aprendizaje. Los niños con NVI parecen aprender efectivamente usando este sentido.
  8. La repetición y las rutinas pueden ayudar al niño a comprender su ambiente visual. Si se debn hacer cambios, se debn hacer lentamente para permitir el ajuste con el tiempo.
  9. Las fluctuaciones en lel rendimiento visual se pueden ir reduciendo en presencia de fatiga. Traten de trabajar por períodos cortos, o dividan una tarea larga en períodos cortos.
  10. Reducir el ruido de afuera y otros estímulos ambientales que pueden distraer a los niños.
  11. Los objetos son más fáciles de ver cuando están en movimiento. Esto es cierto especialmente cuando se encuentran en los campos periféricos.
  12. La posición es también importante. Cuanta más energía se gasta en sostenersem menos se puede usar para ver.
  13. El lenguaje ayuda al niño a comprender una situación visual agregándole sentido. Sea consistente en el lenguaje que usa.

Referencias

Groenveld, M, Jan, J.E. & Leader, P. (1990). Observations on the Habilitation of Children with Cortical Visual Impairment. Journal of Visual Impairment and Blindness, 84, 11-15.
Levack, N. (1991). Low Vision: A Resource Guide with Adaptations for Students with Visual Impairments. Austin: Texas School for the Blind.
Morse, M.T. (1990). Cortical Visual Impairment in Young Children with Multiple Disabilities, Journal of Visual Impairment and Blindness, 84, 200-203.
Takeshita, B. (1996, March). Neurological Visual Impairment. Paper presented at the annual conference of the California Transcribers and Educators od the Visually Handicapped.
Las hojas informativas de los Servicios de California para los Sordos y Ciegos deben ser usadas tanto por las familias y los profesionales que ayudan a los individuos con sensoriales dobles. La información se aplica a estudiantes de 0 a 22 años de edad. El propósito es dar una información general en un tópico especí fico. Una información más específica para una persona individual puede ser provista a través de la ayuda técnica especializada disponible en el CDBS. La hoja informativa es un punto de partida para luego completar más la información.
PUBLICADO : 
http://www.tsbvi.edu/

FONTE: http://www.vivirdesenfocados.org/?q=node/522

30 de mai. de 2012

ESTIMULAÇÃO VISUAL COM LUZES

Muitas vezes ouço a pergunta: “Tenho um conhecido com uma visão muito baixa, mesmo assim o método Self-Healing funciona?”. Sempre respondo que se ele tem alguma visão, seja ela somente vultos, sempre temos por onde tentar melhorar com os exercícios.

E um dos exercícios que utilizo em meu consultório e indico para pessoas com baixa visão é a estimulação com luzes piscantes. Essas luzes são aquelas que são muito utilizadas em festas e shows, e podem ser encontradas nas lojas de brinquedos e lojas populares.

Luzes que piscam ajudam a estimular áreas da retina onde a visão foi perdida. Para usá-las, sente-se primeiro em um aposento o mais escuro possível e empalme os olhos por cerca de 5 min ( ).

Cubra o olho mais forte com a mão, um pano ou tampão, ligue a luz piscante e segure-a cerca de 30 cm do olho descoberto. Consegue perceber quando está acesa e quando está apagada? Consegue distinguir suas cores? Se conseguir dizer que ela está piscando então temos muito para trabalhar.

Sem permitir sua cabeça se mover ou acompanhar os olhos, mova a luz para os lados, para cima e para baixo, e perceba até quando você consegue vê-la. Descubra uma área que a luz fique menos visível ou não visível. Segure a luz em frente a esta área, feche os olhos e visualize que você a vê claramente, abra os olhos e continue olhando para a luz. Repita algumas vezes essa visualização e perceba se a imagem da luz está ficando mais clara ou brilhante.

Tenha em mente que as células da retina podem se cansar muito facilmente. Se para você meio minuto é muito, então respeite seu limite, empalme os olhos para descansar, e depois continue o exercício. Se para você o exercício não causa cansaço, mesmo assim à cada 3 minutos para e faça um palming para relaxar os olhos.

Nosso sistema visual e nervoso é extremamente complexo, portanto sempre digo que podemos tentar antes de declarar que não há nada a fazer pelos olhos das pessoas com baixa visão.

Portanto, tente, dê uma oportunidade e um estímulo para seus bilhões de neurônios e células da retina.

FONTE: http://metodoselfhealing.blogspot.com.br/2012/04/estimulacao-visual-com-luzes.html

16 de abr. de 2012

O PAPEL DA ESTIMULAÇÃO

Em nenhum outro período de sua existência os seres humanos experimentam um desenvolvimento tão intenso como nos primeiros anos de vida. Basta ver o salto que ocorre de 0 a 1 ano, quando os bebês começam a dar seus passos iniciais. Por isso, é importante não perder nenhuma oportunidade para participar desse crescimento, criando situações propícias e promovendo a estimulação. Eles têm necessidades específicas e características próprias que devem ser consideradas. No entanto, estimular bebês não é como ensinar crianças maiores. Os bebês aprendem de um modo muito diverso, principalmente pelos mecanismos da repetição, da imitação e da exploração sensorial, por meio do brincar. Exatamente por isso, os bebês podem atender a longos períodos de concentração desde que estejam envolvidos em algo de seu interesse. Os bebês crescem fisicamente, praticando exercícios motores; perceptivamente, desenvolvendo o pensamento e o conhecimento na solução de problemas; verbalmente, adquirindo comunicação receptiva e expressiva; psicologicamente, descobrindo sua própria identidade; socialmente, aprendendo a conviver com "amigos". Daí a importância do trabalho realizado no berçário. Nessa fase, é especialmente oportuno que os pais acompanhem o trabalho realizado pela escola, para que compreendam a extensão das atividades propostas.

O rolo possibilita a tonificação da musculatura dos braços e da musculatura dorsal do bebê, a fim de prepará-lo para o sentar.



Bolas na banheira – Trabalha-se o desenvolvimento da coordenação visual e motora, pois, para apanhar a bolinha dentro da água, o bebê necessita adequar o movimento a cada instante, uma vez que as bolas mexem-se constantemente.


Rolar é a primeira forma de deslocamento global do bebê, movimento que requer a integração da musculatura dos dois lados do corpo.


A Bola de Bobath possibilita o fortalecimento da musculatura dorsal e abdominal. Quando o bebê está sobre a bola, busca estabilidade e precisa ajustar-se a cada instante. Estes “ajustamentos” possibilitam a busca pelo equilíbrio corporal.


Cobertor – O “arrastar” sobre o cobertor possibilita o ajustamento do corpo na posição sentada, pois, quando o cobertor é puxado, o bebê contrai a musculatura necessária para manter-se em equilíbrio.


Lanterna - Usando a lanterna, pode-se explorar a coordenação visual e espacial, em que o bebê terá que acompanhar com os olhos o espaço por onde o ponto luminoso irá passar. O bebê tenta “pegar” o ponto de luz, o que possibilita também o trabalho de coordenação visual e motora.

FONTE: http://aprenderecia.blogspot.com.br/2008/06/o-papel-da-estimulao.html

Tecnologia Assistiva nas Escolas

Os its Brasil (Instituto de Tecnologia Social) e a Microsoft Educação questionam no projeto a inclusão social de pessoas com deficiência. O acesso à escola de alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento já é uma realidade em nosso país, e a sua participação e aprendizagem exigem que se desloque o foco da “deficiência” para eliminação das barreiras que se interpõem às pessoas nos processos educacionais. Com este trabalho eles esperam contribuir com as escolas públicas e privadas, no sentido de fortalecer a filosofia educacional da não discriminação e da efetiva participação, que possibilitem o desenvolvimento das capacidades de todos os alunos, bem como sua inclusão social. Apresentaremos, a seguir, recursos de acessibilidade para a autonomia e inclusão educacional e sócio-digital da pessoa com deficiência.


Kit Luva
Painel em tecido, com bolsos em plástico transparente, utilizado para armazenar objetos que serão empregados nas atividades de estimulação sensorial, contendo:
*5 potes para estimulação gustativa (Ex.: doces, salgados e azedo);
*5 vidros para estimulação olfativa (Ex.: pó de café, temperos etc.);
�� 5 objetos para estimulação auditiva (Ex.: chocalho, guizo, apito etc.);
�� 5 objetos para estimulação visual (Ex.: lanterna, brinquedos com cores contrastantes e brilho);
�� 5 objetos para estimulação tátil (Ex.: esponja, lixa, massa de modelar etc.);


Tapete sensorial
Tapete com diferentes texturas, cores e sensação térmica, para estimulação sensorial. Podendo ser confeccionado com: EVA, estopa, feltro, cortiça,
tapete carrapicho, madeira, tecido plush, couro, manta acrílica etc;









Chocalho adaptado
Confeccionado com duas mini garrafas pet contendo objetos, como: contas, guizos, grãos. As garrafas podem ser unidas com
fita adesiva. Detalhe: elástico com velcro nas pontas para fixar junto ao corpo do aluno, estimulando a audição por meio do movimento e do som;







Jogo adaptado
O professor pode adaptar a brincadeira de bola o cesto, para crianças com dificuldade de coordenação motora, utilizando cano de PVC cortado como canaleta, tendo uma das extremidades um cesto e a outra fixada ou apoiada manualmente;








Livro adaptado
Livro de história, adaptado com fichas de comunicação, contendo imagens que substituem o texto, com objetivo de facilitar a compreensão e a interação do aluno. Além de ser um recurso para o trabalho com pessoas deficientes, este livro também pode ser utilizado por alunos que ainda não estão alfabetizados ou que apresentam dificuldades específicas de leitura;









Prancha de comunicação
Confeccionada em prancheta ou papelão, com figuras do PCS ou imagens reais, para facilitar a comunicação e expressão dos alunos durante as atividades;









Adaptador
para pintura
Confeccionado com cone de fio de
máquina de overlock, revestido em EVA;








Manoplas
O talher pode ser engrossado com manopla de bicicleta com peso. E, para fixar o talher na manopla, preencher o interior com mistura de pó de ferro e cola branca;







Contentor de alimentos
Em PVC, com hastes para fixar na borda do prato. O talher poderá ser fixado com velcro na mão do aluno, caso o mesmo tenha dificuldade em mantê-lo;





Avental prático
Confeccionado com tecido atoalhado,
forrado com plástico ou tecido impermeável, para evitar o acúmulo de resíduos alimentares e salivas no vestuário do aluno;











Máscara para teclado
Confeccionada em EVA e cola de contato, deixando exposto somente as teclas que serão utilizadas;










Cadeira adaptada para transporte
Confeccionada com estrutura de madeira, forrada com espuma, revestida com tecido impermeável e cinto de segurança.
Se necessário utilizar outras adaptações para segurança e posicionamento adequado do aluno, durante o transporte;









É importante ressaltar que não existem receitas prontas para atender a cada necessidade educacional especial. A escola, além das orientações compartilhadas, deve buscar informações e orientações que ampliem as possibilidades, para que todos os alunos encontrem um ambiente adequado e acessível.

FONTE: http://projetordesonho.blogspot.com.br/2011/08/tecnologia-assistiva-nas-escolas_02.html

Caixa de estimulação sensorial

 Veja só que diversão as crianças entram nessa caixa gigante e desenvolvem muitas atividades,caixa de papelão que iria para o lixo , dentro da caixa tem um tapete sensorial feito de barbante e com círculos recortados de várias texturas de tecido de ponta a ponta, temos a meia calça colorida que esconde e encontra objetos, a porta de elástico para passar e nessas outras aberturas geométricas colocaremos fitas para tampar.Tem mais em cima tem uma tampa de papelão que você podera utilizar mais escuro brincando com lanterna, isso é estimulação visual.




Isso tudo iria para o lixo mas a necessidade e a criatividade fez a realidade de existir um brinquedo totalmente especial para nossos alunos . 
FONTE: http://babaluespecial.blogspot.com.br/2011/10/caixa-de-estimulacao-sensorial.html

8 de abr. de 2012

INFLUENCIA DE LOS COLORES EN LOS NIÑOS

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Los colores son estímulos visuales que pueden generar diversas reacciones en nuestro organismo y en nuestro estado de ánimo. La psicología del color nos brinda algunos ejemplos sobre los efectos de los colores en los niños, la percepción de los colores varía según la edad.

LOS COLORES Y SUS EFECTOS PSICOLOGICOS
Rojo
Atrae mucho la atención visual, estimula la acción, la energía, cólera, agresividad, también el apetito. Por ello no se recomienda utilizarlo con niños hiperactivos o agresivos, mucho menos si se desea crear una sensación de calma, pero si incorporar ciertos matices en combinación con colores neutros en lugares donde se quiera estimular calidez, la alegría y el dinamismo.
 Anaranjado
Combina los efectos de los colores rojo y amarillo: Energía y alegría. Las tonalidades suaves expresan calidez, estimulan el apetito y la comunicación, mientras que las tonalidades más brillantes incitan la diversión y la alegría. Puede ser considerado para el cuarto de juego de los niños en combinación con colores neutros.
Azul
Tiene un efecto calmante, pues se trata de un color frío, produce paz y sueño, estabilidad. En los dormitorios puede producir sensaciones de tranquilidad y serenidad. Es un color sedante, disminuye las pulsaciones y el apetito, mejor aún si se usan tonos pastel.
Amarillo
Estimula la actividad mental. Se utiliza el color amarillo en niños con gran dispersión, poca concentración ya que despierta el intelecto, ideal para niños con dificultades de aprendizaje o fatiga mental. También es un color que inspira energía y optimismo, da luminosidad y alegría.
Violeta
Se trata de un color místico, especialmente importante en la meditación, la inspiración y la intuición. Estimula la parte superior del cerebro y el sistema nervioso, la creatividad, la inspiración, la estética, la habilidad artística y los ideales elevados.
Verde
Es el color del descanso y el equilibro, ofrece un ambiente relajante, por tanto es recomendable para el cuarto de niños pequeños siempre que no se elijan tonalidades verdes oscuras. También transmite seguridad y un efecto natural en el ambiente.
Celeste
Tiene un poder sedante, relajante, analgésico y regenerador.
Negro
El negro no se utiliza en habitaciones de niños, absorbe la luz, y está asociado a la tristeza, la depresión, el luto.
 Blanco
Es un color que representa la paz, pureza, calma y armonía. Es considerada una tonalidad fría que estimula la actividad intelectual y favorece la imaginación. Por tanto es recomendable para el cuarto de niños pequeños
Es importante aclarar que el origen de estas aparentes propiedades de los colores no está en los propios colores sino en la asociación mental que, de forma natural e inconsciente, hace el ser humano como consecuencia de un “aprendizaje cultural heredado”

FONTE:  http://cosasdelainfancia.com/articulos/influencia-de-los-colores-en-los-ninos.php

¿Por qué es importante capacitar a la persona que cuida tu niño?

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Hoy en día, el mundo laboral exige que los padres busquen personas competentes para el cuidado de sus niños, personas afectuosas, confiables pero sobre todo que brinden la mejor crianza en la etapa más importante de la vida de todo ser humano, la infancia.
La nana, niñera, cuidadora o talvez algún familiar es la persona en quien confiamos la educación de nuestros niños, con quienes pasan la mayor parte del día y de quienes aprenden hábitos, buenas costumbres y habilidades básicas que se necesitarán en etapas posteriores.
Debemos brindarles a nuestros hijos la mejor educación en la etapa más importante de sus vidas?
Hoy sabemos que los primeros años de vida son los más importantes para la educación y formación de la personalidad de todo ser humano, el cerebro del infante está en pleno desarrollo, por tanto sus aprendizajes serán más significativos y sólidos en este periodo.
Cada etapa de la vida del niño es importante y oportuna para que desarrolle destrezas particulares, pero éstas requieren de una estimulación adecuada. Si la persona que cuida al niño no propicia estos aprendizajes, no sabe cómo hacerlo o no cuenta con los conocimientos necesarios, estaremos desaprovechando el periodo más importante de todo ser humano, la etapa en la cual toda persona tiene la maravillosa oportunidad de empezar a conocer al mundo y de formar las bases para el desarrollo de su personalidad, su autoestima y habilidades intelectuales.
Por tanto, es necesario que la persona que esté a cargo de la crianza y cuidados del niño sea una persona capacitada, que cuente con conocimientos y herramientas que faciliten su labor y que haga provechoso cada momento que pasa con él, lo óptimo es que aprenda a combinar sus cuidados con juegos oportunos para la edad del niño, de esta manera se estará desarrollando las aptitudes que todo niño requiere.
Las competencias que toda persona que cuida niños debe tener están referidas a los siguientes aspectos:
Conocimientos básicos sobre estimulación temprana y desarrollo infantil
Los niños poseen un cerebro que está en su mejor etapa de desarrollo, por lo tanto todo lo que recepcione en este periodo, será aprendido con mayor rapidez y eficacia, es necesario entonces, saber qué estimular y cómo hacerlo, un bebé de 7 meses necesitará de actividades y juegos diferentes a los de uno de 12 meses, esto es porque las habilidades que necesitan desarrollar son distintas.
Ejercicios para desarrollar el lenguaje
En los tres primeros años de vida se desarrolla el lenguaje de una manera asombrosa y a través de él podemos observar las capacidades mentales de nuestro niño y potenciar su inteligencia al máximo. Para que este proceso sea el más enriquecedor y provechoso, se requiere brindar al niño un ambiente estimulante, que propicie tanto la comunicación verbal y no verbal, dando modelos de pronunciación adecuados, haciendo uso de juegos o materiales que estimulen el lenguaje comprensivo y expresivo. El rol del adulto es ser la persona guía y facilitadora que interactúa con el niño, propiciando que nombre objetos, articulando lenta y claramente los fonemas, corrigiéndolo amorosamente teniendo en cuenta su edad y sus características.
Juegos de psicomotricidad de acuerdo a la edad del niño
La psicomotricidad está referida al desarrollo del control del cuerpo y los movimientos, la inteligencia en los primeros años de vida es básicamente motriz, el niño aprende a partir del conocimiento de su propio cuerpo y de la exploración del mundo que realiza a partir de sus movimientos. Este desarrollo se divide en varias etapas y cada una de ella tiene sus particularidades. Así por ejemplo, antes de aprender a caminar, es necesario que el niño sea capaz de realizar giros, sentarse y gatear, si no adquirió prudentemente estas habilidades, no podemos forzarlo a aprender otras más complejas. Conocer qué características tiene cada etapa, qué logros debe tener el niño de en determinada edad y qué juegos realizar con él, es fundamental para poder estimularlo adecuadamente, sin adelantar su desarrollo, ya que esto también podría tener consecuencias desfavorables.
Actividades y materiales para estimulación temprana
La persona encargada de cuidar al niño debe saber que materiales o juegos emplear según las características, las necesidades y la edad del menor. Así por ejemplo, en los primeros 6 meses, los juegos de estimulación visual y auditiva son la prioridad, ya que el aprendizaje del niño es básicamente sensorial. Saber cómo emplear elementos del entorno cotidiano y aprovecharlos al máximo es otro de los recursos con los que debemos contar para que nuestras enseñanzas sean en todo momento fructíferas.
Cómo organizar el ambiente del niño
Saber organizar adecuadamente el ambiente del niño es orientar adecuadamente su conducta y sus hábitos. Si queremos personas que sepan organizar su vida y qué tengan éxito en el futuro, es necesario enseñarles, desde muy pequeños, rutinas diarias, estableciendo adecuadamente los horarios de alimentación, los horarios en los que necesita de juegos dinámicos y juegos tranquilos que favorezcan su aprendizaje o su relajación. Por otro lado, saber adecuar el ambiente del niño según las actividades que realiza es brindarle espacios que favorezcan la atención y el desarrollo de su autonomía. Un ambiente organizado significa para el niño que toda actividad tiene un momento y un orden, por el contrario la falta de organización y estructuración del ambiente promueve hábitos inadecuados e intensifica los problemas de atención e hiperactividad, si este es el caso.

FONTE:  http://cosasdelainfancia.com/articulos/por-que-es-importante-capacitar-a-la-persona-que-cuida-tu-nino.php
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT