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8 de jun. de 2012

Como ensinar a criança colorir dentro do limite?

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 Colorir dentro das limite pode ser bastante difícil para algumas crianças. A atividade de colorir dentro do limite exige coordenação motora fina , viso-motora e viso-espacial. Uma técnica que eu encontrei no Blog da Terapeuta Ocupacional Dra. Zachry pode ser útil para as crianças com dificuldade motora e visual.A dica é delinear as bordas da imagem com pistola de cola quente.

 Fonte: http://drzachryspedsottips.blogspot.com
 http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/

18 de mar. de 2012

ARTE COM PLÁSTICO BOLHA

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Olá amigos?
Visitando o blog do APRENDER E CIA, encontrei este recurso que achei super interessante e criativo!!!!
Além da possibilidade de se trabalhar com auxílio de texturas e cores, este recurso também poderá ser utilizado em contações de estórias e até mesmo em aulas com conteúdos e objetivos variados, em diferentes níveis de escolares.
O fundo do mar é feito com aquele plástico bolhas que geralmente vem em caixas com objetos comprados em lojas e os peixinhos podem ser confeccionados em E.V.A. coloridos e as plantinhas podem ser feitas com cartolinas laminadas ou até mesmo aquelas plantinhas plásticas compradas em lojas de importados...rsrsrs
Aí está mais uma sugestão que pode ser aproveitada por todos, inclusive em escolas regulares.

Espero que gostem!!!



8 de fev. de 2010

PORTA-LÁPIS CRIATIVO

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Objetivos:
- Trabalhar a coordenação visomotora;
- Trabalhar a acomodação visual e a interpretação;
- Trabalhar a criatividade;
- Trabalhar as diversas funções visuais/cognitivas;
- entre outras...

Passo a passo:




Nas primeiras atividades é sempre bom que a criança faça um desenho livre, pois, facilitará a acomodação visual e os processos cognitivos, já que a mesma terá consciência do que se trata o desenho e sua dimensão.

Peça-lhe para fazer um colorido bem bonito.



Pronto! Terminamos a primeira etapa. Algumas crianças já apresentam cansaço... por isso poderemos deixar a segunda etapa para um outro dia.



Nesta segunda etapa faremos o fundo do porta-lápis. É necessário que o profissional fale em voz alta cada passo realizado durante este processo, assim facilitará a melhor conscientização e dará maior segurança e orientação durante os processos mentais da criança.



Peça-lhe para fazer dois fundos, um para dentro e outro para ser colocado por fora.






Cole num papel cartolina e depois recorte.



Agora, vamos montar o corpo do porta-lápis...


... cole as duas extremidades lateriais do retângulo.



(Não esqueça de narrar cada passo a passo realizado pela criança, elogiando sempre a conclusão de cada etapa)



Colocaremos o fundo do porta-lápis agora... geralmente nesta etapa há um pouco de dificuldade... assim, as vezes é necessário a ajuda do profissional.





Passe cola na segunda peça...





... e coloque por dentro do porta-lápis.







Com um lápis, oriente a criança para precionar a peça no fundo do material, assim fixará melhor.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!!!...
GRANDE ABRAÇO!!!
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1 de fev. de 2010

TÉCNICAS DE POSICIONAMENTO DO PROFISSIONAL DURANTE AS ATIVIDADES DE ESTIMULAÇÃO VISUAL

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1. TÉCNICA “2 EM 1”:
Nesta técnica, o profissional se posiciona por trás da criança, coloca suas mãos por sobre as mãos da criança e realiza juntamente com ela toda execução da atividade. Esta técnica é necessária:
- com crianças que ainda não desenvolveram habilidades motoras: em atividades de recorte, rabiscos, colagens, entre outras.
- para desenvolver o hábito da postura correta durante as atividades: o profissional, além de usar suas mãos para executar a atividade em conjunto com a criança, também utiliza a cabeça e o corpo para (discretamente) empurrar a cabeça e o corpo da criança para frente na perspectiva de que esta se posicione corretamente durante a atividade.
- oferecer maior segurança à criança: à medida que a criança for apresentando maior independência o profissional diminuirá sua participação.
- também com crianças portadoras de deficiências múltiplas, bem como, crianças videntes (ditas normais) durante sua primeira experiência em certas atividades.
OBS: é necessário que durante toda a atividade o profissional oralize todas as etapas de execução da mesma, favorecendo a conscientização, bem como a internalização do conhecimento e registro da participação ativa da criança durante o cumprimento da atividade.



2. TÉCNICA “1 MAIS 1”:
Nesta técnica, o profissional se posiciona a frente da criança, coloca suas mãos por sobre as mãos da criança, orientando-lhe em cada etapa da execução da atividade. Esta técnica é necessária:
- com crianças que já apresentam alguma habilidade motora: em atividades livres de desenho (rabiscos), colagens, entre outras.
- para desenvolver o hábito da postura correta durante as atividades: o profissional nesta fase apenas solicita (lembra) a criança de olhar para o que está fazendo (com o hábito já instalado a criança já se posiciona naturalmente de forma correta).
- oferecer maior segurança à criança: à medida que a criança for apresentando maior independência o profissional diminuirá sua participação.
- também com crianças portadoras de deficiências múltiplas, bem como, crianças videntes (ditas normais).
OBS: é necessário que durante toda a atividade o profissional oralize todas as etapas de execução da mesma, favorecendo a conscientização, bem como a internalização do conhecimento e registro da participação ativa da criança durante o cumprimento da atividade.







3. TÉCNICA “SÓ 1”:
Nesta técnica, o profissional se posiciona ao lado ou na frente da criança, mas, não interfere diretamente na atividade. Esta técnica é necessária:
- com crianças que já desenvolveram as habilidades motoras necessárias para a execução da atividade específica: em atividades de recorte, rabiscos, desenho livre, colagens, entre outras.
- para desenvolver o hábito da postura correta durante as atividades: o profissional nesta fase não solicita (lembra) a criança de olhar para o que está fazendo, apenas orienta-lhe mostrando detalhes que devem ser vistos (dicas) para auxiliá-la na organização de seu pensamento.
- oferecer maior segurança à criança: somente participando quando necessário ou solicitação da criança.
- também com crianças portadoras de deficiências múltiplas, bem como, crianças videntes (ditas normais).
OBS: é necessário que durante toda a atividade o profissional oralize apenas tópicos na execução da mesma.


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22 de jan. de 2010

O DESEMPENHO VISUAL

A Interação do sistema visuo-Óculo-motor





- A acuidade visual, A.V., pe uma medida da resolução visual, ou seja, da capacidade de discriminar detalhes. Na maior parte das vezes a acuidade visual refere-se à "acuidade de reconhecimento", uma função visual mais complexa.

- Sensibilidade ao contraste é a capacidade de detectar diferenças de brilho (luminância) entre duas superfícies adjacentes.

- O Campo Visual refere-se a uma área/espaço específico percebido pelos dois olhos.

- Adaptação no escuro nos capacita a ver em baixa luminosidade, fornecendo a "visão noturna".

- Adaptação à luz faz com que nossos olhos se acostumem à luz brilhante, evitando o deslumbramento.

- Visão de cores refere-se à capacidade de perceber e distinguir entre diferentes tonalidades de cor.

- Visão binocular resulta da coordenação simultânea das imagens percebidas dos dois olhos, levando à percepção de profundidade.

- "Percepção visual" é usada tanto para especificamente percepção visual de extensão, direção e orientação espaciais, de forma, de textura e de movimento, como para a habilidade perceptual visual total.

- As "funções óculo-motoras" desenvolvem-se simultaneamente e conjuntamente com as várias funções visuais; por exemplo, focalizar e acompanhar objetos.

FONTE: LINDSTEDT, Eva. Abordagem Clínica de Crianças com Baixa Visão. p.48-49, in VEITAMAN, Silvia. Visão subnormal - Rio de Janeiro: Cultura Médica. São Paulo: CBO: CIBA Vision, 2000. 192p. - (Manuais básicos / CBO : 17). 1. Distúrbios da Visão. Titulo I.
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13 de fev. de 2009

MATERIAIS DE ELABORAÇÃO PRÓPRIA

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As seguintes imagens pretendem mostrar-lhes exemplos de materiais econômicos, bem como, adaptações de recursos, de baixo custo e que estejam ao alcance de todos para prática do sistema alternativo no trabalho com crianças de baixa visão.

IDÉIAS PARA ADAPTAR ATIVIDADES ESCOLARES NO TREINO DA MOTRICIDADE
Adaptações úteis com alunos portadores de baixa visão na prática e treino da motricidade, bem como, exercício para inicialização e maturação da habilidade visomotora.
Nas atividades pré-escolares é comum utilizar emborrachados, cordões, lã, etc., na confecção e adaptação de recursos e atividades. É importante observar que estas atividades e recursos devem ser o mais simplificados possível, enfatizando unica e principalmente o objetivo a ser alcançado. A atividade não deve ser cansativa, tampouco se deve apressar a criança. É de suma importância a participação do profissional de forma direta durante as primeiras apresentações destas atividades. É necessário que sejam dadas as informações por etapas oralmente (pausas durante as apresentações das características da atividade). Vejamos os exemplos a seguir:
1. FORMAS CIRCULARES

(flor adaptada com emborrachado - vazado em círculo no miolo da flor, corpo de lã e folha de cartolina laminada verde)

Professora: Esta é uma flor. Olhe que bonita! Aqui estão as pétalas, o miolo... (neste momento a professora fala a parte expercífica, dá sua característica e pede a criança para olhar ao mesmo tempo que segurando em sua mão passa por sobre esta parte).

Após a apresentação, pede a criança para contornar, na forma circular, o miolo da flor.

A medida que a criança vai dominando o movimento e o reconhecimento tátil e visual, a professora poderá adaptar novas atividades, diversificando quantidades (1, 2, 3...), tamanhos (do maior para o menor), relevos (alto, médio, baixo e nenhum relevo - apenas o contraste) e até as formas (flor, carro, pirulito...).





Nas atividades com barbantes, no exemplo a seguir, o professor poderá trabalhar outros conteúdos - neste caso o tema será higiene. E, para complementar seu raciocínio lógico, o profissional poderá fazer o sabonete de emborrachado na cor vermelha e as bonhas com contornos de barbante ou cordão.
Para temas matemáticos, a criança poderá identificar as maiores, ou menores; o professor poderá solicitar que elas pintem somente as pequenas, ou as iguais, ou até mesmo que faça colagens com papel laminado. As crianças adoram!
Além das formas geométricas, com estas atividades, o profissional poderá trabalhar dentro e fora, bem como, fazer relação das formas geométricas com o meio, como no exemplo abaixo, onde o quadrado se transforma numa janelinha que, de acordo com a musiquinha "a janelinha fecha quando está chovendo... a janelinha abre, o Sol está aparecendo...", faz relação com atividades da vida diária.











Após o trabalho com formas geométricas e figuras simplicadas, é possível trabalhar as letrinhas do alfabeto utilizando lixa para prática do contorno e reconhecimento visual (o tamanho da letra varia entre 250 e 100, possíveis a atender ao movimento mínimo da coordenação motora e dimensão máxima do campo visual da criança, se possível). A aprendizagem da escrita e reconhecimento visual do próprio nome poderá ser um dos objetivos a alcançar com esta atividade. À medida que houver domínio de contorno e reconhecimento das letras o profissional vai trabalhando as letras sequenciadas de formas separadas (em tamanhos maiores) e juntas (em tamanhos menores a medida que foram acrescentadas novas letras).




Por enquanto é só... espero realmente que gostem desse material. Posso garantir sua funcionalidade. Utilizo constantemente em meus atendimentos e alcançado 100% de funcionalidade.
Se tiverem dúvidas ou sugestões para engrandecimento desta atividade, postem comentários no link "comentários" localizado abaixo.
Um abraço a todos!!!

16 de nov. de 2008

A ESTIMULAÇÃO VISUAL COM ENFOQUE NO DESENVOLVIMENTO VISUAL DA CRIANÇA COM DÉFICIT CORTICAL – ESTUDO DE CASO

2ª ETAPA – TRABALHANDO COM AS FUNÇÕES VISO-COGNITIVAS


Após amadurecimento das funções visuais cognitivas e melhora no reconhecimento de luzes coloridas (luz direta), tornou-se possível inserir recursos coloridos iluminados com a luz da lanterna (luz indireta). Inicialmente, foram utilizadas atividades com associações: luz direta vermelha = luz indireta com objeto vermelho, luz direta azul = luz indireta com objeto azul, e assim por diante.

Concomitante a estas, eram realizadas atividades de colagens com brilhos e contrastes (utilizando-se da técnica dois em um) com uso de luminária visando incentivar o hábito da postura correta, bem como, desenvolver sua atenção visual, coordenação visomotora e habilidades viso-cognitivas.




Aos poucos as luzes diretas (lanterna) já não eram mais necessárias, pois, a criança já fazia, além do reconhecimento, a seleção e associação das cores com uso de objetos coloridos e luminária.




Ainda com uso da lanterna, foram inseridas atividades como adivinhações e experiências com contação de estórias (variando uso de miniaturas e livro de estórias coloridos).





Com a luminária também eram utilizadas brincadeiras com músicas e objetos coloridos (com uma única cor), entre outras, como por exemplo: para adivinhações – primeiro a criança toca, manipula e olha o coração vermelho do tamanho da palma da mão, neste momento são citadas todas as suas características (cor, tamanho, forma, brilho e cheiro), depois se faz o mesmo com a bola azul (maior que a palma da mão). Mostrar ambas com uso da luz na luminária, aproximando o mais próximo possível e a criança poderá responder de acordo com as características especificadas: A criança reconhece o coração por ser vermelha? Reconhece a bola por ser maior? Ambas têm o mesmo cheiro? (sim)... Outra forma é colocar café e açúcar em recipientes plásticos transparentes e pedir a criança, após reconhecer as características gerais de cada um, para identificar qual é o açúcar (por ser mais claro) e qual é o café (por ser mais escuro). Confirmar adivinhações através do tato e do olfato.

Além destas atividades, eram realizadas adaptações para atividades lúdicas, como: esconde-esconde com uso da luz de lanterna em sala escura, contação de estórias com as luzes coloridas (estas visavam desenvolver também sua atenção visual), etc. era sempre percebível o prazer que sentia durante os atendimentos.

O contato visual de BS com o ambiente começou a melhorar. Era tamanho o interesse em descobrir o mundo colorido que se encontrava ao redor. Já procurava olhar e depois pegar para manusear e investigar os objetos de interesse dentro de seu campo visual.

3 de ago. de 2008

PERCEPÇÃO VISUAL

A percepção visual é item fundamental na avaliação funcional de uma criança. É preciso observar com cuidado a resposta visual apresentada por ela durante o período em que está sendo avaliada. A resposta dada pela criança poderá vir de forma imediata, como também após alguns minutos de estímulo dependendo da intensidade luminosa, cor, adaptação do ambiente, entre outros. Perceber visualmente significa discriminar, reconhecer e interpretar esses estímulos recebidos. E, por estar presente em quase todas as ações da vida é considerada de extrema importância no processo global e diretamente relacionada com o treino das demais funções. Segundo Frostig existem cinco capacidades de percepção visual relevantes para o desenvolvimento escolar. Sejam:
1) A Coordenação visomotora
2) A Percepção de posição no espaço
3) A Percepção de relações espaciais
4) A Constância perceptual
5) A Percepção figura-fundo
Desta forma, para que a criança desenvolva habilidade funcional visual para sua escolaridade através da visão, torna-se necessário que esta desenvolva essas capacidades, iniciadas desde o nascimento, e que, algumas crianças apresentam déficits. Para tanto, torna-se criterioso acompanhamento de oftalmologista especializado, bem como atendimentos com profissionais capacitados. É preciso utilizar-se de critérios para escolha de tais profissionais. Entre eles, a experiência do profissional com relação ao tratamento e diagnóstico.
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT