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8 de jun. de 2012

VAMOS PARTICIPAR DO BLOG?

Gostaria de convidar a todos para participar das próximas postagens, através de sugestões de temas, históricos/testemunhos de evoluções de filhos, parentes e ou pacientes (se possível envie fotos de atendimentos e de atividades em evolução) ou até mesmo aos profissionais que queiram postar algum artigo ou atividades que realizam com seus pacientes, entre outros...
 Caso estejam interessados, enviem comentários aqui mesmo, não esquecendo de colocar o email para contato, ou através do meu email: jucimarsidney167@hotmail.com.


Obrigada a todos!!!
Participem!!!!

Como ensinar a criança colorir dentro do limite?

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 Colorir dentro das limite pode ser bastante difícil para algumas crianças. A atividade de colorir dentro do limite exige coordenação motora fina , viso-motora e viso-espacial. Uma técnica que eu encontrei no Blog da Terapeuta Ocupacional Dra. Zachry pode ser útil para as crianças com dificuldade motora e visual.A dica é delinear as bordas da imagem com pistola de cola quente.

 Fonte: http://drzachryspedsottips.blogspot.com
 http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/

6 de jun. de 2012

ESSA EXPERIÊNCIA MERECE SER DIVULGADA... CONCORDAM COMIGO?

Na simplicidade também se ensina


Coloco alguns livros velhos sob a mesa do João Vítor para torná-la mais próxima dele, então pode ver melhor.


Aluno João Vítor digitando no notebook, em sala de aula.


Aluno João Vítor, tentando ler e traçar - família do "l".
Colei uma cartolina em sua mesa e dei-lhe um pincel para escrever.

Como tenho alunos com baixa visão e a nossa Escola ainda não está totalmente adaptada, procuro formas para atendê-los, cada dia invento uma e graças à Deus tem dado certo!
Contribuir com a construção do conhecimento de meus alunos é a minha prioridade!

FONTE: http://sandelcris.blogspot.com.br/2011/04/na-simplicidade-tambem-se-ensina.html

A delicadeza entre querer e poder brincar - cuidados especiais nas brincadeiras de crianças com diminuição da visão em consequência a algum dano cerebral - parte II


De modo geral o que precisamos priorizar em um programa de intervenção :
-dar preferência por brinquedos com padrão de alto contraste e de cores vibrantes. Evidenciar o contorno dos objetos e imagens e enfatizar os detalhes para a construção da imagem mental. Tudo isso para potencializar a integração da informação visual durante as atividades cotidianas como brincar, hora do banho, hora de comer, pois além dos brinquedos, os utensílios de alimentação, higiene e vestuário devem ser cuidadosamente adaptados do ponto de vista visual.
Integrar a função visual em todas as atividades cotidianas incentiva a formação de novas redes neurais para a aprendizagem funcional e significativa

Muitos brinquedos podem ser confeccionados com materiais recicláveis. Com um pouco de imaginação, conhecimento e criatividade podemos fazer brinquedos interessantes de se ver.
-adequar iluminação do ambiente e objetos. Muitas vezes para manter a atenção a criança precisa brincar com iluminação reduzida ou um foco luminoso dirigido ao brinquedo, como por exemplo, iluminar o rosto da mãe para fazer brincadeiras face a face.
-manuseio* – esse é um termo comum para quem lida com pessoas com alteração da postura e movimento. O terapeuta especializado tem o domínio do manuseio e posturas, e fará vivências com a família dando dicas práticas para as atividades cotidianas. Além disso, quando tocamos alguém estamos interferindo de algum modo na sua ação e percepção. São trocas contínuas de temperatura, pressão, memória, humor, afetos. Por isso o nosso cuidado deve ser redobrado em crianças com baixa visão e disfunção neuromotora. É um diálogo, no mínimo, corporal. É importante para criança saber que vai ser tocada, o terapeuta perceber a permissão da criança, além de avaliar se existe algum distúrbio de modulação sensorial para a terapia não se transformar em momentos de tensão.
Dar oportunidades para descobertas diárias priorizando vivências com o tempo necessário. A exploração para aprender vem com a repetição natural e espontânea no brincar com significado.  “Treinos para estimulação visual” sem significado não são importantes. Por isso que o terapeuta e a família precisam descobrir junto com a criança situações contextuais para ela aprender a usar a visão residual brincando.
No brincar da criança com baixa visão de origem central o que mais chama atenção é o cuidado que devemos ter do momento mágico entre o querer e o poder. Precisamos refinar a nossa percepção para encontrar o momento e o jeito mais propício de favorecer um caminho de aprendizagem em constante descoberta e prazer. A intervenção do terapeuta ocupacional é buscar dar sentido as ocupações da criança e que estas sejam sustentáveis no sentir, movimentar, interagir, descobrir, repetir e aprender.
Que os ambientes, os objetos, as pessoas, e o próprio corpo sejam convidativos para ver e interagir.



FONTE: http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com.br/search/label/baixa%20vis%C3%A3o

A arte pode ser feita por todos?


Um tema que penso sempre no meu trabalho de terapeuta ocupacional é de quanto a  arte pode influenciar o modo como fazemos o nosso cotidiano, nas simples atitudes. Quantas vezes prestamos atenção em como podemos criar uma estética própria?  E de como os processos do homem, digo político, afetivo, biológico são interdependentes para formar uma história. Não é assim também que se produz cultura?
Por exemplo, quem recicla o lixo diariamente? O que faz com ele? Dá para reutilizar aquele objeto e dar uma nova função? Dá para fazer um retoque criativo e dar de presente para um amigo? E  virar um brinquedo? Aquela caixa que veio um presente não pode ser incrementada e servir para guardar "badulaques" ao invés de ter que comprar outra caixa? Além de dar uma função também pode ser uma oportunidade para exercitar a criatividade.

Nem vou comentar sobre os benefícios que traz ao planeta quanto a reutilização de materiais, que é sabido por todos. Por enquanto quero me referir aos benefícios do exercício de atitudes criativas e lúdicas, e por que não dizer políticas no nosso dia-a-dia. Vamos começar a olhar para materiais que iriam direto para o lixo e pensarmos se realmente não podem ser reutilizados.  
 
Brinquedo feito de embalagem de ovo de Páscoa com sementes


Brinquedo luminoso para criança com baixa visão. Reaproveitamento de vaso de planta pintado.
 Marcel Duchamp, um grande artista visionário do século passado, questionou os limites da arte levando objetos do cotidiano à categoria de obras de arte. Os “ready-made” serviam para contestar a forma de produção artística instalada na época, mas eles só foram possíveis por meio do olhar multidimensional do criador. Sem ter o objetivo de reciclar o lixo Duchamp reciclou as mentes das pessoas que entenderam o significado de suas obras e que a partir daí a história da arte tomou outro rumo.

Marcel Duchamp by Man Ray
Por que não podemos criar uma rotina de parar por instantes para brincar de reinventar coisas? Assim criamos oportunidades de reinventar mentes...reinventar modos de vida.
FONTE:  http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com.br/search/label/baixa%20vis%C3%A3o
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT