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9 de nov. de 2011

NORMAS DE CUIDADOS VISUAIS PARA CRIANÇAS


As seguintes regras de higiene visual ajudam a melhorar os problemas visuais, e não resolvê-los completamente, mas contribuem para um melhor desempenho e menor fadiga ocular:

1 - Você tem que sentar-se corretamente, os pés apoiados no chão e as costas retas.

2 - O mobiliário deve ser adequado: a cadeira deve ser ajustável em altura e a mesa deve estar em um declive de cerca de 15 a 20°. Uma criança precisa de mobiliário especial para crianças.

3 - A iluminação é muito importante; tem que ler e estudar com uma iluminação no teto e outro diretamente no plano de trabalho, que não caiam diretamente nos olhos, que não ofusque e que não faça sombra ao escrever. Coloque a luz do lado esquerdo se a pessoa for destra e a direita se é canhota.

4 - A distância de leitura não precisa ser muito curta, a distância ideal é sobre o cotovelo até a primeira falange do dedo médio.

5 - Enquanto você lê, os antebraços devem estar apoiados sobre o plano de trabalho.

6 - Não se deve ler com a cabeça, senão com os olhos. Se isto não acontecer dessa forma, pode ser um sinal de problema visual.


7 - Você deve colocar a mesa de trabalho, se possível, na frente de uma janela para poder olhar ao longe, de tempos em tempos.

 

8 - Interrompa a atividade visual prolongada na visão de perto, levantando a cabeça ou mudando de posição.
 

9 - Em jogos de TV e vídeo se devem evitar brilhos, nunca se deve ver com as luzes apagadas, não muito perto, nem deitado no chão, e não mais que uma hora diaria.
 

10 - A dieta alimentícia deve ser rica em vitamina A (leite, cenouras, ameixas, gemas de ovos), verduras e frutas.

11 - Recomenda-se passeios a espaços livres ou abertos.


FONTE:  http://www.siodec.com

5 de nov. de 2011

DESENVOLVIMENTO OCULAR


Ocular development
Nélson Luís De-Maria-Moreira
Diplomado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Teresópolis, Fundação Educacional Serra dos Órgãos. Columnista médico experto de la Sociedad Iberoamericana de Información Científica (SIIC). Ex-médico residente em Oftalmologia do Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminense. Oftalmologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília, DF.

Daniela Silva de Amorim
Diplomada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Teresópolis, Fundação Educacional Serra dos Órgãos. Médica residente em Pediatria do Hospital Universitário de Brasília, Universidade Federal de Brasília, DF.

Daniella De-Maria-Moreira
Diplomada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Especialista em Oftalmologia pela Santa Casa de Belo Horizonte.

Renato Luiz N. Curi
Professor titular da Disciplina de Oftalmologia da Universidade Federal Fluminense. Doutor em Oftalmologia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Livre-docente de Oftalmologia da Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO). Livre-docente de Oftalmologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Ex-presidente do Centro Brasileiro de Estrabismo.

Resumo
O conhecimento do desenvolvimento da visão é fundamental ao clínico/pediatra. Os aspectos da maturação visual devem ser considerados, não só para orientação, mas também para a prevenção e tratamento de perdas visuais.

O desenvolvimento de cada porção ocular se dá individualmente, em prazos variáveis, constituindo, assim, possibilidades visuais, muitas vezes, bastante abaixo do que se poderia esperar pelo aspecto externo do olho. A observação isolada de cada parte principal da maturação ocular pode facilitar a compreensão e a orientação semiológica para determinada idade e capacidade funcional da criança(1).

Diâmetro do globo ocular e seu comprimento axial

O segmento anterior do olho ao nascimento tem 75% a 80% do tamanho do olho adulto, o que lhe dá um aspecto quase normal no entanto, o segmento posterior tem menos da metade do tamanho do adulto, fato inclusive ligado a um pequeno desenvolvimento da retina, com conseqüente baixa visual funcional. O volume praticamente dobra durante a evolução. O comprimento axial do olho do recém-nato é, em média, de 16 mm e o adulto de 23 mm este crescimento é rápido, sendo a média aos 18 meses de 20,3 mm, o que já fala a favor de um olho com desenvolvimento compatível com uma boa visão, na dependência da evolução de outras áreas oculares. A partir desta fase do crescimento mais duas são descritas, a fase infantil, dos dois aos cinco anos, quando o olho cresce mais 1,1 mm em média e já atinge 90% do tamanho do olho adulto e a fase juvenil, que vai dos 5 aos 13 anos, quando aumenta mais 1,3 mm, atingindo a média dos adultos. O sexo masculino apresenta 0,3 mm a mais que o feminino em todas as fases do desenvolvimento(1).

Diâmetro corneano

O diâmetro horizontal da córnea no recém-nascido é, em média, de 9,8 mm, com diâmetro vertical um pouco maior, porém com 85% a 90% do tamanho do adulto, chegando a este nível com um ano, de modo que alterações de diâmetro somente são observadas com grandes desproporções, o que muitas das vezes mascara quadros importantes.

Por outro lado, a curvatura da córnea tem uma evolução bastante acentuada, passando de seu raio de 6,6 mm (K de 53 dioptrias) ao nascimento a 7,8 mm (K de 44 dioptrias) no primeiro ano. Este fato compatibiliza um pequeno tamanho ocular com uma acuidade visual satisfatória para a idade (na dependência da evolução de outros segmentos), não havendo relação entre medidas axiais e hipermetropias altas(1).

Pressão intra-ocular

A média da pressão intra-ocular no recém-nato está em torno de oito a dez milímetros de mercúrio, sendo um dado isolado na pesquisa de glaucoma congênito ou juvenil. A flacidez da esclera na baixa idade pode mascarar a medida da pressão, sendo que no glaucoma congênito a hipertensão intra-ocular distende a esclera, aumentando o tamanho do olho (buftalmo)(1).

Maturação retiniana

Quanto ao sistema vascular retiniano, é importante citar que seu início de aparecimento se dá por volta das 12 semanas de gestação, de modo centrífugo, a partir do nervo óptico. O crescimento diferenciado nasal e temporal mostra que aos oito meses de gestação a retina periférica nasal está vascularizada, enquanto a temporal só terá plena vascularização algumas semanas após o nascimento. Quanto à celularidade da retina, a densidade de cones é bastante baixa, às vezes com a metade do número do adulto. Deste modo, inicialmente a mácula é maldesenvolvida do ponto de vista do número de cones, bem como, por essa causa, o aprofundamento da fovéola se dá entre seis e oito meses. A integridade da retina, do ponto de vista histofisiológico, pode ocorrer até os quatro anos de idade, o que pode limitar a acuidade da criança comparada com a do adulto. Importa, na evolução, a mielinização do nervo óptico que termina entre os sete meses e os dois anos de vida(1).

Musculatura extra-ocular

A distância do limbo às inserções musculares esclerais (espiral de Tillaux) está diminuída no recém-nascido. Apesar disso, devido ao tamanho do olho também, estão bem próximo do equador, o que torna imprevisível a atuação muscular em algumas situações e, principalmente, o resultado cirúrgico em músculos de criança de baixa idade. Devido ao desenvolvimento ocular é bastante comum a presença de um desvio ocular para fora (exodesvio) ao nascimento, corrigido nas duas semanas seguintes(1).
Íris

Os reflexos pupilares já estão presentes ao nascimento e suas presenças são básicas na perspectiva de uma boa acuidade visual, bem como da evolução da via óptica anterior. A pigmentação depende do número de melanócitos no estroma, fatores vasculares e teciduais, que determinam a cor definitiva dos olhos até os seis meses(1).

Vícios de refração

Os recém-nascidos a termo tendem a apresentar na decorrência do comprimento axial pequeno, apesar da grande curvatura da córnea, uma hipermetropia ou miopia de pequena monta, na média de 0,62 dioptrias (D) ± 2,24 D. Estudos demonstraram que 75% dos recém-nascidos a termo apresentam hipermetropia de + 1,00 a + 12,00 D, sendo em 50% acima de + 3,00 D, que se mostra presente em 75% dos pacientes, sendo o restante míope de - 1,00 a - 12,00 D. Com relação à miopia, fatores genéticos têm grande influência no seu aparecimento e evolução, bem como a prematuridade, principalmente se ocorrer retinopatia, devido a um aumento do poder refrativo do cristalino, por causa ainda desconhecida.

Estudos extensos demonstraram que a hipermetropia aumenta até os sete anos de idade após ocorre uma miopisação lenta, até o início da vida adulta, diminuindo a hipermetropia no máximo 2,00 D, devido ao crescimento axial do olho, já após a estabilização da curvatura da córnea. No míope o crescimento é mais prolongado, atingindo a idade adulta, com média de 0,55 D/ano, o que torna possível prever a evolução, principalmente nas altas miopias. Ao lado disso, fatores como uso prolongado da visão de perto ou no escuro parecem levar ao aumento da miopia, o que tem sido tratado com o uso prolongado de atropina em colírio e lentes para perto em jovens que apresentem miopia de pequeno grau(1).

O astigmatismo se apresenta associado em aproximadamente 71% das crianças como “contra-regra”, em 21% “a favor da regra” e 8% oblíquos, sendo de graus pequenos na maioria, esta situação se inverte até os quatro anos, sendo que, apesar de raros, os astigmatismos de grande valor não alteram seu valor com o crescimento. O uso de lentes corretoras deve ser considerado, de acordo com o grau do vício de refração e o quadro clínico apresentado, apesar da baixa idade(1).

Desenvolvimento da visão

Concomitantemente com o desenvolvimento do aparelho visual, alguns aspectos da maturação visual devem ser considerados, não só para orientação quanto ao nível de acuidade visual de uma criança, mas também levando à prevenção de perdas visuais que são freqüentemente possíveis. No Quadro 1 estão alguns parâmetros da visão e a idade da criança no momento de seu início de função(2).






Alguns fatos citados devem ser comentados. A acuidade visual na criança de baixa idade quando comparada a do adulto cria polêmicas baseadas na variabilidade de respostas em testes basicamente de laboratório, sem considerar qualquer nível de conhecimento ou mesmo de utilização da função, que leva a maior estimulação e interpretação dos fatos. Assim, seja qual for o teste utilizado, a acuidade visual do recém-nascido é de 20/400, atingindo níveis de evolução, a partir daí, díspares em cada teste. Até os quatro meses de idade as medidas das acuidades visuais pelo NOC e PL atingem 20/200, enquanto que através do PEV é de 20/60. Com um ano a medida com o PEV já é igual a do adulto já com o PL e o NOC isso ocorrerá aos 18 meses. A acuidade visual pelo método de Snellen é que se define mais tarde, pois é dependente de interpretação(2).

Estas respostas podem estar ligadas à evolução de fatores relacionados ao crescimento das áreas visuais cerebrais e liberação de suas sinapses dependentes da estimulação continuada da visão como um todo. Desde os estudos iniciais de Hubel e Wiesel ficou demonstrado que, durante certo período do crescimento, dito período crítico, estímulos visuais adequados provocam crescimento do número de células corticais visuais relacionadas ao olho estimulado. O uso correto da visão binocular leva a uma evolução cortical celular simétrica quando cada um dos olhos tem condições de obter acuidade visual igual e proporcional em nível de magnitude das áreas visuais consideradas. Nestas fases de desenvolvimento obstruções ao estímulo visual ou estímulos inadequados podem levar à parada ou regressão da capacidade visual pela estagnação do crescimento cortical relacionado a um ou ambos os olhos, dita ambliopia. Este período, dito crítico, do desenvolvimento visual termina aos dez anos de idade aproximadamente após alterações instaladas não podem ser mais, na maioria das vezes, recuperadas(2).






Bibliografia


1. Sprague Eutis, H. Postnatal Development. In: Whnight, K. Pediatric Ophthalmology and Strabismus. Mosly St Louis, MO. Chap 02, p 45-63, 1995.
2. Greenwald, MJ. Desenvolvimento Visual no Lactente e na Infância. In: Nelson, LB. Simpósio sobre Oftalmologia Pediátrica. Clínicas Pediátricas da América do Norte. Interamericana. Vol.06, p1053-70, 1983.

Endereço para correspondência: Nélson Luís De-Maria-Moreira - SQSW, 101 - Apto 206 - Bloco H – Sudoeste - CEP 70670-108 - Brasília - DF. E-mail: demariamoreira@yahoo.com.br

© Copyright Moreira Jr. Editora.
Todos os direitos reservados.

Indexado na Lilacs Virtual sob nº: S0031-39202008000400005

Unitermos: desenvolvimento visual, olhos.

Unterms: visual development, eyes.

Numeração de páginas na revista impressa: 95 à 99

2 de nov. de 2011

Visión, Desarrollo y Aprendizaje

bebesgat
El desarrollo de la visión no se produce de forma aislada, sino que lo hace paralelamente al desarrollo motor del individuo.
Por ejemplo, el bebé inicialmente prestará atención a los objetos cercanos (madre, padre, sus manos, biberón, …) y posteriormente, a medida que el desarrollo motor permita los movimientos por la habitación se fijará, buscará, objetos más lejanos. Además, le permitirá tener conciencia del espacio, su posición y de la relación espacial de los objetos.
Todas estas experiencias le van a permitir equilibrar su sistema de enfoque, coordinar y hacer precisos los movimientos oculares, adquirir la conciencia de la percepción espacial y que la interpretación de la información visual se produzca de forma correcta. Por eso, una de las tareas de los padres será permitir libertad en los movimientos y exploraciones que proporcionen, mediante los estímulos adecuados, la experiencia suficiente para la adquisición de conceptos básicos como las distancias, texturas, tamaños, formas, etc, fundamentales para aprendizajes posteriores y más complejos como son la escritura y la lectura.
Cuando el individuo no ha “aprendido” a establecer las conexiones neurológicas de forma adecuada se van a producir alteraciones o déficits en el procesamiento de la información visual.

bebeordActualmente las exigencias visuales son muy grandes, las prisas, la competitividad, la necesidad de pasar muchas horas sentados y frente a un ordenador, hacen que sea relativamente frecuente la existencia de problemas de aprendizaje y de atención en edades tempranas, así como problemas de rendimiento en etapas adultas. En muchas ocasiones los fracasos se deben a una mala percepción y procesamiento de la información visual.
Se pueden evaluar las diferentes áreas implicadas en la visión y determinar que partes del proceso necesitan un “nuevo aprendizaje”. Esto es posible gracias a una serie de pruebas especificas que realiza un Optometrista Comportamental. En caso de necesidad este podrá diseñar un plan de terapia con el fin de conseguir que el individuo perciba, procese y comprenda de forma más eficaz la información visual.

FONTE: http://www.siodec.com/index.php/vision/desarrollo

31 de out. de 2011

Desenvolvimento da Criança Com Deficiência Visual, sem outras deficiências

Nota do Editor: Este é outro capítulo que não foi incluído no livro upcoming pelo Dr. Hyvarinen.
Bebês nascidos prematuramente com danos na retina podem permanecer semanas em incubadora, o que diminui a interação com os pais e outros adultos.
Embora a maioria dos lactentes e crianças jovens com perda de visão tenham pelo menos uma deficiência ou doença crónica, há um pequeno grupo que só tem problemas de visão ou cegueira causada por alterações nos olhos ou vias visuais ou nas redes de processamento visual, sem outras alterações na função do cérebro. Deficiência visual que afeta no desenvolvimento: interação, comunicação, funções motoras, conceitos espaciais, orientação no espaço, permanência do objeto, linguagem e aprendizagem incidental.


Crianças com sintomas iniciais
Recém-nascidos com anomalias evidentes nas estruturas dos olhos são geralmente diagnosticadas ao nascimento ou durante os primeiros dias de vida. A catarata deve ser diagnosticada se presente no nascimento, porque normalmente requer uma cirurgia ou pelo menos uma consulta por um oftalmologista especializado em catarata congênita. O glaucoma congênito e tumor retinoblastoma, o exigem diagnóstico precoce e tratamento e, assim, uma intervenção tão precocemente deve ser iniciada.
Na infância, o diagnóstico médico deve ser feito sem demora, assim como o tratamento médico ou cirúrgico. E a família precisa de uma grande apoio quanto a informação e orientação.
É importante apoiar a interação inicial, para "ajudar os pais a interagir com sua criança" durante o período de testes clínicos, muitas vezes traumático (Sonksen PM 1983 e 1989). Os pais precisam de aconselhamento imediato por um profissional experiente, que pode descrever os padrões de resposta de uma criança com deficiência visual. O estresse emocional pode levar à depressão na mãe: Por isso as mães de crianças com deficiência devem ser consideradas como pacientes durante e após os tratamentos e período de diagnóstico e apoio no cuidado de seus bebês.
A avaliação do funcionamento visual de intervenção precoce deve ser parte integrante das investigações diagnósticas inicial e da família. A criança não deve ser enviada para casa sem um plano de atendimento ou conduta com a reabilitação/equipa de intervenção precoce.
Alguns profissinais são treinados para orientar as mães das características especiais do cuidado com os bebês com deficiência visual e como entender a deficiência visual de suas crianças, por exemplo, se o bebê vira o rosto longe do contato face-a-face, isso poderia significar que ela virou a orelha mais próximo da boca da mãe. Contudo, se as mãos do bebê são levemente pressionados sobre o rosto da mãe, e a mãe fala devagar e claramente, o bebê tende a voltar ao contato face-a-face.

A interação semelhante a esta situação, está relacionada à percepção dos movimentos pobres: o bebê percebe os lábios se movendo tão desagradávelmente desfocados na parte superior do rosto da mãe e por isso tende a virar a cabeça para longe, enquanto a mãe fala. Com as mãos do bebê sobre o rosto da mãe, cobrindo o borrão e evidenciando o ponto central como sendo os lábios em movimento irá dar-lhe a informação clara de que a voz vem da boca da mãe.
Num trabalho experimental na década de 1970 (Hyvärinen J et al 1978) mostrou que a deficiência visual afeta o desenvolvimento do cérebro. Se a visão é impedida de ter seu lugar como a via dominante de informações, ela não receberá a sua representação normal em funções corticais, mas as informações tátil e auditiva irão assumir essa posição e os grupos de células nervosas que normalmente combinariam informações visuais e outras modalidades. Este achado é a base científica para a intervenção precoce. Ele deve começar assim que houver suspeita de comprometimento e não à espera de um diagnóstico clínico definitivo desconhecido porque isso pode levar anos.
A competição entre visão e informação táctil tem sido por vezes mal interpretada Por isso que a informação tátil não deve ser usada na ativação precoce de uma criança com baixa visão. Este é um grave equívoco. Informações táteis apoiam o desenvolvimento da visão em todas as crianças. A criança recebe a confirmação da forma e da qualidade da superfície dos objetos por meio tátil visual e ápto informações usando a boca e as mãos. O uso de todos os sentidos, as modalidades, deve ser ativo e bem equilibrado desde o início.
A ativação do funcionamento visual seduz a criança para se mover, visto que estimulará a busca de explorar com as mãos, alcançar e agarrar, sentir a forma concreta de objetos que ele tem. Para as crianças, dando muitas oportunidades para combinar experiências visuais com informações de outras modalidades, mesmo que limitada as suas funções visuais, podem ser suficientes para suportar um funcionamento visual eficaz na realização de muitas atividades.

Inatividade e excitação
Lactentes e crianças observam e processam as informações sensoriais de forma mais eficaz em um estado calmo alerta. Em uma criança com desenvolvimento normal, as funções de informação visual são ativadoras das funções cerebrais. Quando a informação visual flui para o cérebro, e ele é usado para ver simultaneamente, também ativa a formação reticular ascendente, uma rede de neurônios que então ativa o córtex cerebral, que provoca excitação.

Quando os olhos são abertos, a luz entra nos olhos (seta preta pequena) e ativa a retina. Da retina, os fluxos de informação visual (seta curva preta) para a rede neural especial chamada formação reticular ascendente que por sua vez, ativa o córtex cerebral (setas brancas), causando excitação e apoia a manutenção de um estado de vigília alerta que facilitam a aprendizagem.
Em crianças severamente deficientes visuais, uma menor quantidade de informação visual entra no cérebro, assim, há menos ativação da formação reticular, resultando em diminuição da vigilância e um estado sonolento e seus habituais movimentos reflexos são escassos. O bebê não aprende a conhecer seu corpo, o que novamente diminui as oportunidades para começar a tocar os objetos, procurando e explorando-os. Falta da quantidade normal para explorar visual e tátil, ápto as informações sem confirmação. E assim permanecerá abstrato o mundo visual e com uma estrutura fraca. O apoio mútuo das funções da visão e do motor é tão fraco que muitas vezes sem ativação cuidadosamente planejada uma privação sensorial séria atrasa o desenvolvimento geral.
A deficiência visual afeta o desenvolvimento da orientação espacial e move-se através de dois mecanismos distintos:
1) Se a imagem é borrada ou distorcida ou é limitada devido as alterações nos olhos e vias visuais, diminuirá as informações sobre a estrutura do espaço. Se a perda de visão é no processamento de informações, direções, distâncias, a consciência do espaço, e orientação no espaço não pode desenvolver-se sem compreender suas relações internas.
2) Em crianças, que têm uma série de funções normais neurológicas, problemas de visão de desenvolvimento e atrasos das funções motoras, a menos que o desenvolvimento motor da criança seja suportado.
O controle da cabeça pode ser treinado, segurando o bebê através das coxas, por cima do ombro e apoiando-o sobre uma toalha de banho enrolada. Isso diminuirá o atraso no desenvolvimento motor através do reforço dos músculos do pescoço e ombros assim que o bebê puder começar a levantar-se sobre os braços esticados. E quando uma criança está sentada no colo, de frente para o adulto que estará levantando os joelhos e inclinando a criança, por sua vez poderá estar treinando o equilíbrio e os reflexos da criança.

Recém-nascidos em unidades de terapia intensiva
Crianças que estão em incubadoras ou após a sua estadia nas unidades de cirurgia de terapia intensiva devem ser mantidas próximas ao corpo dos pais o mais rapidamente possível. Os pais são muitas vezes surpreendidos ao ver como sua mão apoiada no ombro da criança adormecida acalma a criança de modo que a freqüência cardíaca e a pressão arterial diminuem suas variações.
 
Simples formas geométricas com bom contraste incentivam o interesse e a atenção da criança.
No início do atendimento a crianças na incubadora são muitas vezes tão sonolenta que sua ativação visual não é viável. Imagens simples podem ser colocadas na incubadora. Quando fortes estímulos visuais, especialmente dos retratos de rostos são introduzidos, a criança precisa ser cuidadosamente observada para o aumento da freqüência cardíaca e respiração. Mecanismos inibitórios não estão bem desenvolvidos em lactentes jovens, por isso, estímulo tão forte demais devem ser evitados.
Se as imagens são feitas de plástico são fáceis de limpar. Desde que crianças pequenas NÃO toquem, eles duram anos em bom estado. As fotos NÃO precisam ser em preto-e-branco, mas devem ter alto contraste e algum detalhe brilhante.
Crianças com deficiência visual em incubadoras NÃO vêen os médicos e enfermeiros próximos e muitas vezes ficam assustadas quando rostos se aproximam de repente.

Um anel de isopor decorado com fita preta poderá criar um brinquedo visuo-tátil. Observe a posição confortável do bebê e do terapeuta para comunicação visual eficaz.

Alguns bebês recém-nascidos com deficiência visual mantêm sua cabeça virada sobre o ombro até que se tornem conscientes de sua visão e das mãos, que às vezes é diagnosticada como torcicolo. Ele desaparecer mais cedo se a mãe ou especialista em intervenção precoce usar sua face como o estímulo visual e trazer as mãos à linha média, então a tocar o rosto do bebê e no rosto do adulto em consciência da linha média. Através de informações visuais e táteis, muitas vezes ajudam a criança a desenvolver as funções visuais e motoras. A cabeça pode voltar para a linha média durante o primeiro julgamento, mas geralmente não fica ali, diante da consciência de visão é mais forte.

Desenvolvimento em severa perda de visão, apesar InterAction
A falta de contato visual normal pode afetar a comunicação porque os sinais são erradamente lidos como desinteresse. Por isso os pais precisam de apoio e orientação em comunicação com seu bebê. É importante que este aspecto da intervenção precoce inicie-se durante os primeiros exames mesmo que o diagnóstico ainda não esteja confirmado. O problema na comunicação e interação está presente e deve ser diagnosticada e tratada .
 
Esta criança com nebulosidade córnea não abre os olhos. Portanto, ela parecia sonolento, mas as mãos e pés pequenos eram muito ativos.
Uma das primeiras coisas que os pais e cuidadores devem aprender na interação precoce com crianças severamente deficientes visuais é observar as mensagens passadas por todo o corpo, principalmente mãos e pés do bebê (Fraiberg, Fraiberg S e L 1977, M Dik, 2006).

A sensibilidade ao contraste é uma função importante. Grande parte da informação é realizada em níveis de baixo contraste. As sombras fracas na face que transmitem expressões são informações de baixo contraste em movimento, especialmente em rostos muito próximos ou muito escuros. Portanto, ao avaliar a visão para a comunicação, a sensibilidade ao contraste é uma função importante a ser medida.
Se a sensibilidade ao contraste é baixa, o contraste deve ser reforçado pela maquiagem, delineador de lábios, óculos, etc, segurando o bebê aumenta o tamanho da imagem nas retinas dos bebês (ampliação geométrica).
A percepção do movimento, pobre em altas velocidades de movimento, pode perturbar a comunicação, mesmo que uma criança pareça ver a imagem em movimento lento, ou seja, a criança tem os seguintes movimentos e segue o movimento da imagem no teste. Movimentos labiais são curtos e em alta velocidade. Se eles não são percebidos, a parte inferior do rosto de um pai é visto turva ou desaparece. E, assim, importante para a comunicação livre de componente. A indefinição ou perda da visão dos lábios pode ser tão desagradável olhar para uma criança, que esta vira o seu olhar do rosto do adulto, e isso erroneamente pode ser interpretado como um comportamento autista.
Crianças geralmente copiam expressões faciais bastante cedo (imitação) e começam a responder de uma forma significativa para muitas expressões com a idade de algumas semanas. Se estas respostas não estão presentes, é possível que a criança não possa ver as expressões faciais de forma suficientemente clara ou as funções cortical analítica não se desenvolveram. Se uma criança parece ter problemas no reconhecimento de expressões faciais, apesar da visão de outra forma normal, é preciso participar de uma terapia específica que desenvolva-lhe uma comunicação necessária para ajudar a desenvolver a participação nas suas interações sociais. Devemos aprender a aceitar a perda do reconhecimento facial (cegueira face) como parte integrante do funcionamento do bebê: explicações verbais devem ser dadas em cada comunicação, mesmo quando mais tarde a criança começa a construir uma ponte de linguagem para outras crianças em situações de jogo.
O diagnóstico de cegueira muitas vezes é tardio, embora seja possível perceber a falta de reconhecimento facial na idade de 9-11 meses, o mais tardar, a maioria das crianças pela idade que mostram comportamentos claramente diferenciados quando foi abordado por membros da família em comparação com estranhos. Uma pergunta simples: "Quando você se aproxima do seu bebê, ele irá reconhecê-lo antes de você dizer alguma coisa?".
Inúmeros tipos de brinquedos e grandes salas especiais iluminadas com luzes e sons são usados ​​como estimulação passiva. No entanto, os estudos das funções cerebrais têm mostrado que a estimulação passiva, como grandes imagens projetadas causam pouca atividade nas vias visual. Listras, como quando se deslocam bordas de contraste são eficazes. Uma das imagens mais eficaz de um rosto humano está se movendo lentamente na frente da criança. Quando isso é combinado com o cantar, falar e tocar o rosto com as mãozinhas o bebê tem estímulo multimodal interessante.

A ativação visual precoce e a interação significativa durante o atendimento médico é a chave para apoiar o desenvolvimento visual quando uma criança tem uma deficiência visual. Desde a infância é um período tão sensível, e ainda a preservar a saúde requer o apoio e participação de profissionais de diferentes áreas. Contudo, é preciso criatividade para alcançar um ambiente bom para cada criança em termos de desenvolvimento de comunicação e interação.


Desenvolvimento da consciência corporal e conceitos espaciais
Uma criança com visão normal tem visto seus pés várias vezes antes de experimenta-los como parte de si mesmo e aprender a movê-los intencionalmente. Uma criança com deficiência visual precisa de experiências similares através do toque e, se possível, combinada com a visão. Toda vez que a criança está vestida, os pés e as pernas devem ser tocados pelas mãos. Mais tarde, ela deve ser ajudada a levar os dedos à boca e a bater palmas com os pés. Uma grande bola pendurada logo acima do berço, fará com que a criança ative o uso das mãos e pés para agarrá-la e, assim, formar um pequeno espaço com seu próprio corpo, o primeiro espaço egocêntrico.
Uma criança com visão normal pode examinar o objeto a partir de diferentes direções e combinar a informação visual com que sentiu com a boca e as mãos. Então, quando o objeto cai de sua mão, ela ainda pode vê-lo perto dela. Quando uma criança cega toca objetos com as mãos, ela tem grande dificuldade em aprender a identificá-lo. O conceito de permanência do objeto é muito mais difícil a se desenvolver quando a queda de objetos desaparecem e são encontrados após intervalos de tempo irregulares. A mãozinha devem ser ajudada em sua busca para encontrar um brinquedo que caiu e examinar cuidadosamente o brinquedo para todos os detalhes, que podem ser usados ​​para o reconhecimento mais tarde. Se os brinquedos são devolvidos para a criança, eles são experimentados como a extensão da pessoa adulta.
O conceito de espaço pequeno egocêntrico começa a se desenvolver quando as mãos se reunem em meados de linha. Esse conceito de espaço se amplia no espaço maior alocêntrico quando a criança aprende a buscar as coisas ao seu redor e acima dela e quando ela aprende a reconhecer seus pais e irmãos "vozes à distância. A criança gravemente deficiente visual tem grandes dificuldades em tentar perceber espaços tridimensionais. Ela precisa de muito tempo e ajuda para aprender a compreender o espaço através do uso das mãos, corpo e ouvindo ecos. Isto pode ser feito através de áreas de lazer adaptado como uma placa de ressonância, uma esteira do jogo, ou um "espaço pequeno".
Sempre que possível, a criança deve ser ajudada a explorar o ambiente. Devemos lembrá-la de usar seu residuo visual e ajuda-las adicionandor detalhes ao seu auditivo visual - mundo tátil visualmente limitado, torná-las conscientes dos objetos e das pessoas ainda de pé, na mesa de jantar, o que outros membros da família estão comendo, etc A criança pode usar lupas e/ou um pequeno telescópio para ampliar sua esfera visual.
Uma criança com visão normal tem visto a vários objetos em sua casa antes que ela os reconheça e tenha um nome para eles. Uma criança com deficiência visual precisa a mesma base de experiências para ser capaz de construir seus conceitos do mundo circundante. Explorar o movimento de uma porta ou janela não como um movimento repetitivo, autista, mas numa exploração cuidadosa da combinação de informação tátil e cinestésica das mãos com informação auditiva, alterações nas correntes de ar no rosto e memória de construção do motor do movimento. O conceito de espaço e capacidade de orientação são pré-requisitos para aprender a se mover.
 
A irmã gêmea pode funcionar como os olhos de uma criança com deficiência visual.
Aprender a reconhecer as diferentes partes da casa requer numerosas explorações de todas as estruturas. Todos os membros da família podem participar nesta parte do aprendizado durante as situações de jogo normal onde as crianças um pouco mais velhas parecem ter o melhor nível de comunicação. O teto e outras estruturas até para as salas continuam a ser conceitos abstratos até que eles sejam tocados.
As informações obtidas através da audição é diferente da informação visual. É momentânea, não forma um todo significativo e não pode ser percebida pela segunda vez. É mais difícil para tentar conhecer o mundo circundante através da audição do que olhando para ele novamente e novamente. 
As crianças precisam de treinamento para aprender a ouvir, para usar de forma eficaz e audição. Elas podem se tornar mestres em explorar os espaços e ambientes através da interpretação da informação auditiva. Cliques curtos com a língua ou os dedos ou tosse único tom elevado são maneiras eficazes para criar ecos que revelam o tamanho da sala, o número de pessoas ou o tipo de mobiliário.

Desenvolvimento motor amplia a esfera visual
 
Um balão grande, colorido de material macio especial faz barulho de chocalho quando em movimento.
Para uma criança de seis semanas de idade, a visão infantil normal torna-se importante na aprendizagem sobre o ambiente. A partir do terceiro mês de vida é o canal mais importante para a informação sensorial distante. Se este canal estiver com defeito ou falta, a criança deve construir o seu mundo com a informação disponível através da audição, tato, movimento, cheiro e sabor.
Uma coisa tão simples como um balão funciona bem em aprendizagem precoce. Se o balão é amarrado ao pulso ou tornozelo da criança, quando ela se move, a mão ou o pé também se movem.
 
O som do balão ajuda o bebê para localizá-lo e seguir seus movimentos.
Assim, uma importante experiência de aprendizagem é possível: "Eu mudei meu braço e alguma coisa aconteceu perto de mim (a criança não tem um nome para a aquela bola-chocalho mas armazena a imagem visual em sua memória). Mudei meu braço novamente e aconteceu a mesma coisa. Eu me mudei de novo e mesma coisa quase aconteceu.
"Esta é uma situação de aprendizagem clássica, criando muita atividade no cérebro da criança.
 
Se há uma visão muito pouco, precisamos escolher os brinquedos que se movem brilham, e são, portanto interessantes.
Objetos com bom contraste e luminosidade perto o suficiente ao nível ideal, facilitam a busca visual e a fixação. Às vezes é útil apagar a luz da sala e acender uma luz no brinquedo focal dentro do alcance do bebê.
 
Quando a "luz negra" UV-luz, é usada para aumentar o contraste, as crianças usam óculos que absorvem a luz UV. De modo que apenas a luz refletida entra visível aos olhos. A maioria das luzes de discoteca como UV-luz luminárias emitem baixa intensidade de luz UV, que é menos do que os UV-exposição em um dia ensolarado. Bebês com córnea fina e lente transparente absorvem a luz UV menos do que pessoas adultas E assim a exposição à luz UV e azul podem entrar na retina, que deve ser evitada, especialmente se uma criança tem a degeneração da retina ou afacia.
 
Quando a mão tocou uma linha tátil, a criança observava sua mão pela primeira vez com as rugas em sua testa.
A criança com deficiência visual não pode encontrar suas mãos com a idade de três meses, como uma criança com visão. Uma criança com visão normal gasta horas todos os dias olhando para o suas mãos em distâncias diferentes. Isto constrói os conceitos de espaço, combinando as informações dos movimentos visual e motor. Ms a criança com deficiência visual também deve encontrar-se mutuamente.
 
Para ter a confirmação de informações táteis sobre o "algo" visual, ele levou as mãos na boca pela primeira vez.
Nós podemos ajudar a encontrar as mãos na linha média, apoiando o movimento dos braços para que as mãos se encontram. As mãos devem se tornar os "segundos olhos da criança com deficiência visual."
O rosto de um adulto é um dos objetos mais interessantes visualmente e tátil, especialmente a face do pai. Durante a comunicação é importante para chegar tão perto do bebê que os braços curtos e mãos pequenas possam chegar ao rosto do adulto.
 
A caixa de luz facilitar a utilização da visão limitada a percepção da luz e sua projeção.
Esta criança percebeu quando a caixa de luz foi colocada perto dela no chão e arrastou-se até ela. Ela colocou as mãos na caixa de luz e depois de um tempo curto começou a levantar os dedos, um dedo de cada vez, ficando, portanto, simultaneamente visual, tátil, e motor de informações sobre suas mãos pela primeira vez.
O livro "Show Me What Can See My Friends", de Patricia Sonksen e Stiff Blanche (1991) contém exemplos agradável como guiar as mãos e os braços para alcançar. Enquanto as mãos e os braços se movem sem rumo nos ombros, devem muitas vezes ser guiados para tocar uns aos outros na linha média. Levando as mãos à linha média, pode ajudar o bebê para trazer o olhar para o objeto de observação.
Uma criança com visão normal mantém contato visual com adultos enquanto eles estão em movimento. A criança cega ou com deficiências visuais graves mantém contato apenas através da informação tátil semelhante. A audição não pode transmitir a mesma experiência de proximidade e afinidade. A criança com deficiência visual deve ser estimulada no colo ou no carrinho do bebê, tanto quanto possível para que ela possa aprender a conhecer a si mesmo em relação aos adultos, e aprender a sentir seus movimentos. Os pais também devem falar com a criança quando se deslocam ao redor, dizendo onde estão indo e o que eles estão fazendo. Uso de expressões consistentes é importante no apoio ao desenvolvimento da linguagem.

Aprendizagem incidental
A aprendizagem incidental é através da visão de parte importante de cada dia de uma criança com visão normal. Ela pode assistir a mãe pegar uma caneca e preparar um chocolate quente, a bebida misturada com água quente, acrescentando um pouco de leite, e depois levar a caneca para ela beber. Quando ela viu-o algumas vezes, ela sabe o procedimento e sabe esperar a bebida. Uma criança que não pode ver com clareza suficiente para ver os detalhes, vê a mãe em movimento e ouve vários sons, pode sentir o cheiro do chocolate em pó se estiver perto o suficiente. Para saber o que realmente acontece, a criança precisa obter uma descrição verbal das atividades e objetos usados ​​em cada atividade repetidamente, e não apenas uma vez.
Uma criança com deficiência visual também pode ter dificuldade em entender o que realmente acontece ao seu redor, por exemplo, quando ela é alimentada. Deve ser dada uma colher à criança, logo que ela possa segurá-la e ter a possibilidade de bater contra a mesa, prato e comida. Ela quer aprender as conexões entre a alimentação e os barulhos diferentes que a colher faz. É importante para o bebê examinar todos os tipos de alimentos, com as mãos e, claro, com a boca. Alimentação com as mãos é uma boa maneira de aprender a comer.
A criança cega não é estimulada pelo mesmo caminho da queda de um brinquedo, ou brinquedos, fora de seu alcance. É difícil criar situações de jogo. Um bebê com visão pode funcionar como um modelo para uma criança com deficiência visual nesta fase. Algumas crianças com deficiência visual aprendem a se mover muito tarde e podem primeiro aprender a andar e rastejar depois. Uma criança que aprende a andar antes de engatinhar necessita de muito treinamento de equilíbrio, que de outra forma ela teria adquirido durante o rastreamento. Equilíbrio de treinamento deve ser praticada cada vez que a criança está sentada sobre os joelhos do adulto, levantando um joelho de cada vez para que a criança fique ligeiramente inclinada. A grande bola, bobath, é útil no treinamento de equilíbrio.
O desenvolvimento motor de crianças com deficiência visual está atrasado em quase todos os casos de deficiência grave. Estática capacidades motoras, como sentar e levantar, quase muitas vezes desenvolvem-se normalmente se o equilíbrio da criança e reflexos poupança (reflexo de endireitamento) foram treinados. Por outro lado, as transições para as capacidades do motor dinâmico como rastejar, movendo-se "em todos os quatro", andando, e o uso das mãos são frequentemente em crianças com atraso de outra maneira normal. Isso ocorre porque a informação visual estimula as crianças para copiarem movimentos de outras crianças e adultos. Se a esfera visual da criança é limitada, o desenvolvimento motor provavelmente será mais lenta que o normal. Estimulando com brinquedos e em áreas de lazer como parte de um objetivo inicial de intervenção do programa. ajudará a criança a alcançar seus marcos de desenvolvimento.
Leve e moderada deficiência visual NÃO precisam afetar o desenvolvimento geral de uma criança durante os primeiros anos de vida. Por exemplo, uma criança com RP pode ter perto de acuidade visual normal em idade escolar. Mudanças na visão noturna perturbam encontrar roupas e brinquedos em armários e cantos escuros. Estas perdas de funcionamento são problemas que precisam ser resolvidos em intervenção precoce.
Nos distúrbios que os progressos rápidos durante o ano letivo, como doença de Stargardt, a avaliação visual da situação médica deve ser realizada a tempo para que os planos para o próximo ano lectivo possan ser feitos. A avaliação educacional e formação de novos dispositivos devem ser organizados, sempre que os dispositivos antigos não autorizarem o desenvolvimento de estratégias de aprendizagem habitual. Às vezes, a burocracia administrativa é tão lenta que a criança recebe o novo dispositivo antes do próximo mandato, embora o dispositivo deva ser treinado durante semanas antes de a criança está confortável na sua utilização durante o dia escolar.


Desenvolvimento da percepção espacial
A caixa marrom pode ser modificada como ferramenta de treinamento eficaz para explorar o espaço. Faça cortes perto da borda superior que lhe darão a estrutura visual do espaço. As caixas podem ser decoradas com materiais encontrados na casa: um fundo de cor prateada de uma caixa de chocolate, um amarelo brilhante dentro de um pacote de café, sem lavá-las tanto para preservar os cheiros, um pedaço de tecido aveludado ou peludo e um brinquedo musical na parede e alguns objetos interessantes para pendurar numa faixa de borracha resistente. As decorações nas paredes precisam ter muitos contrastes visuais e táteis a serem estudados com as mãos e pés.
O "espaço pequeno" era feito de caixa de papelão criada com estimulantes materiais nas paredes e penduradas no topo.

As "salas pequenas" são de diferentes tamanhos, caixa muito pequena para um bebê nascido prematuro e uma caixa maior para uma criança mais velha. Caixas para crianças, que permanecem em um nível inicial de desenvolvimento, podem ser muito grandes ou um canto de um quarto é usado como o espaço que a criança possa explorar. O bebê ou a criança precisa chegar a ambos os lados com os braços e/ou pés para poder estudá-los usando seu corpo como a vara medida.
A permanência do objeto e consciência espacial são desenvolvidas em situações de jogo onde a criança pode usar eficazmente a sua visão e combinar informação visual com informações de outros sentidos. A área de jogo fechado de "quartinhos" tem sido usado desde final dos anos 60, tanto para crianças com visão normal e para bebês e crianças com problemas de visão e atrasos de desenvolvimento para apoiar o desenvolvimento de diversos conceitos. Desde os brinquedos e outros objetos interessantes pendurados no elástico podem ser encontrados no mesmo local e explorados centenas de vezes, eles facilitam o desenvolvimento do conceito de permanência do objeto.

A estrutura deste "espaço pequeno" é diferente do disponível comercialmente "quartinhos" desenhados por Lilli Nielsen. Dela se destinam a crianças cegas e, portanto, o teto pode ser transparente. Nas caixas com não-transparente do teto as listras de luz nas laterais tornam o espaço também definido visualmente. Ao mesmo tempo que aumentam o fluxo de ar para que o espaço não se torne desagradável quente durante a atividade.
 
A área de eco entre uma bacia de metal de lavar roupa e um cesto de lixo de plástico amplifica as vocalizações que a criança faz.
Vocalizações tornam a criança consciente das áreas de eco e ensinam na orientação auditiva. A criança recebe o feedback de seus próprios movimentos, que ativa as suas funções motoras e vocalizações, que por sua vez dá à criança mais para ouvir. Note-se que a criança nesta foto tem as lentes de absorção por causa de fotofobia.
Quando uma criança se acostuma a jogar no tabuleiro de ressonância, ele pode ser deixada sozinho para tocar em curtos períodos de tempo. Durante esse tempo, o adulto pode manter contato com a criança, conversando. Uma grande bola pendurada na rede pode ser colocada na barriga do bebê. O bebê usa ambos os braços e as pernas para explorá-lo, criando assim um espaço pequeno cercado por seu corpo, o primeiro espaço egocêntrico para a exploração tátil.
Se o adulto não pode ficar na mesma sala com o bebê, ele pode levá-la consigo para jogar em um tapete de jogo. O Tabuleiro para uma criança com deficiência visual é projetado de modo que, onde há um contraste visual também há um contraste tátil. Os contrastes visuai táteis são adquiridos através da combinação de materiais escuros de superfícies lisas com materiais ásperos de cores claras. O tapete do jogo pode ser artesanal, ou acolchoado ou aplicado. Geralmente são confeccionados com duas superfícies diferentes, para que eles formem um bom contraste contra o chão ou superfícies diferentes.
O Tapete visual/tátil tem extremidades que são feitas claramente diferentes para que funcionem como pontos de orientação e ajude o desenvolvimento de conceitos espaciais.
Este tapete foi a primeira peça costurada com este tipo de projeto, quando o grupo do Dr. Juhani Hyvärinen do (Hyvärinen J et al 1978) encontrados em um experimento científico com macacos demonstrou que a informação tátil permanentemente inibe o uso da visão, se input visual é fraco durante o primeiros meses de vida. Estes macacos bebés tinham o melhor programa de intervenção precoce pensável com dois acompanhantes e um psicólogo. No entanto, eles permaneceram funcionalmente cego com alguma consciência das grandes sombras em movimento.As peças de materiais ao longo das fronteiras deste tapete, primeiro jogo, são pequenas porque as peças escuras eram peças de cetim de boa qualidade a partir de uma exposição e foram dadas ao projeto como um presente. As peças podem ser de qualquer tamanho. As peças de cetim são suaves; os pedaços de luz são materiais com diferentes superfícies ásperas.
Os tapetes são apresentações úteis para todos os bebês e crianças pequenas. Quando a criança tem a oportunidade de, simultaneamente, combinar informações através de ambos os canais, informações visuais e táteis não competem uns com os outros nas funções cerebrais associativas. Crianças com deficiência visual devem desenvolver muito bem a discriminação tátil, mas a informação tátil não deve suprimir o uso de informação visual. A fusão de informação destes dois sentidos é importante para todas as crianças com deficiência, bem como todos os bebés saudáveis.
As c
rianças com deficiência visual, a visão do que se pensava anteriormente, estão impossibilitadas de desenvolver o seu potencial máximo sem treinamento. Pesquisas sobre o cérebro tem mostrado que a visão é uma função aprendida. O desenvolvimento da visão podem ser apoiados por treinamentos e estímulos através de situações de jogo durante os anos pré-escolar e escolar. Como a criança com visão normal, a criança com deficiência visual tem que aprender a acomodar, para acompanhar com os olhos e para alcançar a convergência.Determinados diagnósticos trazem para o nosso tipo de mente certos comportamentos das crianças com esse diagnóstico específico. É importante estar ciente das grandes variações na gravidade das alterações e incapacidade nas crianças com o mesmo diagnóstico, por ex. retinoses. Em algumas famílias as mudanças são graves no nascimento para que a criança precisa aprender muitas estratégias típicas para crianças cegas.
 
Intervenção precoceDeficiência visual, tanto o anterior, deficiência ocular, devido a distúrbios dos olhos ou das vias anterior e visual dos distúrbios de processamento visual devido a danos cerebrais deve ser diagnosticada o mais cedo possível. Alguns dos distúrbios podem ser tratados (ROP, catarata, músculos aderiu às estruturas vizinhas, impedimentos  nos movimentos dos olhos, glaucoma, retinoblastoma) cirùrgica ou medicamentosa (glaucoma) ou com óculos (erros de refração, acomodação), mas em uma grande maioria de crianças com início de deficiência visual não existe um tratamento médico ou cirúrgico. Quando não há tratamento, após o tratamento do bebê ou criança raramente tem visão normal. A intervenção precoce pode e deve ser iniciada imediatamente quando há suspeita de deficiência visual e continuada durante os tratamentos.Vários hospitais têm orientações escritas em contato precoce, procedimentos diagnósticos, as primeiras informações e iniciar a intervenção precoce em diferentes tipos de doenças e situações familiares para diminuir o estresse para a família. 
Referências
Fantz RL: Visual perception and experience in infancy: Issues and approaches. In: Lindsey D & Young F (Eds) Early Experience and Visual Information Processing in Perceptual and Reading Disorders. Pp.351-380. Nation Acad of Sciences. Washington DC 1970.
Fraiberg S and Fraiberg L. Insight From the Blind: Comparative Studies of Blind and Sighted Infants, Basic Books, New York, NY 1977.
Hyvärinen J, Hyvärinen L, Färkkilä M, Carlson S and Leinonen L. Modifications of visual functions of the parietal lobe at early age in the monkey. Med Biol 1978, 56:103-109.
Hyvärinen J, Hyvärinen L. Blindness and modification of association cortex by early binocular deprivation in monkeys. Child Care Health Dev, 1979, 5:385-387.
Hyvärinen L, Lindstedt E (eds). Early visual development – normal and abnormal. Acta Ophthalmol (Copenh) Suppl, 1983,157:1-122.
Sonksen PM. Vision and early development.. In Wybar R and Taylor D (Eds) Paediatric Ophthalmology: Current Aspects. Marcel Dekker, New York, NY 1983.
Carlson S, Hyvärinen L. Visual rehabilitation after long lasting early blindness. Acta Ophthalmol (Copenh) 1983, 61:701-713.
Degelin E, Hyvärinen J, Hyvärinen L, Carlson S, Valvo A and Scholler H. Learning to see. Movie, 44 min. Beerse, 1983.
Sonksen PM, Levitt SL, Kitzinger M. Identification of constraints acting on motor development in young visually disabled children and principles of remediation. Child: care, health and development, 1984, 10:273 – 286.
Sonksen P, Stiff B. Show Me What My Friends Can See. John Brown (Printers) Ltd. Nottingham, 1991.
Dik M. Babys und Kleinkinder mit visuellen Funktionsverlust. Robert Weijert, Emmes, Niederlanden, 2006.

Parte do artigo do link
http://www.perkins.org/scout/early-childhood/orientation-and-mobility.html 24.11.09

30 de out. de 2011

O mundo do recém-nascido


Ele chega e chama a atenção de toda a família. 
Em cada movimento, um enorme enigma a ser 
desvendado. Visão, olfato, audição, reflexos. 
Tudo para ajudá-lo a se comunicar. Já nos primeiros
40 minutos de vida, começa a inteiração com o 
ambiente. Seu neném movimenta-se pouco, mas, 
em compensação, canaliza toda a atenção para ver
e ouvir. Ainda na primeira semana, fica um longo tempo do dia em estado de alerta,
prestando atenção a tudo que acontece ao seu redor. Por isso, o olho-a-olho com
os pais é tão importante para ele.
  
Visão

Os bebês não nascem com uma boa visão. Nas primeiras semanas, enxergam
melhor a uma distância de 20 a 25 cm. Apesar disso, é fácil chamar sua atenção.
Experimente movimentar um objeto. De imediato, seu filho ficará imóvel por 
curtos períodos, podendo até parar de sugar, de chorar ou mesmo pode 
despertar, se estiver sonolento. Vai observar tudo com muito interesse,
mas, logo depois, se desliga.

Apesar de não enxergar bem, o bebê nascido a termo (entre a 38ª e a 40ª 
semanas de gestação) é capaz de reconhecer sua mãe poucas horas após
o parto. A visão é tão fundamental que o rosto dos pais torna-se um grande
atrativo. É como se estabelecesse um diálogo com eles.


Tato

Um dos primeiros sentidos a se desenvolver, ainda no útero materno. É tão
importante que algumas maternidades adotam o método mãe-canguru: 
acomodar o prematuro no colo da mãe, com a cabeça colocada em seu
coração. O toque tranqüiliza e acelera o desenvolvimento do bebê, que
ganha peso mais depressa e fica menos tempo no hospital.

Os recém-nascidos gostam de temperaturas mais morninhas; por isso um
abraço é tão bem-vindo. Adoram ser aconchegados e, por vezes, 
aninham-se ao corpo da mãe. Estudos comprovam que bebês bem
alimentados mas que não são tocados ou levados ao colo apresentam
um desenvolvimento físico e mental bem mais lento. Portanto, 
aproveite a hora do banho ou antes de dormir e faça massagens
suaves no corpinho do seu filho. Além de acalmá-lo, vai fortalecer 
– e muito – o vínculo entre vocês.

Outro ponto a ser destacado são os lábios e as mãos: atrativos certos.

Os bebês podem gastar um longo tempo chupando os dedinhos, 
por exemplo. É o início das descobertas; tudo muito normal e saudável.


Paladar

Nos primeiros meses de vida, o leite materno é tudo o que ele 

precisa para se alimentar. Talvez por isso o paladar seja um 
sentido pouco desenvolvido. Ao nascer, a criança consegue 
reconhecer três dos quatro sabores básicos – doce, amargo 
e azedo, mas apenas o doce a agrada. Não distingue ainda
o salgado, o que deve acontecer por volta do quarto mês.


Olfato

Um dos sentidos mais apurados do recém-nascido. Tanto que com

apenas uma semana de vida ele já reconhece a mãe pelo cheiro.
E está comprovado: esse aromas familiares tranqüilizam o bebê. 
Em contrapartida, odores fortes, como perfumes ou produtos 
de limpeza, podem irritá-lo. Portanto, evite-os. Fumaça de cigarro,
então, está terminantemente proibida. O bebê reconhece melhor
a mãe pelo cheiro e pela audição (voz) do que pela visão.


Audição

Um sentido apuradíssimo. Já na 25ª semana de gestação, através de

ultra-sonografia, os fetos reagem com um sobressalto a ruídos altos.
Pesquisadores afirmam que, ao nascer, o bebê reconhece a voz da mãe. 
Ainda com poucos dias de vida, já responde aos ruídos do ambiente. 
Como? Ao ouvir um barulho mais alto respira em ritmo acelerado ou então 
estica e encolhe os braços e as pernas, realizando o chamado Reflexo de Moro.

Papais e mamães: evitem sons altos e também aqueles que não agradam ao

bebê. Ele é muito sensível. Fale suavemente junto ao seu filho e cante músicas 
de ninar, bem baixinho, para acalmá-lo.


Reflexos

Os reflexos aparecem já no nascimento, ainda involuntários, ou seja, apenas

refletem reações neuromotoras aos diversos estímulos que recebe. Nessa 
fase, dois reflexos se destacam: o de sugar, necessário para a sobrevivência
do bebê, e o de Moro, que consiste em esticar e encolher braços e pernas.


Sono

Nos primeiros dias de vida, o bebê dorme por até 18 horas. Acorda apenas

algumas vezes para mamar. O sono oscila entre o tranqüilo, em que rosto 
e corpo estão bem relaxados e as pálpebras imóveis; e o ativo, quando 
os olhos estão meio abertos e a criança pode mexer os braços e as 
pernas. A respiração é irregular e rápida.


Choro

Essa é a forma que o bebê tem de se comunicar e avisar se está com fome, algum

desconforto ou dor. A face fica avermelhada e há movimentos vigorosos de pernas
e braços. Quer uma dica? Em muitos casos, apenas segurar o bebê no colo pode
acalmá-lo. O colo não tem contra-indicação e faz bem em qualquer idade.

Lilian Luz
Consultoria: Dr. Paulo Roberto Lopes, pediatra. 

Médico da Unidade Materno-Infantil do Hospital dos Servidores/RJ

FONTE; http://acalantobh.blogspot.com/
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT